Avivamento Series (1) O que é Avivamento
Pr. Jeff Fromholz03 de mar de 2008
Quatro homens, três países, um propósito só: a primeira parte da série sobre o que realmente é avivamento — e o que o século 18 ainda tem a ensinar.
O que é Avivamento
Avivamentos no século 18 (Gales, Inglaterra, Escócia, EUA)
1703
Jonathan Edwards nasce em East Windsor, Connecticut, EUA
João Wesley nasce em Epworth, Inglaterra
1714
George Whitefield nasce em Gloucester, Inglaterra
Howell Harris nasce em Trevecca, Gales
Quatro homens de três paises diferentes nascidos e juntados por um propósito só, avivamento.
1732
Charles Wesley, escritor de muitos dos hinos velhos mais conhecidos (6.000) funda um “Santo Clube” na sua faculdade.
Dois dos seus membros são seu irmão João e George Whitefield.
Howell Harris converte.
Avivamento começa numa igreja em Northampton, Massachusetts pastoreado por Jonathan Edwards
1735
João e Charles Wesley vão para Georgia nos EUA para ser missionários.
Harris começa pregar no ar livre em Gales.
1736
Os Wesleys convidavam Whitefield de vir aos EUA e ajudar.
1737
Whitefield vai aos EUA.
O avivamento no Massachusetts começa chegar ao seu fim.
1738
Whitefield volta para Inglaterra em maio.
Os Wesley’s voltam em dezembro.
1739
George Whitefield, um pregador sem nenhuma igreja para poder pregar, começa pregar nos campos no ar livre.
Ele começou em fevereiro pregando para 200, em pouco tempo ele estava pregando para multidões de mais do que 10.000.
Whitefield convida João Wesley de ir com ele e pregar no ar livre porque ele também não tinha nenhum lugar para pregar.
João detestou mas não podia pensar onde poderia pregar por tantas pessoas.
Ele continuou por 50 anos
Whitefield e Harris se conhecam, fazendo uma amizade que durou pelo resto das suas vidas e era até mais forte do que aquela que já tinha com os Wesleys.
George vai para os EUA.
Wesley toma o lugar de Whitefield em abril, através de uma carta do Whiteield, como evangelista e liderou o que se tornou o Avivamento Metodista na Inglaterra.
Harris volta ao Gales.
O Grande Despertamento começa nos EUA com Edwards e Whitefield pregando.
1741
Edwards prega “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado”
1742
Whitefield prega para mais do que 30.000 pessoas no ar livre na Esócia
1758
Edwards morreu: O Grande Despertamento resultou em 50.000 dos 250.000 colonístas convertendo.
1770
Whitefield morreu: Ele pregava mais do que 18.000 vezes. E numa época quando viagens para outros paises eram perigosos e levavam as vezes meses, ele visitou os EUA 7 vezes cruzando o Mar Atlántico 13 vezes. Ele fez 15 viagens a Escócia, 2 a Irlanda e 1 para Bermuda, Gibraltar e Holanda.
1773
Harris morreu: Ele viajava pregando no ar livre por 15 anos fundando 400 igrejas em casas. Ele visitava Inglaterra 39 vezes e pregava na igreja do Whitefield, no lugar dele, mais do que qualquer outra pessoa.
1791
Wesley morreu: Ele viajou por cavalho mais do que 400.000km durante 50 anos (1.413 vezes VR para SP) e pregou 40.000 vezes.
Calculam que Wesley e Whitefield ganhavam mais do 2.000.000 pessoas nas suas vidas.
Avivamento
A palavra “avivamento” é uma das mais conhecidas na igreja moderna. Nós sempre estamos falando sobre ele ou orando por ele, mas, será que não é importante de entender de que estamos falando ou para o que estamos orando?
O que é avivamento?
Quando as pessoas caim no chão e falam em línguas por horas?
Quando as pessoas começam fingir ser animais selvagens?
Quando começa chover ouro?
Quando um povo se converte?
Todas são respostas comuns e todas são erradas.
