Namoro e os Pais
Pr. Jeff Fromholz06 de abr de 2011
Namoro e os Pais
52% perderam a sua virgindade como “crentes”
26% desses estão ativos nas suas vidas sexuais (ainda estão praticando)
A idade média para um rapaz (“crente”) perder a sua virgindade é 14 anos
A idade média para uma moça (“crente”) perder a sua virgindade é 16 anos
17% das meninas entre 14 e 18 anos de idade que já perderam a sua virgindade estão gravidas ou já estão com um bebê nos braços
No mundo isso pode ser normal, mas, nós não somos desse mundo.
NÓS NÃO SOMOS NORMAIS E NÃO DEVEMOS AGIR ASSIM.
Ef 2:19; Agora vocês que não são judeus não são mais estrangeiros e visitantes. Vocês são cidadãos junto com todo o povo santo de Deus e membros da família dele.
Hb 11:13; Todas essas pessoas morreram ainda acreditando naquilo que Deus havia prometido. Eles não receberam o que foi prometido, mas o viram de longe e tomaram posse confessando que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
O nível de Deus
Nós vivemos de um nível mais alto. Nós vivemos ou devemos viver em acordo com o nível de Deus. Temos que nos separar do mundo e dos pensamentos do que é normal, seguro, e correto.
Desde quando nós recebemos os nossos valores do mundo?
A hora dos pais
Nós como pais temos que tomar o nosso papel de líder em nossas casas e no mundo de volta. Nós temos que assumir a nossa responsabilidade. É a hora que os pais começam de preocupar com as vidas dos seus filhos e agir em relação.
A hora de “não”
É a hora em que nós falamos “não”.
“Não. Eu não aceito as normas nem as modas desse mundo.”
“Não. Minha filha de 15 anos não pode namorar.”
“Não. Meu filho de 16 anos não pode ter namorada.”
Por que? Porque não é a hora de procurar uma esposa ou esposo. E isso é a única razão de aproximar alguém do sexo oposto; com uma intenção de casar. Os nossos filhos não são produtos no supermercado numa pratileira esperando para quem quiser vem e experimentar eles e talvez até comprar. Nem é para os nossos filhos tratam os outros jovens nessa maneira.
Radical? Pode ter certeza.
Bíblico? Pode apostar.
Seguro? Sem uma dúvida.
Mostrando confiança
Nem me fala que os seus filhos são bons e que você já ensinou eles sobre sexo e limites e que você confia neles para fazer a decisão certa. Parece uma atitude boa e uma mostra de confiança nos seus filhos. Não é; independente do seu coração. É bobagem pura. Desculpe-me, mas essas atutiudes são as atitudes “boas” e cheias de confiança que estão responsaveis para tantas jovens perdendo a sua virgindade bem cedo na vida (52%).
a. Jordan e meu carro
Eu não empresto o meu carro para meu filho de três anos. Por quê?
Porque ele não sabe fazer com ele. Seria uma situação muito perigosa para ele tanto quanto qualquer outro que se acha perto do carro. Ele sabe como sentar atrás o volante e fingir que ele está dirigindo, mas de jeito nenhum eu vou ligar o carro e “mostrar a minha confiança nele”. Ele não entende mesmo a razão de dirigir, a responsabilidade de dirigir ou as consequências se errar. Um dia ele vai entender e um dia eu vou emprestar o meu carro para ele. Mas agora não.
Jovens e as chaves
E isso é o que está acontecendo com muitas jovens hoje em dia. Nós estamos confiando uma coisa em suas mãos que eles não estão prontos de receber. Eles não estão preparados para receber as “chaves” de relacionamento com alguém do sexo oposto. Eles não entendem tudo que está envolvido emocionalmente ou sexualmente. Eles não estão prontos de lidar com os sentimentos de quando um namorado ou uma namorada arranjou outro. Por isso muitos jovens andam deprimidos. Eles andam com corações rachados.
Conclusão:
Namoror é de fingir casado sem entender as responabilidades envolvidas num relacionamento desse e os perigos se errar. E nós porque queremos mostrar a nossa confiança, estamos colocando eles numa situaçãop perigosa.
Eu sei que a maioria dos jovens se acha pronto para começar curtir esse lado de namoro e meu filho se acha pronto de dirigir meu carro.
Esse é o momento em que os pais têm que agir como pais. Nós temos que ver que eles não estão prontos e dizer “NÃO!”. Quantas mães já passaram uma noite segurando a sua filha enquanto ela chora nos seus braços porque o coração dela está rachado porque um relacionamento com um namorado acabou. Que coisa linda. Linda Nada! Nós estamos colocando os nossos filhos na linha do fogo e quando são atirados nós corremos lá para segurar neles e até achamos lindo. A culpa é nossa. Eles nunca deviam estar naquela situação. Só faltam alguns pais com a coragem de serem homens e fazer o seu papel de líder e proteger os seus filhos. O fato é que nós não estamos protegendo somente os nossos filhos, mas, também, estamos protegendo a geração deles de muitas dificuldades.
Cada vez que uma menina é queimada num relacionamento, uma cicatriz fica; cicatrizes que não desaparecerem com facilidade e mais difícil é de esquecer-se da dor. E o que acontece é que ela um dia vai entrar numa aliança chamado casamento, só que ela vai levar todas as suas cicatrizes para dentro do seu casamento. E esses têm consequencias. Ela entra no casamento danificado e desconfiando no mundo dos homens. Quer ou não, é difícil de confiar totalmente em alguém do sexo oposto se já foi machucado num relacionamento. Aquele pensamento de “Será que ele vai me machucar” fica na cabeça, aquela desconfiança. É um defeso natural. Se já queimou a sua mão no fogão, para o resto da sua vida, quando aproximar a fogão, você vai ficar esperta. Nós temos uma responsabilidade de proteger os nossos filhos num jeito que vai poupar eles dessas experiências doloridas que deixam cicatrizes e se afeitam para o resto das suas vidas.
Mas, queremos mostrar confiança neles.
Quantas mães já passaram tempo olhando para dentro de um caixão para um filho morto porque confiou nele para ir ao uma festa e não beber, ou se beber de não dirigir, mostrando a sua confiança? E ele contra bom juizo bebeu e dirigiu, acabando a sua vida num acidente. Todo feito no nome de “confiança”.
Nós não temos nenhuma responsabilidade ou obrigação de mostrar confiança antes da hora certa só porque uma sociedade confusa está. Nós temos uma responsabilidade de ensinar, preparar e proteger.
Mal 4:6; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais