GB- A Responsabilidade do Pai
Pr. Jeff Fromholz15 de jan de 2004
Mal 4:6 – A Responsabilidade do Pai
E ele (Deus) converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. Mal 4:6
Um dos problemas maiores que podemos ver nessa geração é a ausência do pai, a ausência daquele que tem a responsabilidade de treinar o seu filho de ser um homem, de dar para ele a sua identidade, a identidade de um homem. Hoje em dia nós temos uma geração de rapazes que não sabem quem eles são. Eles estão cheios de inseguranças. A maior preocupação na cabeça de um jovem hoje em dia é de como ele vai provar para os outros que ele é um homem. Por isso meninos estão preocupados com o tamanho dos seus pênis. uma "quase" fixação por ter um pênis grande.O mundo tem enganado eles em pensar que o tamanho de uma parte do seu corpo mostrar se você é homem ou não. E tem ensinado eles que o homem maior tem conquistado a maior numero de meninas. Que engano. Que mentira. Mas, quem vai ensinar eles diferente? Quem vai falar para eles que o tamanho do seu pênis não tem nada a ver se você é homem ou não. Se você duvida do que eu estou falando, eu vou te dar um exemplo. Meu filho está com três anos de idade, a idade em que tudo é arma ou espada e tudo tem a ver com guerra, sangue e morte. Mas, sabe do qual é a coisa de que ele mais fala? O tamanho do seu pênis. O outro dia ele estava fazendo xixi e me chamou . Quando eu cheguei no banheiro, ele falou para mim, “Pai, olhe meu pênis está crescendo. Um dia vai ser grande como seu.” De onde isso veio, eu não sei. Isso não é um assunto comum de converso em nossa casa. Maior parte do fato que existem três mulheres que não quer ouvir nada disso. Mas, de uma forma ou outra, ele sempre está me perguntando, “Pai, meu pênis vai crescer?” Eu sei que com três anos de idade, isso é muito engraçado. Mas, o problema é que nós temos uma geração de adolescentes e jovens que ainda estão preocupado com isso e estão ainda perguntando, “Meu pênis é grande?” ou “Meu pênis vai crescer?” Mas, no fundo dos fundos estão perguntando, “Sou homem?” Eu tenho uma responsabilidade de confortar meu filho com o fato que o pênis dele vai crescer e ensinar ele que isso não tem nada a ver com o fato que ele é um homem e que Deus vai usar a sua vida.
O fato de ter segurança como homem tem levado a geração de homens de ser viciados nos seus trabalhos. Porque os pais trabalham horas após horas no trabalho. Para “dar os meus filhos o que eu não tinha”? Os seus filhos não precisam mais brinquedos. Eles precisam de talvez o que você não tinha na sua vida também, um pai presente. Um amigo para te ensinar o caminho do homem, de te ensinar de o que realmente é importante nessa vida, o que vale a pena. Claro que é mais fácil de tentar comprar o respeito do seu filho, mas nunca dar certo. Ele acabará sendo revoltado contigo e você acabará sendo irritado com ele porque ele não reconhece de quanto você trabalha e de quanto custo todos os seus presentes. O problema e que ele não valoriza o seu trabalho ou presentes tanto quanto você. Ele os veja como uma imitação barata do seu tempo. Ele precisa e quer você, seus aconselhas, seu encorajamento. Isso tem valor para ele. E isso dará certo. Infelizmente, nós estamos ensinando mais uma coisa errada para os nossos filhos com as nossas próprias vidas, que trabalhando muito, suando muito, sustentando bem a sua família é a marca de um homem de verdade. É mesmo? A verdade é que nós como pais ainda temos duvida sobre o nosso valor como homem, sobre o tamanho do nosso pênis e por isso trabalhamos sem para mostrar para o mundo que somos homens de verdade. Homens que estão perdendo os nossos filhos enquanto estamos tentando mostrar para nós mesmos que realmente somos homens. Nós estamos treinando essa geração de ser mais uma geração de pais ausentes. E queremos saber do porque homossexualismo tem aumentado tanto nos anos recentes. É porque os pais estão fora da casa tentando provara para se e o mundo que são homens e negligenciando o seu trabalho em casa. Estão