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Folha A·383
Geração BenjamimJeff FromholzObra reunida
04 de nov de 2008

Neo-Baalismo - o capítulo

Pr. Jeff Fromholz04 de nov de 2008

O Neo-Baalismo de Hoje

(Masturbação Espiritual)

Jn 4.24; Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.

Do lado de for a os sons era tremendous, desespero misturado com satisfação. “Vem! Vem! Óooooo!!! Óooooo!!! Eu te amo! Eu te preciso! Vem!” Obviamente algo euforico estava acentencendo. Será que Deus tinha descido mesmo?

Não, eu não estou referindo a um culto de adoração moderno, estou descrevendo uma cena da antiga adoração de Baal.

A palavra "Baal", no hebraico significa "senhor", "marido", "possuidor". Baal era o Deus principal dos cananeus quando Israel entrou na terra prometida. Ele era originalmente o deus de fertilidade e mais tarde se tornou o deus da chuva também.

A adoração de Baal estava baseado em imoralidade e emocionalismo, como todos os cultos pagãos daquele tempo.

A enfase de Baalismo estava na experiência subjetiva do adorador. Imagens coloridas e sensacionais foram usado. A música e as danças era a maneira de tirar as pessoas das suas diversidades pessoais e unir todo mundo numa resposta comum. Atividade sexual na adoração era frequente pois assim atingiu o alvo primordial na adoração de Baal completamente levando a pessoa a sentir totalmente a paixão do momento religioso.

A expressão suprema de Baalismo era as suas prostitutas sagradas.

Contaminação do povo de Deus.

1 Reis 16.30-33; (Acabe) Ele pecou contra o SENHOR Deus mais do que qualquer um dos que haviam sido reis antes dele. Não se contentando em pecar como o rei Jeroboão, Acabe fez pior e casou com Jezabel, filha de Etbaal, rei de Sidom, e adorou o deus Baal. Acabe construiu um templo para Baal em Samaria, fez para ele um altar e o colocou no templo. Levantou também um poste-ídolo e assim fez mais coisas para deixar o SENHOR Deus irado do que todos os reis de Israel haviam feito antes dele.

Acabe, ainda que apoiou adoração a Baal, não quis trocar o Yahweh por Baal, mas, juntar os dois.

Ahab continuou adorando Deus e cosultando Seus profetas e deu nomes aos seus filhos baseado em Deus, Acazias (Yahweh segura) e Jorão (Yahweh é exaltado)

Esse era o problema maior na história de Israel. Eles nunca abandonaram Deus para adorar Baal ou qualquer outro deus, mas sempre misturavam. Eles simplesmente adicionavam o novo deus da hora a adoração do Deus vivo.

No caso de Baal, o povo achava que adoraçào a ele através de atos sexuais com as prostitutas sagradas excitava ele que então mandou a chuva a terra fertíl. Quando tinha uma colheita em abundância, Baal foi adorado. Quando houve uma seca, era um sinal que os deuses de Baal não estavam felizes.

É nesse contexto que achamos Elias no Monte Carmelo desafiando os sacerdotes de Baal. O negócio era realmente sobre quem controlava a chuva, Baal ou Yahweh?

Elias tinha profetizado no nome de Deus quer não choveria.

O sacerdotes de Baal dançavam, cantavam, gritava, se esforçavam, até se cortavam.

Parece com um tempo de adoração numa conferência de adoração menos o cortando.

Elias não precisava fazer show, ele simplesmente orava e pediu Deus mandar fogo e depois a chuva.

Nós também não precisamos implorar ou manipular Ele de vir. Como Elias, nós simplesmente precisamos pedir e Ele virá.

Prostituição

A acusação dos profetas de prostituição era literal em relação do que estava acontecendo nos templos, mas, também era espiritual, e ela até contaminou a teologia de adoração.

