Ir para o conteúdo
Folha A·277
Geração BenjamimJeff FromholzObra reunida
23 de fev de 2008

Agradando Deus capítulo

Pr. Jeff Fromholz23 de fev de 2008

Agradando Deus

Crecsendo na igreja eu me lembro sendo sendo ciente de Deus e do fato que Ele se importava com o que eu estava fazendo seja bom ou ruim. Eu não me lembro a data exata de qula eu me converti mas eu lembro que depois eu queria fazer algo para fazer Deus orgulhos de mim, agradado com minha vida. Pode ser eplo fato que eu foi negado a oportunidade de ter um pai humanao para me tocar na cabeça ou me abraçar e me falar que eu fiz bem. Eu tinha uma mãe que sempre falava, mas não era a memsa coisa e não era suficiente de saber dentro de mim indepnedente de tantas vezes que acabei no primeiro lugar. Faltava algo e esse algo era a voz de um pai me afirmando. Talvez por isso tenho me esforçado muito como cristão sempre na esperança que poderia agradar a Deus. Sei que isso talvez é meio bobo, meio criançissimo, mas garanto que mais do que querem admitir se idenbtificam com o que estou falando.

Todos nós começamos a vida cristã com a intenção de viver numa maneira que agrada Deus. Nós temos nossas ideias altas e metas sobrenaturais de akcançar a perfeição, a samntidade, antes de Jesus voltar, mas ainda tão bem que são as nossas intenções, o caminho é dificil e muito frustrante. No caminhonós encontramos bareira após bareira, conflitos que se levantam dentro de nós; conflitos entre o que nos agrada e o que agrada Deus. Como o Apostolo Paulo fala em Romanos 7, o bom que eu quero fazer , eu não faço e o mau que eu não quero fazer, eu faço. Isto nós chamamos da vida cristã. Uma luta constante. Um caminho cheio de buracos e obstaulos. Nós consegiumos dar uns passos para a frente para depois escorregar e cair uns passos para trás. E ainda assim, dentro disso tudo, permanece um desejo, uma esperança, que numa maneira vamos chegar ao um ponto de agradar a Deus.

Se nós vamos agradar Ele, vamos precisar evitar os buracos e vencer os obstaculos. Muitas vezes em nossa busca por vitória nós simplesmente mudamos o caminho e chamamos essa mudança de vitória. Mas não é. Vitória não é alguém evitando um problem, tipo uma pessoa que tem um problema com bebida. A vitória não está nele dando uma volta de três kilometros extras na volta para sua casa. A vitória está achado quando ele consegue passar bem na frente do bar e não entrar. Muitas vezes nós como crentes evitamos as batalhas e achamos que era uma grande vitória. Obviamente ele não deve comprar uma garrafa de vinho e coloca ela na frente dele na mesa só para provar que venceu, isso seria achado num lugar chamado de “tentar Deus”. Em evitando os boracos, nós não colocamos a tentação diante de nós. Na vitória de uma batalha, nós não corremos quandos os trombetas tocam, mas puxamos as nossas espadas e lutamos. Evitando os boracos é possível e a vitória é alcançável. Mas, por isso precisaremos de ajuda. Precisaremos de graça.

Marcos 8.24; Vejo pessoas; elas parecem árvores, mas estão andando.

Bem estranho isso. Não sei sobre você, mas na hora que alguém começa com um papo sobre arvores andando e não está referindo ao filme “O Senhor dos aneis”, eu estou procurando a saída mais próxima. Arvores andando não é algo normal para um homem ver. Mas, antes de correr desse homem, vamos perguntar, qual era sua situação. Por que ele estava vendo arvores andando? Será que estava drogado, ou era algo mais?

Marcos 8.22-25; Depois Jesus e os discípulos chegaram ao povoado de Betsaida. Algumas pessoas trouxeram um cego e pediram a Jesus que tocasse nele. Ele pegou o cego pela mão e o levou para fora do povoado. Então cuspiu, passou a saliva nos olhos do homem, pôs a mão sobre ele e perguntou: - Você está vendo alguma coisa? O homem olhou e disse: - Vejo pessoas; elas parecem árvores, mas estão andando. Jesus pôs outra vez as mãos sobre os olhos dele. Dessa vez o cego olhou firme e ficou curado; aí começou a ver tudo muito bem.