deixando as suas mulheres ensinar os seus filhos de como ser homens. Isso nunca dará certo. E a culpa não é da mão. Como ela vai ensinar um menino de ser algo que ela nunca será menos ia entender? Se você quer para o seu cachorrinho se um cachorro bravo de vigiança, você não colocar ele na cesta com os gatinhos pra aprender. Você o coloca do lado de um cachorro macho que sabe mostrar os seus dentes e latinhar. Assim ele vai aprender e assim seu filho deve aprender. Não embaixo da meia da sua esposa e brincando com Barbies. Nisso, eu confesso, meu filho brinca com as Barbies das suas irmãs. E elas gritam para caramba porque ele, com a sua espada, gosta de matar elas e tirar as sua cabeças e mostra ela como se fossem troféus. Então, por isso, eu não me preocupe com as Barbies além do fato que elas são um poucos caros peço que ele não as quebre além de que pode ser concertado. A maior razão os homens jovens estão confuso sobre sexualidade é porque não houve um homem nas suas vidas de falar para eles de quem eles são. Eles nunca experimentaram o carinho puro de um homem, um pai. E eles são carentes por isso. O que acontece muitas das vezes é que um rapaz, carente do amor do pai, do exemplo de um homem na sua vida, vai procurando encher esse buraco no seu coração. Só, que ele não sabe do que é, nem como encher e acaba experimentando com coisas, relacionamentos e experiências que não devem. Tudo procurando de encher o buraco e saber que ele é homem. O mais difícil é depois uma experiência homossexual, que geralmente deixa ele revoltado com se mesmo e com muita vergonha, o diabo vem com as acusações, chamando ele de gay e fazendo tudo para convencer ele que aquele ato é prova da verdade, que ele realmente é gay. Daí a vida dele virar uma confusão completa. Os homens que lutam com homossexualismo, no fundo dos fundos estão simplesmente procurando o amor de um homem que eles não receberam dos seus pais. Há uma segurança em saber que o seu pai te ama e te acha homem. Claro que tem muitos outros fatores envolvidos nisso, eu simplifiquei o assunto por causa de espaço. Mas, isso não faz nada para negar o fato que a maioria dos homossexuais hoje em dia não receberam amor ou encorajamento dos seus pai. Eles não receberem uma identidade, uma herança. E eles estão procurando exatamente isso.
E das meninas? Será que a ausência do pai em casa tem efeito nelas também? Claro que tem. Compara as estatísticas de gravidez na adolescência de hoje (mais do que uma milhão bebês nasceram no ano passado de mães adolescentes) com as estatísticas de 30 anos atrás.
Mais de 50% das adolescentes brasileiras sem escolarização, entre 15 e 19 anos, já têm pelo menos um filho.
No Brasil, esses números são ainda mais assustadores. Apesar de campanhas do Ministério de Saúde, relatório do Sistema Único de Saúde (SUS) revela que, no ano passado, dos 2,5 milhões de partos realizados nos hospitais públicos, 689 mil (27,56%) forma de adolescentes.
Pesquisas divulgadas pelo Ministério da Saúde e pela Agência Norte-americana para o desenvolvimento Internacional (Usaid) mostram que entre 1986 e 1996 dobrou a quantidade de jovens que teve a sua primeira relação sexual entre os 15 e 19 anos.
Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 1999, 50% dos homens e 30% das mulheres já haviam tido uma relação sexual completa antes dos 15 anos. Mais de 20% das mulheres entre 13 e 19 anos tiveram pelo menos uma gestação.
O aumento do número de adolescentes que se tornam mães cada vez mais cedo é um fenômeno que transcende as fronteiras nacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisas mostram que a incidência de gravidez entre mulheres dessa faixa etária cresceu em 74,4%, no período entre 1975 e 1989. Dados de 1990 dão conta de que os partos com mães adolescentes representaram 12,5% de todos os nascimentos naquele país
Segundo o sistema de Informações Hospitalares (SIH), nos sete primeiros meses, deste ano, o Sistema Único de Saúde realizou mais de 32 mil partos em adolescentes entre 10 e 14 anos.
