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4 lutero - parte 2

Pr. Jeff FromholzPregação em áudio

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Baixar o áudioMP3 · 17.9 MB · 78 min

Transcrição automática da gravação, feita por reconhecimento de fala. É a pregação falada, com a sintaxe da fala — não um texto que o autor escreveu nem revisou. Nomes próprios e referências podem conter erro.

Lutero era conhecido como pai da reforma. E ele pregou, dia 31 de outubro, em 1517, as suas 95 teses que começou o que a gente conhece hoje em dia como a reforma protestante. Mas antes de continuar, vamos orar. Deus, obrigado pela mais uma oportunidade de estar junto, estudando a sua história, a história da sua igreja, a história que nos mostra, nos fala de como nós temos chegado onde nós estamos, a liberdade religiosa que nós temos, as doutrinas que nós cremos, Senhor. Tudo que veio através de homens dispostos a morrer pela verdade, Senhor. Obrigado, Senhor, por eles, pelas vidas deles. Obrigado pelo fato que você salvou e chamou e fez tudo para fazer questão que eles estavam nos lugares certos, na hora certa.

Você deu coragem a eles, a graça a eles, muitos deles, de morrer mesmo por você e pelo seu evangelho e pela verdade achada na sua palavra. Você nos ajuda, Senhor, de aprender mais e de ser realmente, Senhor, estimulado de viver vidas diferentes, de realmente se ligar com a sua verdade, de brigar, de lutar pela verdade achada nas suas escrituras. Levanta, Senhor, os novos reformadores para que a gente possa experimentar uma nova reforma hoje em dia para a sua glória. Amém. Então, Lutero lançou as 95 teses e, obviamente, depois foi colocado em alemão e foi espalhado pelo país, criou uma coisa louca, uma piração no povão que a igreja mal esperava.

Mas, se a gente vai olhando para tudo que leva a esse ponto, as coisas que estavam irritando, as questões que ele tinha sobre as doutrinas, as mentiras, a podridão, achava nos padres e nos bispos, papados, que tudo isso daí foi algo que ia acontecer. Não tinha como não. E o Lutero ia se calar e desaparecer ou ele ia se falar, se mostrar e se colocar mesmo na linha de fogo que ele fez. Então, a revolta de Lutero foi eminentemente espiritual. A gente veio ao lado carnal da coisa, mas a razão pela qual ele pirou, a razão que ele se levantou, foi coisas espirituais. A gente pode ver muitas coisas hoje em dia que a gente acha errado com a igreja.

E nós podemos atacar aquelas coisas que seria algo mais carnal, em vez de olhando para trás ou para mais fundo, de ver as coisas espirituais ligadas, tipo almas, pessoas enganadas indo para o inferno, pessoas decepcionadas sobre a sua salvação, achando salvo, vivendo como se fossem não salvos e ninguém abordando. Mas Lutero foi realmente um homem espiritual. Ainda que ele lutava com as mãos, se levantou, se mostrou, ele estava ligado com Deus. Então, nós, na verdade, não poderemos compreender a reforma se achamos que Lutero foi movido por uma revolta contra pessoas, contra padres corruptos, apenas. Ele estava contra.

Ele estava contra os papos, estava contra os padres sujos, corruptos, principalmente o Tetson. Ele estava contra a venda de indulgentes. Ele estava contra muitas coisas, mas não somente isso. Foi muito mais ligado na parada. A ação de Lutero foi uma revolta contra uma estrutura errada e uma doutrina errada de uma igreja que distorcia a salvação. Então, a gente fica numa área muito rasa. A gente fala, não, Lutero só não gostava da igreja católica. Não gostava do papo. Não gostava dos padres. Não, a coisa dele, ele estava olhando para uma estrutura total que estava errada, doutrinas erradas, numa igreja que estava distorcendo a salvação.

E essa aí foi a coisa que levava ele a agir. Se somente fossem as pessoas erradas, ele nem tocava. Mas a parada que estava levando muitas pessoas ao inferno, achando que estava indo para o céu. E esse daí que acordou algo nele que pirou. E hoje nós vemos estrutura errada. Nós vemos uma instituição da igreja que está errada, que ensina doutrinas erradas. E não distorce a salvação, mas tem esquecido sobre a salvação. A salvação das coisas menos pregado, menos ouvido na igreja atual. Porque todo mundo é salvo. Queremos saber como ser abençoado. Então a gente vê, cara, como é a história. Não sei se repete ou continua.