No mínimo descobrimos que ele não era drogado e o “Senhor dos Aneis” nem foi lançado ainda. O “problema” dele era parte da solução. Ele estava em transição, um estado entre sendo cego e enxergando.

Quando eu ler essa história eu vejo eu, nós, na história, pois essa é nossa história. Essa é a história de todo crente que está caminhando na direção de tentar agradar a Deus. Todos de nós estamos no processo de sendo transformados, menos como Adão e mais como Jesus. Somos melhores de quando começamos, mas ainda, as coisas, a nossa vida tá meia embaçada.

Essa é uma história de poder e graça.

A primeira coisa que vemos na história é que existia pessoas que se importava com o cego e se não com ele, no mínimo com sua situação. E eles tomaram a iniciativa de levar ele para encontrar com Jesus. Quantos de nós já fomos “vítimas”de uma irmã da igreja que insistiu em nos convidar para um culto ou foi até o ponto de nos levar para a igreja para poder encontrar com Jesus. O cego sabia do problema dele tanto quanto as outras pessoas, mas muitas vezes nós não percebos a encrenca que estamos com Deus enquanto as outras sabem. E é nessas horas que Deus usa os valentes que não tem medo se ser rejeitado para pegar um “cego”pela mão e laver ele para Jesus.

O que esse mundo precisa é de mais “vítimas”dessas irmãs e irmãoos; pssoas que constrange o pecador ao tal ponto que ele vai só porque é tão importante para o irmão mal sabendo da mudança que virá. Pensando bem, talvez o cego nem sabia de quem Jesus era. Talvez ele nunca tinha ouvido falar o nome dele e por isso não levou nada para ser autografado. Talvez ele simplesmente foi porque ouviu esperança nas vozes dos outros; no mínimo, eles acreditaram que Jesus podia fazer um milagre. Quantas pessoas mal acreditam que Deus pode mudar as suas vidas? E ainda assim, nós sabemnos que Ele pode, e eles precisam ouvir essa certeza em nossas vozes e ver a esperança nos nosso olhos. Talvez é só isso que está faltando para eles concordar e andar conosco até o Mestre.

Chegando ali vemos algo bem sutíl, mas bem grande no memso tempo, Jesus pegou ele pela sua mão. Isso não era tipo “Beleza cara?” (toque, toque, bate punho). Era um ato de carinho, de amor. Jesus podia ter falado “segue me” e foi embora como fez com Mateus, mas Ele não fez isso, Jesus pegou ele pela mão e o levou, “Venha comigo”. Nunca na vida desse homem, ele tinha um guia igual. Com Jesus não existia nenhum risco de cair ou se perder. E para o cego, tudo podia ter acabado bem aí. Jesus tocou nele. Jesus pegou na sua mão. Ele não precisava mais ser curado. Isto não era importante. Ele sentiu o toque de Deus, o amor de Deus, o calor da Sua mão. Já era bom demais. Ele podia ter passado o resto da sua vida falando, “Ele me tocou.” Mas isto não era suficiente para Jesus e Ele levou o cego mais um passo.

Jesus levou ele para fora da cidade. Interessante, Jesus podia curar ele bem aí, bem na hora, mas o cego não era parte de um show de Jesus, ele era alguém precisando de ajuda e amor. E Jesus não aproveitou a situação dele para propogar seu ministério. Jesus é o “Big Brother”, mas Ele não é igual o “Big Brother”. Ele faz tudo diferente. Em vez de mostrar tudo, Ele mostra nada além de resultados. Nesse ponto aqui, vamos perguntar, “Quantos ministérios aproveitam os destruidos para promover eles mesmos, para trazer benefícios próprios?” Quantos pregadores usam, ou melhor aproveitam, as situações ruins das vidas de pessoas acabadas e o poder de Deus para construir mega-ministérios? É triste de como nós como homens tem uma tendência maligna de Nàoe querer dividir a glória de Deus pois sabemos que Ele não divida sua glória com ninguém, mas sempre queremos de estar na foto. “Está me vendo ali? Pois é, o cara de costas no fundo perto da mesa é eu.”