Segundo uma pesquisa chamada "Comportamento Sexual da População Brasileira", realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Cebrap em 1998 e 1999, o início da vida sexual do jovem brasileiro está mais precoce do que há duas décadas.
Comparados a uma pesquisa realizada em 1984, esses novos resultados apontam para um fato alarmante: hoje, um terço das meninas e metade dos meninos já transaram antes dos 15 anos no Brasil. Em 1984, só 13,6% das meninas tinham tido uma relação sexual completa antes dos 15 anos. Esse número saltou para 32,3% em 98. Entre os garotos, o número de jovens com a primeira relação sexual antes dos 15 pulou de 35,2% em 1984 para 46,7% em 98.
"Cresce, em todo o País, o número de partos feitos em adolescentes com idade entre 10 e 19 anos. Somente em 1999, de um total de 2,5 milhões de partos realizados, cerca de 700 mil foram de mães nesta faixa etária, o que corresponde a 28% do total de partos realizados na rede pública de saúde".
Aproximadamente 22% de todos os partos são indesejados.
Gravidez não desejada resulta em 50-60 milhões de abortos anualmente, 20 milhões feitos em condições de risco.
Até 10% de todos os abortos ocorrem em meninas de 15-19 anos, adolescentes estão mais propícios a procurar abortamento em estado gestacional adiantado onde os riscos são maiores.
Os números são assustadores: por ano, são mais de 600.000 (seiscentos mil!!) partos de adolescentes no Brasil; por ano, são feitos algo em torno de 500.000 (quinhentos mil!!) abortamentos no Brasil, todos clandestinos e ilegais, uma vez que nossa legislação os proíbe. Com isso, podemos estimar que 1.100.000 (um milhão e cem mil!!) adolescentes engravidam por ano no Brasil. Pensando relativamente, a expectativa é de que uma em cada 17 adolescentes engravide nos próximos meses. Não é de espantar? Como se isso fosse pouco, veja os dados da OMS:
"O Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde, é o país onde mais se pratica aborto (10% dos abortos mundiais), sendo que para cada criança que nasce, duas são abortadas. São 13.090 abortos por dia, 570 por hora, 0,5 por minuto. Como conseqüência do aborto praticado por parteiras e curiosas, ou por médicos em lugares sem a mínima condição de higiene, são muitos os casos em que a mulher sofre seqüelas graves."
A Pesquisa Nacional em Demografia e Saúde, de 1996, mostrou um dado alarmante; 14% das adolescentes já tinhas pelo menos um filho e as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior. Entre as garotas grávidas atendidas pelo SUS no período de 1993 a 1998, houve aumento de 31% dos casos de meninas grávidas entre 10 e 14 anos. Nesses cinco anos, 50 mil adolescentes foram parar nos hospitais públicos devido a complicações de abortos clandestinos. Quase três mil na faixa dos 10 a 14 anos.
Cerca de 20% das crianças que nascem a cada ano no Brasil são filhas de adolescentes. Comparado à década de 70, três vezes mais garotas com menos de 15 anos engravidam hoje em dia.
Dados do relatório da Agência de Planejamento Familiar das Nações Unidas (Unfpa) revelam que uma em cada quatro mulheres no mundo tem um filho ainda na infância, a maioria delas nos países pobres. No Brasil a situação não é diferente: cerca de 1 milhão de jovens tornam-se mães antes de completar 19 anos. De 1993 até hoje, o número de jovens mães de 10 a 14 anos aumentou em 31%. A cada 17 minutos uma garota dessa faixa etária torna-se mãe.
As meninas estão procurando o carinho do pai, o amor que elas precisam, nos rapazes. E os rapazes estão tentando mostrar que eles são homens através da conquista das meninas. Que combinação perigosa.
Eu falo tudo isso, não para condenar ou enterrar os pais com culpa, mas para mostrar a importância do papel do pai nas vidas dos seus filhos e as conseqüências da ausência deles.