Porque é a mesma parada. Se alguém mesmo quer ir para a igreja atual hoje, ele vai pirar nas mesmas coisas que o Lutero pirou. Só que hoje em dia nós não temos muitas pessoas com mentes de reformadores. Não tem um coração voltado a Deus ao tal ponto que eles vejam algo chamado casa de Deus. E não vejam Deus lá e pira pela ausência de Deus num lugar nomeado por Ele. Que seria a igreja hoje em dia. Daí você vê, né, se daí, Tetzel. O nosso amigo Tetzel. Ele colocou a reforma em movimento porque ele foi a gasolina que ajudou a incendiar a tocha de Lutero. Foi pela sua exploração desenvergonhada da indulgente. Que ele abriu caminho para a doutrina sola.

Se a gente não tem na história um Tetzel abusando tanto, Talvez nós não tenhamos alguém pirado pelo fato que a coisa está tão abusada. Porque muitas vezes quando você vê um abuso, É mais ou menos. Você vê uma mãe ou um pai dar um tapa na cabeça do seu filho. Gente, olha, vem a tapa. Talvez não é bom lhe dar tapa. Mas ninguém age. De repente o cara começa a espancar, chutar, jogar pelo chão. Ah, alguém age. Ah, peraí, ué. Peraí. Não pode espancar a criança não, né? E daí esse foi assim. Tetzel foi um cara espancando a criança de Deus. Ele estava abusando a tal ponto que Lutero olhando e falando, Chega. Chega. Esse daí está fora.

Porque tinha já a venda de indulgentes antes. Já tinha. Já vemos os pre-reformadores que estavam lidando. O russo, o equipe estava lidando com indulgentes já. Só que o Tetzel leva a um ponto que, ah, não. E daí que isso daí empurrou Lutero para estudar e achar uma doutrina só da mesma para avançar e acabar com esse absurdo de salvação alcançado por merecimento. Ou por comprar. Ele está merecendo algo de Deus. Daí se empurrou Lutero para algo diferente. A reforma, para deixar tudo bem claro, não foi um movimento sociológico. Naquela época a gente tinha Renascença, que estava em moda. Que era tudo sobre obras sociais.

E daí todos os padres, todo mundo ligado com a igreja católica, estava mirando para essa daí já. Vamos trabalhar em obras sociais. Beleza, nada contra. Mas a reforma em si não foi um movimento sociológico. Lutero não pretendia ensinar a salvação do homem pela reforma da sociedade. Muitas pessoas até hoje acreditam. Muda a sociedade, Deus entra, beleza. E tudo ao contrário. Lutero entendeu, compreendeu, ensinava que a sociedade seria reformada pelas ações de homens resgatados por Deus. Salva homem, sociedade muda. Você vê muitos movimentos, muitos ministérios evangélicos hoje em dia que trabalham somente com o lado social.

Não, mas se nós não alimentamos eles, como nós vamos poder pregar o evangelho? Até quase faz sentido. Porque temos que fazer os dois. Só que o erro está sendo colocado na ação social como a coisa mais importante. Você vê muitas organizações levantando dinheiro para alimentar as crianças pobres, as crianças não privilegiadas no mundo. Beleza, mas estamos pregando o evangelho para eles? Porque você vê, na maioria, não. Não, o foco não está no evangelho. Então a gente alimenta eles, enche as suas barrigas, para eles ir para o inferno sem fome. Não adianta. Nós temos que, claro, temos que ajudar. Temos que ajudar os pobres, temos que ajudar vivos.

A gente está falando disso direto na igreja. Mas nós temos que colocar o evangelho no primeiro lugar. Essa é a pessoa que está no evangelho. Se a pessoa morre de fome salvo, beleza. É melhor que a pessoa estar com a barriga cheia e morre para o inferno. Que é jantô. É bom de fazer os dois. Não vamos concordar. Os dois são o certo. Mas como Lutero ensinou, se nós ganhamos o homem, a reforma ou a sociedade vai se reformar através de homens mudados. Então vamos pregar o evangelho, vamos alcançar os homens e depois eles vão trabalhar para suprir as necessidades dos pobres. Então, na realidade, a reforma do século XVI foi um grande reavivamento espiritual operado por Deus,

que começou com uma experiência pessoal de conversão. Conversão. Nisso, uma palavra reavivamento. Eu quero abordar, eu só dou um porém, um parênteses aqui. Reavivamento. Qual a diferença entre reavivamento e avivamento? Porque hoje em dia a gente não ouve sobre reavivamento, dependendo do que está lendo. Tem uns caras que escrevem sobre reavivamento. Mais que a gente lê, ouve, fala, orar, pedir, clamar de Deus é por avivamento. Só que a gente olha para a igreja, vê que a igreja está mal, e a gente começa a orar por avivamento. Num sentido, talvez estamos certos. Avivamento é a conversão do homem. Avivamento faz viver.