Imagine hoje, ninguém nunca levaria um cego para fora, iremos levar ele para cima do palco, pois “Os outros precisam ver o milagre para ajudar a fé deles.” Claro que isso não tem nada a ver com o reconhecimento e renome do pregador orando. Tudo isso é uma afirmação pública do seu chamado e “unção”, tudo que é de alta importância se você depende do ministério para sustentar sua vida de pop-star. Não sei mas eu acho que Jesus deixava Judas doido. Além do fato que ele sempre esqueceu de tirar um oferta, principalmente nas horas que daria uma grna como a vez que ele alimentou na faixa de 20.000 pessoas e não cobrou nada, nem caché. E aqui era um momento perfeito para marketing. Alguns milagres na frente do povo e a fama de Jesus espalha como um fogo num campo sem chuva por ttrês anos. Mas não, Jesus fez tudo errado. Ressuscitou meninas somente depois mandando tudo mundo embora. Sempre falando para os curados de não contar para ninguém o que aconteceu e agora, vamos tirar o cego da multidão. O que isso vai nos trazer?

Jesus, além de ser Deus, era um home sensível, sencível as pessoas e as suas situa’ções. E Ele reconhceceu nesse cego uma necessidade bem maior do que simplesmnete ser curado. El;e precisava experimentar o carinho, o amor de Deus; ele precisava de um tempo sozinh com Jesus. O que ele não precisav era de ser usado para mais um vendendo milgares para a multidão com um espectaculo. “Vem e ver o pobre cego. Vem e fixa seus olhos nele. Sinta pena por ele. Coitado ele. Mas Jesus vem para libertar os cativos, bla, bla, bla.” Nós jamis sabemos das feridas que ele estava carregando depois anos sendo o coitadinho, o ceginho da turma, as frustrações de não p[oder fazer nada por se. Mas Jesus estava sensível a isso e por isso, pegou ele pela mão e o levou para fora da cidade. O milagre que virá era para o cego, não era para a multidão. Jesus não precisava da afirmação do povo incredulo do acerca ao seu chamado ou unção. Era algo pessoal entre Jesus e o cego. O coração de Deus sempre nos tratar como individuais, com carinho e amor. E o coração Dele não é de nos usar para seu benefício, mas para nosso bem.

Deus é Deus, isso é entendido. E Ele sempre age na Sua própria maneira independente das pesquisas ou a opinião popular do dia. E isso nunca foi tão evidente do que quando Ele decidiu cuspir na cara do cego para o curar. Eu não sei o que Maria ensinava Jesus, mas a minha mãe sempre me falava de não cuspir. Não era opcional, era regra. Era algo para os mal-educados. Mas, eu jogava baseball e não tinha como ser um jogador verdadeiro sem cuspir e isso minha mãe não entendeu. Por isso cuspir sabendo que cada vez que a saliva voou, a minha mãe ia falar, “Jeff, não cuspe.” E eu respondia, “Sim senhora” sabendo que ia cuspir de novo mais tarde. Era parte de quem eu era, o meu papel de jogador. Mas, eu nunca li nada sobre Jesus jogando basebell, até duvido que tinha aquele jogo na época então não sei do porque ele cuspiu, nem se era um hábito ou não. Vamos acreditar que maria ensinava Jesus que não era bom de cuspir e Jesus não andava na terra cuspindo cada cinco minutos.

De qualquer maneira, nós nos achamos nums situação bem delicado. O cego já é um homem cheio de feridas e desapintamentos na vida e Jesus acha isso não somente uma boa hora de cuspir, mas de cuspir na cara dele. Vamos lembrar que ele é cego, mas, voc6e não precisa ver alguém se preparando cuspir de saber que vai cuspir. Imagine os dos conversando e de repente, Jesus para e voc6e ouça o som de alguém limpando sua graganta, e sem contar para três vcoê ouça o som de alguém cuspindo e seu rosto sentindo bem molhado. Ecka! Eu não sei se alguém já cuspiu no seu rosto mas isso aconteceu comigo uma vez no sétimo série e eu nunca me esquçi. Era um insulto, uma humilhação na minha vida. Asssim posso me colocar no lugar desse cego na história pensando, “Credo. Me fala que não é o que eu estou pensando que é. Me fala que ele não cuspiu na minha cara.” O que Jesus estava pensando? Esseem que ser um dos momentos mais estranhos na vida ministerial de Jesus. A bíblia nem nos explica do porque Ele cuspiu, mas essa detalhe se perde no resto da história.