Essa geração é confusa porque nós como adultos tem falhado com eles. Nós pisamos na bola. Nós esquecemos de instruir eles nas coisas certas e colocar os valores certos. E quando eu falar de instruir, eu não estou dizendo criar, dar e enforcar regras. Isso não adiantar nada se nós não fazemos questão de mostrar o que é macho de verdade. Um dos problemas conosco é que os nossos pais não fizerem isso e nós não sabemos exatamente como. Eu lembro sendo um menino e querendo andar de bicicleta, mas, eu não sabia. Sabe alguma coisa, isso não me impediu de tentar e aprender. Por que? Porque eu queria. Só porque nós não tínhamos bons exemplos em nossas vidas e porque nós andamos poucos perdidos, não fala que nós não podemos. Basta só querer. Claro que vamos errar. Claro que vamos cair. Mas, com tempo, igual à bicicleta, nós vamos aprender andar, nós vamos aprender de o q eu é um homem e como ensinar os nossos filhos de seguros como homens. Porque nessa segurança, eles vão sair para conquistar, alcançar esse mundo.
E ele (Deus) converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. Mal 4:6
Deus está convertendo os corações dos pais aos filhos. É interessante que Deus primeiramente fala dos pais. Ele não fala primeira que está convertendo os corações dos filhos aos pais. Tudo começa com os pais. O pai é a cabeça da família. Tudo começa com ele. Se uma mudança verdadeira na família vai acontecer, tem que começar com ele.
Mas como? Como Deus está convertendo os corações dos pais?
É interessante de notar que a Bíblia fala que é Deus que está fazendo a mudança nos homens. É Deus que está convertendo os seus corações. É Ele que quer a mudança. Nesses dias, Deus está não somente despertando uma geração de jovens pirados por Jesus, mas, também está despertando uma geração de pais de reconhecer o chamado sobre os seus filhos e a responsabilidade que ele tem de treinar ela e enviar ela ao mundo. Os pais estão reconhecendo a hora do Senhor, a hora de agir. Ainda sendo pouco perdido e sem saber mesmo o que fazer com os seus filhos, eles estão se acordando ao fato que eles estão perdendo os seus filhos para o diabo. Mas, estão começando reagir, falando “não” seu nome será Benjamim, não Ben-Oni”.
O primeiro passo de mudar a direção em que os jovens estão indo é de reconhecer que eles estão indo à direção errada. Sem entender isso, seria impossível de mudar. Se não veja a necessidade de mudar, não tem razão de mudar. Temos que reconhecer o engano que o diabo fez nos nossos filhos bem embaixo dos nossos narizes. Tem muitos pais, até na igreja, que não acha nada errada em os seus filhos tendo namorados ou namoradas e de estejam agarrando com eles ou elas. Eles acham que isso é uma coisa natural, numa fase no processo de crescimento. E os resultados desses atos nesse jogo são “naturais” também.
Numa pesquisa feita durante os últimos cinco anos com 5.000 jovens evangélicos de 22 denominações diferentes com relação às suas vidas sexuais mostra os resultados desses relacionamentos naturais que fazem parte do crescimento de um jovem.
52% perderam a sua virgindade como "crentes"
26% desses estão ativos nas suas vidas sexuais (ainda estão praticando)
A idade média para um rapaz ("crente") perder a sua virgindade é 14 anos
A idade média para uma moça ("crente") perder a sua virgindade é 16 anos
17% das meninas entre 14 e 18 anos de idade que já perderam a sua virgindade estão grávidas ou já estão com um bebê nos braços.
No mundo isso pode ser normal, mas, nós não somos desse mundo.
Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus. (Efésios 2:19)
Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. (Hebreus 11:13)
Nós vivemos de um nível mais alto. Nós vivemos, ou devemos viver, em acordo com o nível de Deus. Temos que nos separar do mundo e dos seus pensamentos do que é normal, seguro e certo. Nós como pais temos que tomar o nosso papel de líder em nossas casas e no mundo de volta. Nós temos que assumir a nossa responsabilidade. É a hora que os pais começam de preocupar com as vidas dos seus filhos e agir em relação. É a hora em que nós falamos “não”. “Não. Eu não aceito as normas nem as modas desse mundo.” “Não. Minha filha de 15 anos não pode namorar.” “Não. Meu filho de 16 anos não pode ter namorada.” Por que? Porque não é a hora de procurar uma esposa ou esposo. E isso é o único razão de aproximar alguém do sexo oposto com uma intenção de casar. Os nossos filhos não são produtos no supermercado numa prateleira esperando para quem quiser vem e experimentar eles e talvez até comprar. Nem é para os nossos filhos tratam os outros jovens nessa maneira. Radical? Pode ter certeza. Bíblico, pode apostar. Seguro? Sem uma dúvida.
Nem me fala que os seus filhos são bons filhos e que você já ensinou eles sobre sexo e limites e que você confia neles para fazer a decisão certa. Parece uma atitude boa e uma mostra de confiança nos seus filhos. Não é, independente do seu coração. É bobagem pura. Desculpe-me, mas essas são as atitudes “boas” e cheias de confiança que estão responsáveis para tantas jovens perdendo a sua virgindade bem cedo na vida (52%). Eu não empresto o meu carro para meu filho de três anos. Por que? Porque ele não sabe fazer com ele. Seria uma situação muito perigosa para ele tanto quanto qualquer outro que se acha perto do carro. Ele sabe como sentar atrás o volante e fingir que ele está dirigindo, mas de jeito nenhum eu vou ligar o carro e “mostrar a minha confiança nele”. Ele não entende mesmo a razão de dirigir, a responsibildade de dirigi ou as conseqüências se errar. Um dia ele vai entender e um dia eu vou emprestar o meu carro para ele. Mas agora não. E isso é o que está acontecendo com muitas jovens hoje em dia. Nós estamos confiando uma coisa nas suas mãos que eles não estão pronto de receber. Eles não estão preparados para receber as “chaves” de relacionamento com alguém do sexo oposto. Eles não entendem tudo que está envolvido emocionalmente ou sexualmente. Eles não estão prontos de lidar com os sentimentos de quando o namorado ou namorada arranjou outro. Por isso, muitos jovens andam deprimidos.
Depressão e Suicídio
Durante muitos anos, acreditou-se que os adolescentes não eram afetados por esta doença, mas atualmente os especialistas sabem que os adolescentes são tão suscetíveis à depressão quanto os adultos. Em todas as faixas etárias, a depressão é um distúrbio que deve ser encarado seriamente. Ela pode interferir de maneira significante na vida diária, nas relações sociais e no bem-estar geral. Nos casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio.
Embora seja um problema pouco conhecido entre os jovens, a doença pode atingi-los facilmente, uma vez que os adolescentes freqüentemente enfrentam várias situações novas e pressões sociais; para alguns, esse período de transição costuma ser turbulento, trazendo alterações de humor e crises emocionais. Embora muitos pensem que estas mudanças de comportamento são normais nos jovens, há evidências de que estes problemas não fazem parte, necessariamente, do processo normal de amadurecimento. Elisabete Fernandes Almeida
Não se sabe exatamente os motivos que levam os jovens a se sentirem profundamente tristes e deprimidos, porém, sabe-se que o mundo em que vivemos está se tornando cada vez mais complexo, e muitos adolescentes se sentem despreparados para lidar com as novas situações e os problemas decorrentes desta realidade. Uma tristeza não resolvida, seja pela morte de um ente querido, pela perda de um amigo ou pelo rompimento de uma relação amorosa, além de problemas emocionais e familiares, também contribuem para o aparecimento do quadro depressivo. Elisabete Fernandes Almeida
Um terço dos adolescentes americanos já sofreu de depressão, aponta um estudo apresentado durante o encontro anual da Academia Americana de Psiquiatria para Adolescentes e Crianças, em São Francisco, nos Estados Unidos. Porém, apenas 20% pediram ajuda médica. Entre os jovens de 15 a 19 anos, 35,5% disseram que haviam se sentido deprimidos por duas semanas
Estando completamente sem apoio no meio familiar, pode buscar desesperadamente o apoio de um grupo de iguais, o qual, pode ser constituído de jovens problemáticos ou francamente delinqüentes. Sem o suporte da família e entre amigos que são fonte insuficiente de apoio, encontramos o ambiente favorável para o desenvolvimento da depressão do adolescente
Segundo os especialistas, a depressão comumente aparece pela primeira vez em pessoas com idade entre 15 e 19 anos. De fato, observou-se nas duas últimas décadas um aumento muito grande do número de casos de depressão com início na adolescência. As pesquisas também mostraram que cerca de 20% dos estudantes do 2º grau sentem-se profundamente infelizes ou têm algum tipo de problema psiquiátrico.