Com tempo o sigificado de palavras mudam, tipo: gay, sinistro, punk, massa e avivamento.
Como Jesus falou para a mulher samaritana, “Vocês adoram o que não conhecem.”
A maioria das pessoas que falam de avivamento e oram por avivamento mal sabem do que está falando e pedindo.
A palavra “avivamento” vem do latim “revīvere”: re-, re- + vīvere, viver; então é literalmente: viver de novo, receber de volta uma vida que quase foi terminado; colocar em chamas de novo uma brasa que quase morreu.
Uma vez, um rapaz quase se afogou, o bombeiro puxou ele do mar e uma galera se reuniu na sua volta esperando ansiosamente de ver se ainda tinha vida. O bombeiro começou a fazer tudo que era necessário para trazer ele de volta, batendo no peito dele, soprando na sua boca, e de repente ele começou cuspir e respirar; ele abriu os seus olhos e sentou e todos no seu redor celebrava o fato que ele foi avivado.
A palavra original fala de dando vida a algo ou alguém que antes já tinha; é de receber de volta.
Para ser avivado no sentido puro que vem do latim, você tinha que ter experimentado um degrau de vida antes.
Aqueles que não tem nenhuma vida espiritual e nunca tinha, segundo o sentido puro da palavra original, não podem ser os sujeitos de avivamento.
Muitas benções podem vir aos não convertidos como conseqüencia de avivamento entre os crentes, mas avivamento em si somente tem a ver com aqueles que já tem a vida espiritual.
É muito importante que entendemos isso para evitar de chamar coisas avivamento que não são e pedir por algo errado.
Eu e Paul em Jocum: Você tem um “rubber”?
Avivamento é algo que acontece primordialmente na Igreja e entre os crentes. É algo que somente secundáriamente afeta aqueles que estão fora da igreja.
Isto é algo muito importante a entender porque nos ajuda em entender difereciar entre um avivamento e uma campanha evangelistica.
Uma camapanha evangelistica é a Igreja decidindo fazer algo ao respeito daqueles que estão fora dela.
Avivamento não é a Igreja decidindo fazer algo e o fazendo.
Avivamento é algo feito a Igreja, algo que acontece na Igreja.
Os resultados de avivamento vão atingir aqueles lá fora, mas avivamento é algo que acontece onde e com quem já teve vida.
É para crentes.
Os crentes são seu alvo primordial.
Imagine que um dia eu compro biscoitos para meus filhos e seus filhos estão brincando na frente da minha casa. Depois eu dou biscoitos para meus filhos eles vão lá fora com seus biscoitos e oferecem ao seus filhos. Seus filhos vão ter a oportunidade de comer biscoitos também, mas eu não comprei os biscoitos para seus filhos.
Deus manda avivamento para Seus filhos.
Avivamento e a Igreja Condenada
Um pedido por avivamento é uma condenação da igreja atual.
Uma igreja precisando de avivamento é uma indicação de muito pecado.
Quem poderia falar diferente da igreja de hoje.
A coisa está feia.
Nós precisamos de avivamento.
Já abriu algo da geladeira que deu um cheiro ruim na hora? O que você fez? Confirmou a data de validade?
Dar para sentir o cheiro da podridão da igreja atual.
Por isso devemos clamar, “Avive nos, Senhor.”
A Igreja era para ser um acampamento de soldados, não um hospital de inválidos.
Mas, como sempre, há uma grande diferênça entre o que é e o que deve ser.
Uma boa parte dos crentes hoje em dia se acham num estado tão mal que a coisa melhor que podemos fazer por eles é de orar por “avivameto” antes que é tarde de mais.
Quando avivamento vem ao um povo quase morto, ele simplesmente os levam ao lugar onde sempre deviam estar, bem vivos; ele sopra sobre suas brasas quase apagadas e ele enche os seus pulmões com ar do céu.
Esse é o resultado imediato de avivamento – vida.