Logo depois cuspindo na cara dele, Jesus tocou nele e perguntou, “Você está vendo alguma coisa?” E ele respondeu, “Vejo pessoas; elas parecem árvores, mas estão andando.” Voltando para onde nós começamos, vendo arvores andando não énormal, mas era o que qualquer cego daria sua vida para ver, “arvores andando”, pois a coisa mais importante era que ele estava vendo. Antes ele não podia ver nada, o mundo era escuro, mas agora ele estava vendo, era tudo embaçada, mas estava vendo. Imagine a emoção dele. Agora ele podia andar sozinho, ele não ia mais precisar de pessoas levar ele pela mão. Ele estava vendo formas e luz. Posso ouvir um “Aleluia”!?

O cego estava bem melhor do que antes, mas Jesus não tinha terminado. Muito com os filmes de “Rocky”, o primeiro era bom, ele terminou uma luta que ninguém achava possível, mas no segundo filme, ele volta para vencer. Já era melhor com o cego enxergando formas, mas Jesus nunca satisfazeria com simplesmente terminando uma luta. Ele briga para ganhar e nada menos para ele é suficiente. Então, Jesus tocu nele pela segunda vez. Por que levou dois toques, eu não sei. Com certeza Ele podia ter curado o cego sem nenhum toque e sem cuspir; simpemsente com uma palavra. Mas nessa situação Jesus decidu mostrar o progresso de um milagre. Talvez por nada menos do que a gente ler a história mais tarde e ver as semelhanças com a vida cristã, o progresso; e para a gente não desanimar quando não somos perfeitos desde a primeira oração. Não sei memso, mas sei que Jesus tocou nele de novo e esta vez, as coisas esclareceram. Imagine a alegria desse hoem de não ter sido satisfet=ito como somente um toque de Deus ou com o fato que já era melhor do que antes, mas que Jesus levou ele até o fim apara completar o milagre. Quantos de nós ficamos satisfeitos com um toque de Deus? Nenhuma mudança veio, mas Ele nos tocou, nós sentimos a presença Dele. Isso é o que nós mais vemos hoje em dia nas milhares de conferências que rolam nas igrejas. Muitas pessoas sentindo Deus, sendo tocados por Ele e saíndo tudo alegre pela experiênça não entendendo que a experiênça sem o jilagre, sem a mudança acaba valendo nada mais do que um autografo de um pop-star. O que nós precisamos é a obra levado até o fim, mudanças nas nossas vidas e n

Ós não podemos parar e achar que já era bom quando não era completo. Isto acaba servindo de ser mais frustrante do que nada depois um tempo porque as histórias dos arripios nãop vão quietar as nossas conscienças que estão gritando contra o pecado em nós e a mudança que desesperadamente precisar ser rrealizado. S’que nós não conseguimos.

Voltando para o cego curado, ele estava vendo arvores da maneira que devia, com fólias verdes balançando no vento e homens andando. Ele podia ver todo tipo de homem: magro, gordo, alto, baixo, e ele podia ver seus rostos e suas caracteristicas. Antes ele tinha que tocar nos seus rostos com suas mãos. Agora ele pode deixar suas mãos nos seus bolsos e simplesmente olhar. E o primeiro rosto que ele viu era de Jesus. Jesus bem na frente dele sorrindo e perguntando, “O que você está vendo agora?” Que experiênça.

Que experiença que eu preciso, que cada um de nós precisa. Todos de nós nascemos espiritualmente cego, em outras palavras, nós não vemos a verdade pela que ela é.

2Co 4. 3-4; Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.

É bem aqui onde o homem para e Deus começa. Todos de nós nascemos cegos e ninguém vai se curar. Existem muitas pessoas que tentam se curar, “Eu vou vencer”, “Eu tenho que fazer isso ou aquilo”. Mas somente o Filho de Deus tem o poder de nos curar. Claro que num sentido, num lugar no caminho, temos que fazer nossa parte; achar Ele ou ser levado a Ele, pegar na mão Dele, deixa Ele nos guia e faz o que Ele quer. Mas no fim de tudo temos que reconhecer que a cura pertence a Ele. A cura vem Dele. E é bem aqui onde temos que começar. A transformação em nossas vidas começa com a afirmação de “Eu não posso. Eu não posso fazer nada para agradar Deus se Ele não primeiro faça algo em mim.”