Nos casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio.
“Entre os fatores psiquiátricos associados ao suicídio, em primeiro lugar está a depressão, alteração afetiva predominante no ato suicida, desde sua ideação, intenção até o suicídio de fato. Apesar de vários motivos ou explicações rodearem o suicídio dos adolescentes, como por exemplo, os fatores de ordem sexual, as drogas, timidez, fracasso escolar, problemas sentimentais, de relação familiar, e muitos outros, se a pessoa passar por tudo isso sem depressão ela, certamente, não se suicidará. Alguns autores consideram que, além da depressão, tem sido comum em adolescentes suicidas também um transtornos de conduta” (Beyaert, 1999).
Especialistas observam que entre os jovens de alto risco, muitos tomam a trágica decisão de cometer o suicídio logo após uma situação de grande tensão, como por exemplo o rompimento brusco de um relacionamento, um fracasso na escola, uma briga com os pais, ou um problema com autoridades.
Atualmente, a Segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 19 anos de idade é o suicídio. A primeira causa são os acidentes, principalmente com automóveis.
Dados recolhidos de 1979 a 1995 revelam, o crescimento de 40% nos casos de suicídios cometido pôr pessoas com até 24 anos.
As estatísticas não mentem: vem aumentando o número de jovens entre 15 e 19 anos que tentam suicídio. ATA DE FUNDAÇÃO
Um dado interessante é que o número de tentativas fracassadas de suicídio supera cerca de dez vezes o número das que resultam efetivamente em morte. ATA DE FUNDAÇÃO
O dado é estarrecedor: segundo o IBGE, no Brasil o número de suicídio de jovens aumentou 30% entre 1991 e 2000.
A idéia do suicídio passar pela cabeça de alguém na adolescência é uma coisa normal. (psicanalista Tenório Lima)
O CVV (Centro de Valorização da Vida) é um serviço telefônico grátis que atende 24 horas pessoas que pensam em suicídio. Recebem 4.000 ligações por mês só na cidade de São Paulo.
O CVV não tem estatísticas que mostrem o número de chamadas de adolescentes, mas, segundo Arthur (que não quis revelar o sobrenome), voluntário em Pinheiros, o número é grande.
A cada cinco minutos, um jovem – preponderantemente do sexo masculino - se suicida. Atualmente, pelo menos 100 mil adolescentes cometem suicídio em todo o mundo. No Brasil, em 1997 foram registrados 683 suicídios na faixa etária de até 19 anos, o que representa cerca de 10% do número total de mortes por essa causa Dra. Maria Aparecida Andrés Ribeiro
Nesses vinte anos, os números de acidentes de trânsito aumentaram em 40%; e os de suicídios em 35%. Dra. Maria Aparecida Andrés Ribeiro
Infelizmente, nos últimos 30 anos, o índice de suicídio entre adolescentes triplicou.
É terrível pensar nesta possibilidade, mas a trágica realidade é que o suicídio tornou-se atualmente a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 19 anos de idade, (A primeira causa são os acidentes, principalmente com automóveis). 0 índice de suicídio entre pessoas jovens triplicou nos últimos 30 anos. As estatísticas mostram que cerca de 40% dos estudantes de 2º grau pensaram, em algum momento, em por fim à própria vida.