Quando Ele Vem
Quando falamos de avivamento, estamos falando de crentes se juntando como sempre e de repente o Espírio Santo entrando (Is 61.1-3) e tomando conta da reunião com todo mundo ciente da Sua presença, ciente da grandeza e majestidade de Deus.
Essa é a essência de avivamento.
Ciente da glória e santidade de Deus
Você já percebeu de como era a reação das pessoas na bíblia quando se achavam na presença de Deus?
Isaías, “Aí de mim! Sou um homem de lábios impuros.”
“Vou morrer.” “Vamos morrer.”
As pessoas compreendem, como nunca, a santidade de Deus.
Eles compreendem a glória (o peso) de Deus e a Sua majestade.
Pode ter risadas e alegria numa campanha evangelística, mas não num avivamento.
Avivamento traz reverência, temor santo, compreensão de Deus na Sua majestade, Sua glória, Sua santidade, e Sua pureza total.
Sua compreensão da santidade de Deus resulta numa terrível perecepção de pecado e um grande sentido de culpa.
Avivamento leva homens e mulheres de sentir que são despresiveis e sujos e totalmente indígno; e mais do que tudo os levam a sentir sem esperança face a face com Deus.
Como aquele publicano, eles não levantam os seus olhos. Eles ficam lá no fundo da igreja batendo no seu peito e falando “Deus ter misericôrdia de mim, um pecador.”
Vendo a santidade de Deus, o seu estado miserável, indígno e cheio de pecado, eles reconhecem que nunca tinham feito nada de bom.
Antes pensavam que tinha feito coisas boas por Deus mas agora vejo tudo como nada, como Paulo reconheceu, e começa comparar todos os seus atos com estrume e panos sujos (Is 64.6 – menstrução, absorvente usado).
É assim que vemos nossas “boas” obras?
No seu desespero eles se prostram diante de Deus, se jogando aos seus pés implorando por seu amor e misericôrdia e compaixão.
Deus os dar uma visão clara do amor Dele e do Senhor Jesus Cristo, especialmente da sua morte na cruz.
Agora eles ver tudo. Eles sempre acreditavam na teoría, mas nunca era real para eles.
Eles acreditavam, mas nunca tinham sentido o Seu poder; eles nunca foram quebrantados diante dele.
Eles nunca sabiam o que era de chorar consumido com uma sensação de não ser dígno e depois a sensação de amor e alegria, entendendo que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo nele crê não pareça, mas tenha a vida eterna.”
De repente tudo se torna real para eles. Eles entendem que o Filho de Deus os amou e se deu por eles.
A coisa se torna algo idividual, pessoal. “Ele morreu por mim e até os meus pecados são perdoados”.
Uma paz entra nos seus corações; alegria entra e eles se perdem em amor e uma vontade de louvar a Deus.
Eles ficam consumidos com quem Deus é e o que Ele tem feito nas suas vidas.
Quando encontrarem com qualquer pessoa, eles logo começam falar disso. É o assunto da hora. É tudo que os possuir.
Eles tem um desejo de está com os outros passando pela mesma coisa. Por isso os avivamentos sempre são marcados com reuniões todo dia.
Eles querem de estar juntos para falar do que Deus tem feito, orar e adorar Deus.
Eles não vejam a hora de para de trabalhar para poder volta para a igreja e orar, e orar, hora após hora só orando.
Toda essa oração os leva de ter uma grande preocupação com aqueles lá fora que não conhecem Deus.
Avivamento sair das paredes da Igreja quando a Igreja avivada se importa com o mundo perdido.
Conclusão:
Será que precisamos de avivamento aqui entre nós, em nossas vidas?
Aivamento não é sobre aqueles lá fora, é sobre nós e nossas vidas com Ele
É algo que desejamos, algo para qual vamos orar?
Tanto que eu quero avivamento, eu tenho medo dele, medo do que ele pode fazer, medo da bagunça, medo do desconhecido.
Ainda assim, eu vejo a necessidade de avivamento e vou orar por isso independete do custo ou possível trabalho que pode vir.