Jesus ou Barrabás história
Pr. Jeff Fromholz23 de mar de 2008
Jesus ou Barrabás?
“Naquela ocasião estava preso um homem muito conhecido, chamado Jesus Barrabás. Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou: - Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias? Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, a sua esposa lhe mandou o seguinte recado: - Não tenha nada a ver com esse homem inocente porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele.” (Mt 27.16-19)
Começando aqui nós temos algumas pessoas principais na história e antes de correr para o fim de qual a maioria já sabe, eu gostaria gastar um pouco tempo falando de quem estava envolvido pois isso vai fazer a história mais real e completo. Na verdade, muitas vezes, nós perdemos coisas importantes e o peso de uma situação por falta de entender o que estava por trás e quem estava envolvido e o que eles pensavam. Se eu falo para você que um homem pulou do sétimo andar de um prédio e morreu, você pensaria, “Que louco. Que doido se jogar do sétimo andar. Devia ter sido alguém em triste ou doente mesmo.” Mas se eu te conto a história de uma moça abusada pelo seu padrasto por anos que acabou de ser deixado por seu namorado depois ele descobriu que ela estava grávida com seu bebê e que naquele dia ela decidiu que vivendo não valia a pena mais e assim foi até o sétimo andar de um prédio com a intenção de se jogar, o que você pensaria. “Puxa, que vida difícil. Quase faz sentido.” Mas antes de ela se jogar, um homem, um zelador do prédio viu ela e foi até a beira do prédio para conversar com ela. Depois descobrindo tudo que tinha acontecido na vida dela, ele fez o seu melhor tentado convencer ela de não pular. Mas ela não quis saber de continuando e se virou e num momento final, quando ela se jogaria, o zelador pulou e pegou ela pelo braço e usando todas as suas forças ele puxou ela e no mesmo tempo que ela estava caindo no telhado, o zelador perdeu seu equilibrio e caiu do prédio, sete andares, até a sua morte. Faz uma grande diferença conhecendo toda a história, não faz.
Então, voltando a que está história diante de nós; Em 69 a.C. Júlio César começoua sua carreira pólitico. Em 63 a.C., o General Pompeu conquista a Judeia e anexa o território ao domínio romano. Em 60 a.C. Júlio César foi declarado, imperator, “comandante”, pela primeira vez. Em 47 a.C. César teve um caso com Cleopatra, Rainha de Egito, e a sua união resultou num filho. Eles contiuavam seu relacionamento por mais do que 14 anos nunca casando porque a lei romana proibiu. 15 de Março no ano 44 a.C. Cesar foi assassinado. Otávio, biz sobrinho de César, herdeu a posícão de César através do último testemunho dele. Um governo de três líderes foi estabelicido com Otávio, Marco Antônio, e Lépido. Começou um perido de guerras civís com o terçiero numa guerra com Marco António no outro lado. Durante esses anos António tinha casada com a amante de César, Cleopatra. Antônio e Cleopatra foram derrotados no ano 31 a.C. e no ano seguinte os dois se suicidaram e o filho da união entre César e Cleopatra, Cesarión, foi assassinado. No ano 29 a.C. Otávio se tornou o primeiro emperador romano. No ano 27 a.C., o Senado romano deu a Otávio o título de augusto — "consagrado" ou "santo" — que mais tarde se converteu em sinônimo de imperador. O título passou desde então a identificar seu próprio nome e como Augusto tem sido reconhecido pela história. No ano 14 Tibério, o seu filho adotivo (a sua mãe tinha divorciado o pai de Tibério para poder casar com Augusto) se tornou o segundo emperador. No ano 5 a.C. Jesus nasceu. Interessante que Jesus não nasceu em 0 d.C. como muitos pensam. Isto é devido um erro de cálculo do acadêmico Dionysius Exiguus que foi encerregado pelo Papa João I para estabelecer um calendário de festas para a igreja. Dionysius calculou o nascimento de Jesus baseado no ano da fundação de Roma. Mas, por causa de dados insuficientes ele chegou a uma data uns anos depois o evento atual.