Os jovens morrem principalmente de causas violentas e o suicídio é a terceira causa de morte em adolescentes. Para cada suicídio de um adolescente, existem 10 tentativas. As moças tentam 3 vezes mais o suicídio que os rapazes, mas os rapazes alcançam a morte mais freqüentemente que as moças e utilizam métodos mais violentos. Enio A. M. Resmini
As estatísticas mostram que cerca de 40% dos estudantes de 2º grau pensaram, em algum momento, em por fim à própria vida
Em dados publicados pelo Centers for Disease Control and Prevention (Department of Health and Human Services), United States, 1997. MMWR 1998;47 (No. SS-3), pode-se entender que a tentativa de suicídio é mais freqüente em adolescentes femininas (27,1%) que masculinos (15,1%). Também se vê que 20,5% dos jovens examinados tinham considerado seriamente tentar o suicídio nos últimos 12 meses e, destes, 15,7% tinham feito uma plano específico para o suicídio, além disso, 7,7% dos adolescentes pesquisados tentaram o suicídio uma ou mais vezes nos 12 meses que precedem a pesquisa.
Variáveis familiares costumam estar fortemente associadas com o ato suicida de adolescentes. Algumas dessas variáveis dizem respeito à estrutura familiar, bem como às e relações entre os membros da família (Kurtz & Derevenske, 1993; Paluszne, Davenport & Kim, 1991; Wagner e Cohem, 1994).
Namoro é de fingir casado sem entender as responsabilidades envolvidas num relacionamento desse e os perigos se errar. E nós, porque queremos mostrar a nossa confiança, esta colocando eles numa situação perigosa. Eu sei que a maioria dos jovens se acha pronto para começar curtir esse lado de namoro e meu filho se acha pronto de dirigir o meu carro. Esse é o momento em que os pais têm que agir como pais. Nós temos que ver que eles não estão prontos e dizer “não”. Quantas mães já passaram uma noite segurando a sua filha enquanto ela chora nos teus braços porque o coração dela está rachado porque um relacionamento com um namorado acabou. Que coisa linda. Linda nada! Nós estamos colocando os nossos filhos na linha do fogo e quando eles ficam atirados nós corremos lá para segurar neles e até achamos lindo. A culpa é nossa. Eles nunca deviam estar naquela situação. Só falta alguns pais com a coragem de ser homens e fazer o seu papel de líder e proteger os seus filhos. O fato é que nós não estamos somente protegendo os nossos filhos, mas, também, estamos protegendo a geração deles de muitas dificuldades. Todas as vezes que uma menina fica queimada num relacionamento, uma cicatriz fica, cicatrizes que não desaparecerem com facilidade e mais difícil é de esquecer da dor. E o que acontece é que ela um dia vai entrar numa aliança chamado casamento, só que ela vai levar todos os seus cicatrizes para dentro do seu casamento. E esses têm conseqüências. Ela entra no casamento danificado e desconfiaste no mundo dos homens. Quer ou não é difícil de confiar totalmente em alguém do sexo oposto se já foi machucado num relacionamento. Aquele pensamento de será que ele vai me machucar fica na cabeça, aquela desconfiança. É um defeso natural. Se já queimou a sua mão no fogão, para o resto da sua vida, quando aproximar a fogão, você vai ficar esperta. Nós temos uma responsabilidade de proteger os nossos filhos num jeito que vai poupar eles dessas experiências doloridas que deixam cicatrizes e se afeita para o resto das suas vidas.
Quantas mães já passaram tempo olhando para dentro de um caixão para um filho morto porque confiou nele para ir ao uma festa e não beber, ou se beber de não dirigir, mostrando a sua confiança. E ele contra bom juízo bebeu e dirigiu, acabando a sua vida num acidente. Todo feito no nome de “confiança”. Nós não temos uma responsabilidade ou obrigação de mostrar confiança antes da hora certa só porque uma sociedade confusa está. Nós temos uma responsabilidade de ensinar, preparar e proteger.