O homem morto nos seus pecados, Deus aviva ele e ele é salvo, ele converte. Para a gente orar para uma igreja desviada para avivamento, está totalmente errado se nós não concordamos que a igreja não é salva. E talvez a gente deve orar para avivamento, para as pessoas realmente se converterem de verdade. Mas se nós acreditamos que as pessoas na igreja são salvas já, nossa oração deve ser por reavivamento. De novo, Deus faz o que era vivo uma vez, vivo de novo. De orar para avivamento, para pessoas salvas, é muito burrice, muito de não entender palavras. Infelizmente, a palavra de moda é avivamento. Só que a palavra no grego, por avivamento, é re-vivier.

Re, de novo, de novo, re. Não é vivier. Só que a gente pega a palavra, não no grego, no latim, vivier, e a gente fala avivamento, esquecendo que existe um re-antes. Então, só um porém, um parênteses, se a gente está orando, vamos orar para re-avivamento para a igreja. Vamos orar para avivamento no mundo, mas re-avivamento. Deus vindo de novo, para tocar no seu povo de novo, para fazer o que tem morrido em nós como crentes, vivo de novo. Por isso, o rei. Só uma apiração minha de sempre ouvir, até de ser obrigado. Eu sei que a gente fala de avivamento. Por quê? Porque é entendido. É entendido. E a gente está obrigado a usar uma palavra errada, às vezes, porque o povo não entende diferente.

Mas, às vezes, nós temos a oportunidade de abrir o leque, de abrir o jogo com aqueles mais perto de nós e falar Meu, vamos ser sinceros aqui. A palavra está errada. Está errada. Não é avivamento, é re-avivamento. Beleza? Então, se eu começo a falar de re-avivamento, vocês vão entender o que é. E se eu paro e falo de avivamento entre nós, vão entender por quê. Porque eu não vejo necessidade. Talvez devemos orar para avivamento mesmo, para a igreja converter de verdade, não sei. Mas, deixando. Inicialmente, o Papa, quando Lutero colocou as 95 teses, quando ele achava, ou sabia, ele achava que era um disputo entre monges.

Ele não ligava. É, esses monges sempre estavam discutindo sobre alguma coisa, uma doutrina. Não se ligou. Uma parada mais ofícia das igrejas locais. Eles não tinham tanta certeza. E eles queriam que alguma coisa seja feita. Então, eles foram atrás, o Papa, ó, tem que fazer alguma coisa. Essa não é entre monges. Essa aqui é séria. Tem que fazer alguma coisa. E daí, três meses depois, as teses apareceram, o Papa leu, falou para o Orden, o Agostinho, para calar Lutero, de novo. Forfeta começa a falar, ordenei ele e calei boca. Fecha sua boca, Lutero. Daí vem o Orden, o Orden, né, do Papa de Caliboca. Só que, como sempre, nós sabemos que Lutero não ia calar a sua boca, né.

Então, em abril de 1518, eles deram Lutero a oportunidade de defender o seu caso, numa reunião dos augustinianos. E essa daí, tipo, uma coisa. O perigo. É sempre, não estou sem ver. Caras não gostando do que um cara está falando, chama ele para defender o que ele pensa. Errado. Na boa. Se não gosta do que o cara está falando, mata ele logo. Por quê? Porque, na hora que você dá ele o lugar de falar, ele vai queimar todo mundo. E Lutero vai lá, vai defender a parada dele. E quem está na audiência? Um tal Martinho Busser. Quem mais tarde também, virou um grande reformador. O cara está aí para ver o que vai rolar. O que esse cara vai falar.

Talvez nem sei se eu concordo com ele. Fica aí. Acaba convertendo e virando um grande reformador. Porque ele fala, caraca, esse bicho está certo. E quantas vezes a gente ouça que tem dois lados de um argumento. Enquanto a gente só ouça um lado, a gente acredita. É legal, beleza. De repente, alguém dá lugar para o outro lado falar. E a gente descobre. O lado que a gente estava, estava errado. Então, é melhor nem dar o lado, não dar lugar para o outro falar. Deixa ele quieto. Isso só protege o que você pensa. Mas eles não. Sempre a igreja católica, sempre achando que estava certa. Deixava. Pensando que o cara vai vir.