A verdade é que nós precisamos de vários toques dele e não somente um. O primeiro toque é o que a bíblia chama de regeneração, o ato de graça pelo qual Deus abre nossos olhos e nós renascemos. O novo nascimento é um milagre em que antes fomos mortos espiritualmente e como qualquer morto que não se chama de Jesus, depois está morto, já era. Somente Deus dar vida aos mortos sejam físicos ou espirituias. E Ele nos faz vivo de novo. E imediatamente nós vemos mudanças em nossas vidas. Mudanças em coisas que sem Jesus seriam impossíveis e sem razão. Mas Depois Ele entra em cena as coisas mudam. Mas ainda com aas mudanças iniciais, nós não somos tudo que queremos ou devemos ser. Continuemos as vezes nos mesmos pecados com os memsos desejos por pecado e assim vemos que a nossa vida ainda está um pouco embaçada. Vemos homens andando como arvores. Podemos ver que melhoramos, mas não é o que queremos. Podemos entender, mas não entendemos tudo que um dia vamos entender.

1Co 13.12; O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é imperfeito, mas depois conhecerei perfeitamente, assim como sou conhecido por Deus.

Somente quando morremos e somos glorificados vamos chegar a essa etápa. Mas, até esse ponto vamos caminhar nessa direção subindo cada vez mais, cada dia mais perto. Cada dia mais santo. Pois isto é a vontade de Deus para nossas vidas.

1Ts 4.3; Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação

Temos que sempre nos lembrar para não nos desanimar que santificação é um processo, o processo de ser como Deus. A vontade de Deus é santidade em nossas vidas pois é o próprio pecado em nós que embaça nossa visão. Por isso precisamos de mais toques. Como está sua vida espiritual, “Vejo arvores andando como homens.”

Regeneração é o começo da jornada, uma jornada cheia de sucessos e falhas. Eu ser da minha vida de como eu fico frustrado comigo mesmo. Eu sempre acho que devo está mais longe do que sou. As vezes o progresso parece de ser bem devagar, parece que somos os israelitas fazendo mais uma volta no deserto e que a boa notícia é que somente falta 33 anos até chegaremos na terra prometida. As vezes dar a vontafde de desistir, de jogar tudo por alto pois somos convencidos que nunca chegaremos lá, tá demorando demais. E é nessas horas que Deus vem por perto para nos mostrar o progresso. Sempre há progresso, independente de tão pequenas que seja, para um filho de Deus sempre h áprogresso pois o espírito Santo recusa em nos deixar ficar parado.

Fp 3.12-13; Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus. É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente.

O importante é que existe progresso. Ninguém tem chegado ainda. Todos de nós estamos se esforçando para continuar, para conquistar o prémio. Muitas vezes ouvimos as pessoas conversando ou dando testemunhos de quando converteu, até tem datas, ou onde que converteu, mas essas detalhes não são os mais importantes. A quastão não é quando ou onde você converteu, mas “se”. Se você converteu é o jogo inteiro. E isso vem de Deus. É Ele que nos pega pela mão. É Ele que nos leva fora para poder estar sozinho conosco. É Ele que faz o que é necessário para nos curar. É Ele que nos toca, e nos toca, e nos toca, tantas vezes que precisamos. Ele começou a obra e Ele terminará.

Fp 1.6; Pois eu estou certo de que Deus, que começou esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que ele esteja completo no Dia de Cristo Jesus.

Agradando Deus tem tanta a ver com Ele quanto a nós. É uma parceria. Ele nos faz vivo. Ele nos faz enxergar. Mas depois Ele nos falar de tomar certas decisões, de se negar, de tomar nossas cruzes. Deus não vai jogar uma cruz sobre ninguém. Ele está pedindo por voluntários, pessoas dispostos a perder suas vidas por Sua causa. E tudo isso faz parte de agradando Ele.

Mc 8.25; Jesus pôs outra vez as mãos sobre os olhos dele. Dessa vez o cego olhou firme e ficou curado; aí começou a ver tudo muito bem.

Jesus tocou no cego e ele “olhou firme” e ficou curado. Jesus tocou. O cego “olhou firme”, ele tentou fazer tudo que ele podia. Sem o toque de Jesus teria sido um esforço inútil, sem resultado. Mas como, em muitos dos milagres involvendo Jesus, depois ter tocado, Ele mandava a pessoa fazer algo. O que a pessoa fez, não curava, somente Deus cura. A pessoa não se cura obedecendo, mas no mesmo tempo não ficaria curado se não obedecia. Jesus tocou nele e ele olhou firme.

“Aí começou a ver tudo muito bem.”