Era uma acusação contra uma adoração que procurava ser realizado através de uma expressão pessoal, adoração que aceitava as necessidades, desejos, e paixões do adorador como os ingredientes.

Prostituição é adoração que fala, “Eu vou te satisfazer. Você quer sentimentos religiosos? Eu te dou. Você quer suas necessidades supridos? Eu faço na forma mais atraitíva a você.”

Um Deus que se coloca no lado oposto aos desejos, preocupações, e percepções da pessoas é incompreensível no Baalismo e descartado.

Baalismo é adoração reduzido ao nível espiritual do adorador.

Ela deve ser interessante, relevante, e excitante.

Adoração a Deus

A adoração de Deus foi estabelecido como uma forma centrado na proclamação da palavra e aliança de Deus.

Um apelo foi feito a vontade do homem e inteligência racional do homem foi chamado a atenção para responder a vontade de Deus.

Os homens são chamados a servir, amar, obedecer, e agir com responsabilidade.

Baalismo estava baseado totalmente na experiência do adorardor, seus sentimentos e prazeres.

Na adoração de Yahweh sempre existia uma enfase, uma pressão continua, de elevar adoração na esfera da inteligência ciente e conceitos claramente definidos.

Adoração no Israel não era algo de ficar ao lado e assistir; era mais do que o momento; era algo que procuravo se incorporar no total da vida humana, uma expressão autêntica de uma religião viva.

A Palavra e Aliança de Deus iniciou e controlou adoração, mas participação sensória não foi excluida.

A vida sensorial tinha sua parte no relacionamento com Deus. Mas variada que era, ela sempre foi definida e controlado pela Palavra de Deus.

Nada foi feito simplesmente por causa da experiência sensorial envolvido.

A supremacia estava no relacionamento espiritual entre o individual e Deus e não a experiência subjetiva do individual.

Adoração Moderna

Hoje existe duas coisas que dominam a adoração moderna:

As experiências; sentindo algo. Esse é o maior alvo do adorador. Ele quer sentir Deus, quer ouvir a Sua voz, quer ser tocado, e ele vai atrás com todos seus esforços.

A falta de experiências: de qual a pessoa sair reclamando que não recebeu nada, era seco, vazio, sem Deus.

Na veradade, tudo revolve em volta das experiências.

Isso é Neo-Baalismo! Adoração em que o adorador e o que ele deseja, necessita, espera, é o foco e não Aquele que está sendo adorado.

As frases sobre “experiências de adoração” tem substituido a frase “vamos adorar Deus”. “Eu senti…. Me arripiei!”

As experiências encorajar subjetividade, o que você sente, ouça, numa expressão religiosa, é sua experiência pessoal, ela faz sentido a você.

Por isso é vaálido reclamar da falta de sentir algo.

“O adoração era ruim hoje. Eu não recebi nada. Eu não senti nada.”

Isso é considerada uma crítica brava e sério a qualquer equipe de louvor. E a razão de por que muitas pessoas saiem de uma igreja na procura de uma outra.

É uma desculpa válida de não participar em algo que a experiência pessoal testifica que é irrelevante e não interessante.

O entendimeto que valida essa atitude é que adoração deve ser atraitiva e gratificante para o adorador.

Isso é Neo-Baalismo! Adoração feito as especificações espirituais e emocionais do adorador particular.

Adoração Verdadeira

Adoração verdadeira é objetiva e faz sentido a Deus independente do que você sente.

Nem a bíblia ou a igreja histórica usam a palavra “adoração” para descrever uma experiência.

Adoração não é subjetiva ou privata.

Adoração não é o que eu sente quando estou sozinho.

Adoração não é algo que alguém experimenta, mas algo que ele faz, independente de como ele sente no momento, ou até se ele sente qualquer coisa.

Adoração é como eu agir com Deus em relação o povo de Dele.

O único lugar que achamos uma experiência de adoração sendo encorajada era em Baalismo.