Nós vamos queimar ele publicamente. O mundo vai achar como o cara é bobão. E acabou com a história. Só Deus tinha outros planos. No dia 7 de agosto de 1518, deram Lutero 60 dias para aparecer em Roma. E retratar a sua heresia. Aqui, Federico interveio ao lado do seu professor de universidade. E ele arranjou uma reunião com o legato cajetão na Alemanha. Esse cajetão, o cara era pirado. No mau sentido. O cara tinha um legião nele. Não sei qual era dele. Mas ele ficou bravo com Lutero. Como se ameaçasse ele. Nem com toda espécie de punição. Papel ou papal. E esse cara não abriu nenhum espaço para Lutero ter uma opinião diferente.

E você muda para concordar comigo. Ou já era. E daí você vê que não deu em nenhum lugar com esse cara. Os próximos dois anos foram cheios de atividade. Porque depois da regição de Roma, Lutero começou as suas apelações de reforma. De fato. Porque até esse ponto ele estava tentando. Não estava tentando criar uma nova igreja. Ele estava tentando ainda reformar a velha igreja. Só que chegou esse ponto e ele já está. Ah meu. Vai mudar. A parada tem que mudar. E de 15 de junho. Em 1520.

Foi um exurge domínio. Meia bula. De excomunhão de Lutero. E esse decreto papal excomungou. Lutero exigiu a queima dos seus livros. E condenou toda a reforma. De novo. O cara está pirado. O cara não está concordando. O cara está se levantando. E o que você faz? Provoca ele. Provoca um monge com cor de cabelo estranho. Que veste de roupão. Mas não provoca ele. Daí o que faz? Manda para ele uma carta. Falando você está excomungado. Já era. Todos os seus livros vão ser queimados. E toda a reforma sua está condenada. E daí o Lutero responde. Já sinto maior liberdade no meu coração. Pois finalmente sei. Que o Papa é o anticristo.

E que o seu trono é aquele do próprio Satanás. Ah meu. O cara está louco. Provoco ele. Ele não se abaixou. Ele não se calou. Ele ficou irado num sentido. Irritado. Oh meu. Você vai mandar uma carta para mim? Para me chutar? Ah não. Me chuta. Tanto faz. Porque agora eu sei. Eu estou certo. Você é anticristo. Você é reino no trono de Satanás. Pronto. Acabou. Porque. Cara. Você lembra? Até esse ponto. Você tem Lutero. De certa forma. Defendendo o Papa. E tentando mudar ele. A igreja. Enquanto estava assim. Ele estava meio soltando as paradas dele. E agora você vai. Publicamente. Chutar. Condenar tudo que ele está fazendo.

Ah. Agora compra uma briga que você não queria. E no dia 4 de novembro de 1520. Lutero escreveu. Um tratado contra a bula. Chamado. Contra a bula do anticristo. Ah. Caramba. É pirado. Caramba. Ele é louco. Ele pirou. Ele pirou. Oh meu. Quer brigar? Vamos brigar. Então. Nessa bula. Nessa carta. Contra a bula do anticristo. Ele tentou fazer o leitor entender. Que ele só desejava. Que eles aprendessem a bíblia. E que as almas seriam salvas. O motivo dele. Em tudo até esse ponto. Foi isso. Que as pessoas leiam a bíblia. Que as pessoas podiam entender a bíblia. E para eles podiam ser salvos. Motivação dele. Não estandar em dinheiro.

Ou posição. Ou poder. Ou status. Tudo que está nele. Está voltado. Uma coisa. O povo. Está aparecendo. Estão indo para o inferno. Essa que é a motivação dele. Por isso. Quando ele está atacado. Para os outros. Que tem outras motivações. Até carnais e erradas. Ele não se abaixou. Porque a coisa era muito mais. Do que somente o nome de Martino Lutero. Tinha almas no jogo. Tinha pessoas indo para o inferno. E ele sabia. Não tenho como me abaixar. Não tenho como me esconder. Ou me correr. Eu tenho que encarar essa briga. Ainda que morresse. E daí ele condenou o papado. Por queimar os seus livros. E repetiu novamente. A necessidade absoluta da fé.

Verdeira. Que salva aqueles. Que seguiram Cristo. Logo depois. Ele respondeu. Jogando. Aquela bula. Excomungando ele. Num fogo. Era desde dezembro. De 1520. Então. Ele recebeu a carta. Está fora. Vai. É. Você é ante Cristo. Agora eu vou responder. Eu só quero que as pessoas sejam salvas. Qual o problema? É salvação pela fé. Não é algo vendido. Daí. Ele pega aquela carta. E joga. No fogo. Esse daí. É um ato. De mais coragem. Do que os próprios 95 teses. Porque ele pegou algo. De alguém. Se declarando. De seu próprio Cristo. Na terra. Que o papo. Aquela etapa. Que ele representava. Ele era o Cristo. Na terra. Ele pegou.

Uma hora. Uma carta. Chutando da igreja. Ele. Queimou. Num fogo. Esse daí. É um ato. Corajoso. E ainda assim. Ele falou. Como tu. Papa. Tenha atormentado. A santa palavra do Senhor. Posso o fogo. Eterno. Te atormentar. Ó. O cara. É homem. Macho. Ou ele é louco. Tem um de duas coisas. Esse cara. É muito macho. Ele é muito doido. Num bom sentido. Ele é louco de verdade. 22. Puro. Eu. Eu. Prefiro pensar. Aquele macho. Sabe. Porque. Acho que não era doido não. Talvez um pouco. Talvez ajudava. Né. Daí. Um tremor. Imagine. Imagine. Todo o povo. Daquela região. Sabendo. Está todo mundo com medo do papado. Porque eles mandam pessoas para o inferno.

E eles estão. Aqueles que estão reinando. Dominando. Controlando. Tudo. Daí tu não fica sabendo. Pô. Lutero recebeu bula. Pois é cara. Eu li até a resposta desse. Liu? Eu vi também que ele chamou o papo de anticristo. E. Que ele está reinando no trono do próprio satanás. Caraca. Verdade. É. E sabe o que ele fez ontem? O que? Ele queimou a bula. O que? Ele. Ele queimou a carta do papo. O que? Ele queimou o cara. Ah não. Que isso. E esse daí espalhou. Para toda a região. Um tremor. Uma coisa. Caraca. Um monge simples. Um zen ninguém. Encarou. O homem na época. Um dos homens mais poderosos no mundo. Encarou ele publicamente.

Não. É algo escondido. Estou fazendo as paradas para todo mundo saber. E sem se abaixar. Cara. Imagine. O efeito que ele tem. Num povo de. Cara. Ele é louco. Cara. É duro. Ele vai morrer. Pois é. Tem essa possibilidade. Mas. Pô. O que tu acha dessa? Não sei. né. Mas.

Esse monge. Com nada a perder.

Encarou. Um sistema. Corrupta. Pessoas. Corruptas. Sem medo. Não tinha nada além da sua fé em Deus. E assim ele queimou. Uma bula. Papal. Esse foi o sinal ardente de emancipação e separação. Agora eu estou fora de vez. Não tem volta. Não tem volta. Agora tudo vai mudar. Eu não vou mais tentar mudar a estrutura corrupta. Acabou. Agora vai ser outra história. Então. A uma. O Lutero tinha descoberto seu verdadeiro valor. Então você vê. O que que passa pela cabeça de alguém? De cara. Lembra. Ele já foi ordenado se calar. Beleza. Não calou. Daí ele foi chutado. Ele foi excomungado. Foram. Não se calar. E agora ele queima a bula.

O cara tá. Ele tá. Possesso. De Deus. É uma coisa que tá tomando ele. Além de uma pessoa normal. É algo que está direcionando ele. Né. Então. Foi falado. E se a reforma. Pode ser datada. Essa data deve ser. Desde dezembro. De 1520. Se eles podem ser datados. As reformas podem ser datadas. Nossa era. Era moderna. Como só as nove horas. Daquela manhã. Porque. A partir de lá. A gente vai ver. Como a igreja protestante. Vai começar. Tomar. Tomar. Forma. Antes. Para Lutero. Ainda era. Uma igreja. Só. Vamos. Corrigir os erros. Da igreja católica. Vamos. Reformar. A igreja. Vamos mudar. A igreja. A partir desse momento. Ele fala.

Vamos. Fazer outra coisa. Vamos começar de novo. Vamos lutar pela fevereira. Mas esse daí. Não vai rolar. Então. Vem na dieta. A dieta de worms. A dieta de worms. Não é. Alguém que come vermes. Para perder peso. Dieta. Porque. Dieta. Dieta. É uma reunião. Uns caras. Se reunindo. Para decidir algumas coisas. Principalmente. Coisas de igreja. E worms. Era a cidade. A gente não está falando de vermes. Então. Quem está lendo essa aqui. Porque a dieta de worms. Que isso. Estou fora. Eu prefiro ser gordo. Que ficar comendo. Meias minhocas. Para perder peso. Estou fora. Mas. 1521. Lutero. Apareceu diante. Da dieta. No dia 16 de abril.

Às 16 horas. Onde ele esteve. Para se defender. Diante de Charles. O 5. O 5. Santo imperador romano. Que tinha somente. Desde nova. Anjidade. Então. Você tem o Lutero. Já um cara. Com tempo na estrada. Já um cara. Provado. E ele está diante. De um adolescente. Um jovem. Que é o rei.

E com certeza. Ele esperava. Esse monte. Se ajoelhar. Veja. Seu anel. Daí foram.

Discutindo. Realmente. Lutero. Só colocando. As ideias deles. Diante deles. Para ouvir. E esse rei. O Charles. Ele falou. É ridículo. Que o único monte. Possa estar certo. Em sua opinião. E toda a cristindade. Em erro. Por mil anos. Ou mais. Essa foi. A conclusão. A opinião. A opinião. Do rei. Não escutava. O que o monte falava. Mas olhava para a tradição. Deixa eu perguntar a vocês uma coisa. Quando a gente aborda algo. Que tem anos na igreja. E fala. Está errado. Qual é a reação do povo. Sempre. Como que pode ser errado. Está na igreja. Tantos anos. A gente está fazendo tantos anos. Quem tu acha que você é. Você acha que você é o único certo.

Você acha que o único que tem é verdade. E vai a coisa. Mesmo papel. Mesmas palavras. De um rei. Errado. Porque é possível. É. É ridículo. Não. Não. Não. Porque o monte. Mesmo. Sacava. A verdade. Não para fazer que ele é melhor. Só que ele estava ligado a uma outra fonte. Então te digo uma coisa. Tem coisa que tem que mudar hoje em dia na igreja. Tem. Tem. Se a gente vai reformar a igreja. Tem bastante coisa que tem que mudar. E de forma uma coisa. A maioria deles. Vão. Criar. Uma certa clima. Feia. Uma certa clima de briga. Porque as pessoas vão querer brigar. Pela. A defesa da tradição. Da igreja. Em vez. De encarar a verdade.

Nós temos descoberto esse da imunsaic. Voltando a uma coisa. Dízimo. Quem está sendo roubado. O novo livro que a gente tem aí. Abrindo mão da vaca morta. A verdade sobre Dízimo. Você tem que ver os comentários. das pessoas. É feia. A briga é feia. E as pessoas não estão parando. Para ler a Bíblia. De ver que a Bíblia fala. Ou melhor não fala. Você coloca diante deles. Cara. O novo testamento não ensina Dízimo. Em nenhum lugar. Nem na borda. Como se fosse uma prática de hoje em dia. Fala de generosidade. Mas não fala em nenhum lugar. Na igreja primitiva. Através do Pílcio. Paulo. Ou Pedro. Ou João. Um lugar que fala de Dízimo.

Ou Dízimo. Que é uma prática. É algo da lei. É da lei. É da lei. É da lei. Mas quando fala isso. Meu. Você está. Somente faltando. Coloca uma bala. Na arma deles. E fala mentira. Porque eles pedem. Qual é o problema? Qual é o problema? Em questionar. Uma prática. Errada. Qual o problema? O problema. Que nós estamos encarando. Não somente tradição. Mas muitos líderes. Que estão defendendo. Uma mentira. Ou um erro. Daí é o problema. Aí o problema. Talvez mais problema. Em confrontar. Ou abordar algo. Defendido. Por seus líderes. Você está falando. Que meu pastor está errado? Você está falando. Que meu pastor é mentiroso?

E quer brigar com você já. Por abordar uma súmula. Não fala nada do seu pastor. Se ele está errado. O problema é dele. Estou falando. Que essa prática aqui. Não é da nova aliança. Acabou. Acabou. Será que vocês têm liberdade? Sim. Sim. Eu tenho a Bíblia. Eu tenho a Bíblia. Essa é a verdade. Não é a minha opinião. Não é a minha ideia. A Bíblia. É a base. Tudo que Lutero estava brigando. Defendendo. Colocando diante deles. Era coisas baseadas na Bíblia. A Bíblia ensina disso. Pela graça que nós somos salvos. Não pela indulgência. Não pela oferta. Não pela obras. É pela graça. Somente pela. A graça. E daí você tem esse rei.

Orgulhoso. Soberbo. E a única coisa que ele pode falar. Será que o único monge. Tem a verdade. Em que o resto do mundo. E cristianismo. Por mais de que mil anos. Ou mais. É errado. Eu te falo. Sim. Esse único. Monde. Tinha a verdade. E a história. Prova. Ele. Certo.

Daí. O Lutero. Respondeu. Das duas perguntas. Primeiro. Ele reconheceu. Que os livros sobre a mesa. Diante dele. Eram seus. Se você já viu o filme do Lutero. Se lembra. Aquela parte. Essas aqui. Pertencem a você. Eu reconheço. São os meus. Beleza. Daí o segundo. Foi perguntado. Se ele afirmaria. Ou retrataria. O que tinha escrito. Isso aí. Ainda vai defender. Daí. Ou você vai falar. Não. Vou negar. Tudo que eu tenho escrito. Daí o Lutero. Sendo. Meio. Inteligente. Mesmo. Na hora. Ele pediu um tempo. Para refletir. Porque. Não é que não sabe a resposta. Ele sabia da resposta. O que ele tinha que refletir. É. Seria a consequência.

Da resposta. Porque. Se ele não. Negar. O que está escrito lá. Ele já sabe. Qual seria. A consequência. Então. Acho que por isso. Ele pediu. Um tempo. Para refletir. Para estar com Deus. Falar. Deus. Eu vou colocar. A minha vida em risco. Por essas coisas escritas. Beleza. E daí. Ele pediu. 24 horas. Por isso.

Voltou. Próximo dia. Dia 18 de abril. Às 6 horas da manhã. E agora. Ele fez a. Famosa. Resposta dele. Ao menos. Que possa ser. Refutado. E convencido. Pelo. Testimunho. Das escrituras. E por claros. Argumentos. Visto que não creio no Papa. Nem nos concílios. É evidente que todos eles frequentemente erram. E se contradizem. Estou conquistado pela santa escritura citada por mim. Minha consciência está cativa a palavra de Deus. Não posso. E não me retratarei. Pois é inseguro e perigoso. Fazer algo contra a consciência. Esta é a minha posição. Não posso agir de outra maneira. Que Deus me ajude. Amém. Que resposta. Que resposta.

Você vai defender. Ou você vai negar. Eu só posso negar. Negar. O que é refutado. O que é provado de ser errado. Através. As escrituras. Opinião de homem de concílios. Não importa para mim. Somente a palavra de Deus. Tem autoridade. Sobre a mim. E sobre as minhas crenças. E eu não vou agir contra a minha consciência. Então. Seja que é. Seja que for. Eu não faço outra coisa. Deus me ajude. Ele deixou o Worms. Imediatamente. E no dia seguinte. Foi denunciado. Pelo imperador. Com um herético. Notório. Oh chique né. Que devia ser. Silenciado. Lutero foi chamado. De criminoso. Que cometeu. Alta traição. E consequentemente.

Recebeu. Uma sentença. De morte. Ele sabia. Eu vou lá. Eu vou. Defender. A minha posição. Eu vou defender. O que eu creio. Eu vou. Defender. O que eu tenho escrito. E eu sei uma coisa. Eu vou ser. Condenado. A morte. E ainda assim. Ele foi. Ele encarou todos. Ficou firme. Cara. Essa daí. É a coisa séria. Daí. Pelo resto da sua vida. Lutero foi um proscrito. Né. Com um preço. Em sua cabeça. Como se é um. A parada de templo. Faroeste. Tem um postro lá. Né. Procurado. Martinho Lutero. Não sei quanto que foi. Que se ganha. Para pegar ele. Mas ele foi um. Que foi procurado. O resto da sua vida. Né. E foi protegido. No Saxônia.

Pelo Cristo. Federico. Né. Mas estava debaixo da sentença. De morte. Em qualquer outro lugar. Cara. Não sei. A gente muitas vezes. Confrontado. Numa opinião nossa. Só para alguém ficar irritado. Não gosta da gente. Nós abaixamos a bola. E ninguém está amestrado de morte. Hoje em dia. Quantas vezes. Nós. Somos confrontados. Com uma opinião diferente. Que é nossa. E em vez da gente. Se levantar. E defender o que a gente crê. Biblicamente. E contender. Ou lutar pela defesa. Da verdade. Nós simplesmente. Se calamos.

Numa tentativa. Falsa. Por uma paz. Falsa. Que está nada mais. Do que.