Então, quando Jesus nasceu, Roma já estava reinando em Judeia por 58 anos e os judeus ainda não tinham acustomados da ideia e não gostavam nenhum pouco. E assim entra a expectativa e esperança do Messias. Na concepção deles, o Messias estabeleceria o seu reino físico na terra, dando controle do pais a volta a eles.
E isso era sua esperança em Jesus sendo o Messias. E por isso tantas pessoas encontravam com ele na entrada de Jerusalém dias ates de ser crucificado jogando ramos de palmeiras no chão e gritando, “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mc 11.9-10)
Voltando a história da hora achada em Mt 27; nós temos Jesus Cristo, Pôncio Pilatos e a sua esposa Claudia Procula. Só uma pergunta rápida, “Você já sabia do nome dela?” Nem eu, antes. Pilatos foi o quinto Prefeito (praefectus) da província romana da Judéia e governava entre os anos 26 e 36. E ele era o homem infeliz que se achou bem no meio de uma confusão criado pelos líderes religiosos acerca de Jesus.
Claudia Procula, esposa de Pilatos era a filha do segundo emperador de Roma, Tiberius, e a neta do emperador Augusto que foi adotado e criado por seu biz tio Julius Cesar. Augusto era um dos maiores generais na história de Roma e se tornou o primeiro emperador de Roma depois que venceu Antônio e Cleopatra. A história conta que Claudia converteu depois a morte de Jesus.
Na história nós achamos Jesus diante do Prefeito Pilatos e ele tentando decidir o que fazer com Jesus. Ele sabe que é inocente,mas a pressão da multidão é demais. Naquela hora ele recebe um recado da sua esposa que teve um sonho, mais como pesadelo, e adverte Pilatos de não fazer nada com aquele homem INOCENTE. Infelizmete por Pilatos e a fama dele por toda história, ele não deu importância ao recado e advertência da sua esposa.
Interessante, Calpurnia, a esposa de Cesar, mais ou menos 60 anos antes teve três sonhos numa noite só de quais ela acordou gritando por socorro. Na próxima manhã ela implorou o seu marido de não sair da casa. Mas, ele, como a maioria dos homens não deu ouvido e foi, nunca mais de voltar. Ele foi assassinado na reunião que tinha marcado com o senado.
“Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias?”
“Os chefes dos sacerdotes e os líderes judeus convenceram a multidão a pedir ao governador Pilatos que soltasse Barrabás e condenasse Jesus à morte. Então o Governador perguntou: - Qual dos dois vocês querem que eu solte? - Barrabás! - responderam eles.” (Mt 27;20-21)
Assim nós chegamos o assunto que quero abordar. Na verdade, ele começa com uma pergaunta em vez de uma declaração, “Por que eles escolheram Barrabás em vez de Jesus e por que nós continuamos escolhendo ele?”
Quem era Barrabás?
Barrabás não era simplesmente Barrabás mas, Jesus Barrabás; isto era o seu nome completo. Varíos versões da bíblia tem tirado o nome Jesus antes de Barrabás por que aqueles que traduzivam a bíblia nos tempos passados achavam um desrespeito ao Jesus Cristo de deixar esse cara ser chamado do mesmo nome, então deixavam fora. Mas sabemos que Barrabás era um sobrenome e Jesus era um nome comum naquela época.
O sobrenome Barrabás é uma combinação de duas palavras no Araimico: bar que significa filho e abba que já sabemos que significa pai, “filho do pai”. O literal do seu nome é “Jesus, filho do pai”. Ele não era o “Filho do Pai”, mas é bastante interessante que os judeus foram oferecidos uma escolha entre um “filho do pai” e O “Filho do Pai”.
É mais provável que ele era bem educado, e conectado, especificamente politicamente, do que o doido que representa ele no Paixão de Cristo. Ele fez parte de um grupo político chamado dos Zelotes. A palavra Zelote vem da palavra zeloso. Na época eram quatro partidos politicos, os Saduceus, os Fariseus, os Ersenes, e os Zelotes. Jesus tinha um Zelote que andava com ele; Simão o Zelote era um discípulo Dele. (Lc 6.15) Eles eram nacionalistas que queriam ser livres de Roma a qualquer custo. Eles até matavam se achavam necessário para avançar a causa.
Mc 15.7; Naquela ocasião um homem chamado Barrabás estava preso na cadeia junto com alguns homens que tinham matado algumas pessoas numa revolta.
Eles advogavam em favor de violência e roubando para suprir as suas necessidades e sustentar a causa. Eles incentivavam o povo de rebelar contra o Império Romano e expelir ele do pais através de força com armas.
Eles argumentavam que Israel pertencia somente ao um rei que vem da família de Davi.
Muitos professores da bíblia pensam que Barrabás era um líder importate da rebelião. A bíblia nos fala que ele era “muito conhecido”. O literal disso é que ele era famoso, popular, e notável. E isso nos ajuda de entender porque eles queriam a libertação dele, além dos secerdotes incentivando o povo de gritar por ele. Ele era um herói, alguém que estava lutando pela liberdade dos judeus.
Semelhanças entre Jesus e Barrabás
Existe muitas semelhanças entre Jesus e Barrabás além dos seus nomes sendo o mesmo, “Jesus, filho do pai”. Os dois eram líderes de uma “rebelião”. Ou no mínimo o que foi percebido de seu uma rebelião. Um era carnal e o outro espiritual, mas os dois estavam rebelhando. Barrabás contra Roma e Jesus contra o sistema religiosa do dia ao ponto que os líderes religiosos queriam ele morto. Os dois estavam marcados por morte:
Barrabás pelos romanos e Jesus pelos judeus. Os dois eram muito conhecidos. Os dois tinham seguidores e os seus seguidores estavam esperando um novo reino. Os dois pregavam uma mensagem de libertação:
Barrabás do poder de Roma e Jesus do poder e pena de pecado.
A Escolha
“Qual dos dois vocês querem que eu solte?”
Pilatos ofereceram a multidão uma escolha entre Jesus e Barrabás. Um seria solto e o outro morreria. Era uma escolha entre dois reinos e duas maneiras diferentes de entrar. Barrabás representava o reino desse mundo, o temporal, e tentando achar salvação nesse mundo, entrando através de maneiras humanas, até violência. Jesus representava o Reino de Deus que nós entramos através de fé. Era uma decisão entre salvação através de egosismo, violência e exercendo poder ou salvação pela fé.
Nessa decisão nós achamos duas pessoas diferentes falado o que parece de ser a mesma língua mas com dois sentidos totalmente diferente. Jesus acreditava em bondade, mansidão, graça, fé, e um reino futuro. Barrabás acreditava em orgulho, poder, posição, fama e o reino agora. Jesus ensinava de amar seus inimigos. Barrabás matava deles. Era uma escolha entre se negando e carregando uma cruz ou materialismo, dinheiro, fama, e poder.
É interessante que nem uma semana antes o povo estava jogando suas roupas no chão e gritando por ele. Eles estavam enamorados com ele. Ele encarava os líderes religiosos sem medo e falava de seu reino e libertando os cativos. Era tudo que eles estavam sonhando e esperando.
“Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!”
O povo queria Jesus. Mas qual? Jesus Cristo ou Jesus Barrabás? Eles queriam um Jesus guerreiro que retornará o poder a Israel agora, não um Jesus oferecendo coisas espirituais e futuras. Eles queriam Jesus Barrabás! Ele era um deles. Ele acreditava nesse mundo, em poder e libertação agora. Ele acreditava em trazendo soluções políticos através o poder do braço e não um tipo de “se alguém te bate, virar seu rosto”.
Nós temos que lembrar que fazia quase 80 anos desde Roma conquistou eles já era um bom tempo que eles estavam esperando pelo o Messias chegar e libertar eles. A multidão queria a sua libertação e não numa data no futuro, eles querem liberdade agora. A decisão para eles não era difícil fazendo mais fácil ainda os líderes conseguir todos gritar para Barrabás. O que os líderes estavam instigando era secundário, eles queriam liberdade agora. Elese queriam poder agora. Eles queriam dignidade agora. Eles queriam mudança agora. E Barrabás representava tudo isso para eles, AGORA.