Em Israel e na Igreja Evangélica Histórica, adoração nunca estava dependente dos sentimentos humanos ou na clima. Não era cada um fazendo o que sentiu na hora. Deus revelou a sua natureza e exigiu obediência a ela. Adoração era o ato de receber aquela revelação e obedecer ela.

ADORAÇÃO ALÉM DO HOMEM

Hoje a ideia de uma adoração que vai além dos sentimentos e emoções do adorador é algo colcado ao lado.

Adoração é sobre a experiência, carregando a bateria em preparação da semana vindo.

Assim, a única coisa que não pode ser tirado da adoração crsitã, o Deus da aliança que se revela na Sua Palavra, é deletado.

Adoração moderna é pra e sobre o adorador. Ela se esconde numa falsa declaração de adorar Deus quando os desejos pessoais são o alvo.

A adoração popular hoje é nada mais do que uma forma moderna da antiga adoração de Baal.

É uma busca por uma gratificação pessoal. A única diferência é que hoje é um a masturbação mental do adorador em vez do ato sexual do velho Baalismo.

O homem pode ser entretenado, sentir um calor, diversão, ou excitado na adoração, mas ele não vai ser mudado ou salvo.

Seus sentimentos e emoções podem crescer, mais a sua santidade não será tocado e seu Deus fantasiado.

O PERIGIO DO NEO-BAALISMO

A parte da adoração do culto moderno é o que recebe mais atenção, a parte de qual o povo mais comenta. É raro que ouvir o povo cometando ou criticando a palavra do pastor. Mas a adoração está bem vigiado.

A igreja hoje tem se tornado numa loja preocupado em satisfazer seus clientes, como conquistar os clientes da competição, como fazer a embalagem mais atraitiva para que os clientes pagam mais.

Eugene Peterson fala que esse consumerismo eclasiastico tem subvertido adoração. Em vez de abandoner a adoração, eles fazem algo pior, eles subvertem ela. Eles fazem ela um lugar de entretenimento que renova os clients enjoados e cansados.

A atenção é tirado de Deus e o que Ele está fazendo e colocado no homem e o que ele está fazendo.

Adoração tem se tornado em algo que reflete a experiência de Deus em vez da verdade de Deus.

O FRUTO É UM POVO DESIQUILIBRADO, MÍSTICO, E FRUSTADO

Solomão falou, “Tudo é vaidade.” Hoje, “Tudo é ‘masturbação espiritual.’” “UUUHHH, UUUHHH, UUUHHH”.

O que é? Uba, Uba. Manipulando e criando um ambiente falso para tentar satisfazer as pessoas. “ELE ESTÁ AQUI!” “NÃO DESISTA!”

No fim, tudo isso não dar em nada. São experiências vazias, faltando Deus.

Depois dois meses ou um ano, aonde estão aqueles que foram “tocados” tão profundo?

Eu tentando mamar meu filho. Ele não vai ficar contente por muito tempo. Ele quer a coisa real, algo que sustenta.

O problema é que nós estamos acustamados e contentes com nossa masturbação espiritual fingindo que nossas experiências são coisas reais enquanto morremos de fome.

Existe uma grande diferença entre masturbação e sexo.

Os dois dão a mesma sensação e prazer

Somente um dar fruto

A maior parte da nossa experiência cristã na igreja é nada mais do que uma bombada sessão de masturbação espiritual em que todos de nós se esforçamos de sentir algo.

Só que depois não vemos fruto – uma vida mais santa e dedicada ao Senhor.

Orgias espirituais não vão mudar nada ou ninguém.

Existem experiências reais com Deus que nos leva ao um ponto de ser mais como Ele e isto é o que nós precisamos.

Adoração não é um orgasmo espiritual em que tudo mundo se sentir eufórico e bem.

Adoração verdadeiro é algo que acontece toda hora em todo que você faz.

Adoração é um estilo de vida, não uma experiência.

Jn 4.24; Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.