“Qual dos dois vocês querem que eu solte? - Barrabás! - responderam eles.”
No seu comentário do evangleho de João, Dr. James M. Boice cita a descrição do Dr. Barnhouse's da reação de Barrabás:
“A tropa romana tinha parado a revolta e tinha tomado Barrabás. Sua culpa foi estabelecido. Foi jogado na sua célula para esperar o momento da sua morte. As pessoas que trabalham as prisões falam que um homem que é ser enforcado tem dificuldade em manter sua mão longe da sua garganta onde a corda em breve estrangular. Fui contado por um capelão numa prisão onde homens são executados numa câmara de gás que o condenado prática respiração longa, e às vezes segurará sua respiração até que parece que os seus olhos estourarão das suas cabeças. Sabem que serão colocado numa câmara de gás e que ouvirão um som de gás assobiando anunciando a morte entrante, e que a respiração eles forçam nos seus pulmões agora estará o último que jamais saberão. Segurando a sua respiração, esforçando-se nos cordões que os amarram a sua cadeira, até que eles são forçados pela lei inexorável de respiração exalar a última respiração que conteve oxigênio puro e tomar a morte que flutua ao redor deles. O Barabbas deve ter olhado as palmas das suas mãos e perguntou-se como sentiria ter os pregos destruindo a carne. Deve ter se lembrado de cenas de morte de crucificação, e a agonía lenta das vítimas que sofreram às vezes durante um ou dois dias antes de morte misericordiosa veio liberá-los. Deve ter acordado com um susto se ouvisse qualquer martelar na cadeia, e sua mente deve ter antecipado o som dos martelos que trariam a morte perto a ele. E então, na sua prisão, ele ouviu o murmurar vago da multidão que rugiu fora como o murmúrio de um mar conflituoso. Pensa que ele ouve o próprio nome. Pode perceber que há gritos zangados, e o temor cresce no seu coração. Então ouve o som de uma chave no cadeado, e um carçereiro vem a ele e o libera da corrente que está ao redor dele, pois a Bíblia conta que estava amarrado. Deve ter pensado que seu tempo tinha vindo, mas o carçereiro o leva à porta e o conta que é livre.” Jesus Barrabás foi poupado à custa de Jesus Cristo. Nós também fomos poupados à custa de Jesus Cristo. Num sentido, cada um de nós é um Barrabás querendo tudo agora, conforto, felicidade, dinheiro, reconhecimento, poder. E no mesmo tempo somos a multidão gritando para o que nós achamos que é necessário nesses momento. Não vem com esperanças futuras, nós já temos esperado muito tempo. “Nós dar Barraás!” A maioria de nós se fomos dado uma escolha entre o que Jesus pregava e o que Barrabás pregava, escolheremos Barrabás. Na verdade, nós já escolhemos ele e a mensagem dele todo dia. “Tudo é sobre mim. Tudo é para mim.” Me lembro de um cântico da banda Queen, era até um que sempre estava no fundo do seriado “Highlander” que eu achava bem maneiro e a o cântico foi assim, “I want it all. I want it all. I want it all. And I want it now.” Meu medo não é se eu ando pela rua cantando esse cântico ou não, mas se eu sinto a essência dele no meu coração. Será que eu estou contente de viver minha vida revoltado com as injustiças desse mundo como Jesus estava, ou será que eu sou mais como Barrabás e a multidão, mais interessado nas injustiças na minha própria vida?
As "autoridades judeus escolheram (religiosamente) a pessoa errada a liberar", as "autoridades romanas escolheram (politicamente) a pessoa errada a crucificar". E nós cada dia escolhemos erradamete quando colocamos as nossas necessidade e desejos no primeiro lugar, no único lugar. Jesus pregava uma mensagem se auto sacrifício, se negando e tomando uma cruz, amando Deus no primeiro lugar e seu vizinho como se mesmo. A escolha está para ser tomado tudo dia, a maneira de Jesus ou a maneira desse mundo. Jesus ou Barrabás? Quem você escolharia?