Escondendo. Ou cobrindo. A nossa. Covardia. Na verdade. Quando nós nos calamos. Não é por paz. Não é por amor. É covardia. Porque tem um Espírito Santo. Em nós. Que fala. Para nós. E fala. Nas suas palavras. Nas suas palavras. Em Judas. De contender. De lutar. Pela defesa. Da verdade. E eu vejo. Pouco luta. Hoje em dia. Pouco luta. Eu falo. Deus. Coloque em nós. Espírito de reforma. É um Espírito. Daqui. Que. Que. Júlio estava se referindo. Em Judas 3. De lutar. Pela defesa. Deus. Tira de nós. Aquele Espírito de covarde. Aquela coisa. Que quando alguém fala. Que a gente não concorda. A gente se abaixa. Ah não. Eu não vou falar nada.

Eu não estou falando de briga sobre tudo. Que tem uns coisinhas. Deixa eu falar as coisinhas. Estou falando coisas básicas.

Coisinhas. O que é a coisa mais importante. Ser pregado na igreja. Dinheiro. Alto extrema. Sentindo bem sobre você. Ou o fato que pecadores vão ser condenados a um perno um dia. Jesus morreu na cruz. E se você não está vivendo uma vida. Que mostra salvação. É bem provável que você não é salvo. Eu te digo. Nós temos que encarar a mentira. O desfoco da igreja hoje em dia. Fala cara. As igrejas estão perdendo o seu tempo. Pregando bosta que vai lá para nenhum lugar. E não vai ajudar ninguém. E vai deixar o povo ainda indo para o inferno. Sem ninguém a viver. Fala peraí. Cara. Se continuar nessa. Você vai queimar no inferno.

A gente fecha nos olhos. Quando a gente vê casais transando. A gente sabe que estão transando. Enquanto nós somos covardes. E não fala. Não aborda a família. Se você continua no seu pecado. Transando. Você vai para o inferno. Porque não tem nenhuma maneira. Que você vai convencer. Deus que você é salvo. Se você continua na prática do pecado. Que 1 João 3 condena. Que fala. Se você continua na prática. Que você nunca conheceu. Nem ouviu ele. Está ferrado. Está ferrado. A gente tem que tirar de nós. Esse medo. Essa covardia. Que cara. Luteira. Mensagem. E morte. Não se abaixou. E a gente simplesmente. Por não perder a amizade.

Nós. Se calamos. Você fala. Deus desperta em nós. Algo. Porque tem como. Confrontar. Em amor. E chega lá. Cara. Você chega lá. Com lágrimas. E seus olhos. Fala. Cara. Estou com medo. Que vai para o inferno. Cara. Será que a pessoa ficou ofendida? Talvez. Mas duvido. E chega lá. Mesmo. Em amor. E com medo. Pela alma deles. E a gente deve ter medo. A gente deve ter medo. Qual o nosso problema? Se nós vemos pessoas. Vivemos em pecado. A gente não tem medo. Por eles. Deus vai. Perdoar. Será? Nossa Bíblia fala diferente. E um. A gente não acredita na Bíblia. Ou a gente não acredita na Bíblia. Mas devemos acreditar na Bíblia.

Lutero é um cara que se fala. Pô cara. Todos os reformadores. Todos os reformadores. Eles encaravam a morte. Na defesa da. Verdade. Aí Lutero está em baixo sentença de morte. Vai ver como Deus está no controle de tudo. Como é soberano. Porque ele está basicamente preso. Lá na área do castelo. Que seja. Desse Frederico. Não escondido. Mas protegido. Não pode sair para um lugar. Sem ser morto. O que é que faz? Começa a trabalhar. Um ano. Traduzindo. O novo testamento. Em alemão. Como Deus está no controle. Tu não acha que Deus sabia. E preparou tudo. Até aquela sentença de morte. Sabendo. Eu vou colocar o martinho. Num lugar onde não pode sair.

Por um ano. Porque eu quero que ele traduz a Bíblia. Porque se não fosse em baixo da sentença de morte. Ele teria levado outro caminho da vida. Ele teria feito outras coisas. Que ele já estava fazendo. Escrevendo isso. Pregando aí. Falando aí. Pelo fato que estava preso num lugar. Vou fazer o que? Deus faz.

Traduzi. O novo testamento. E ele traduziu. Do grego. Para alemão. Era a primeira tradução moderna. Do grego. Em uma língua. Vernácula. Do povão. Porque as outras traduções. Foram do vogato. Do latim. E Lutero fez o primeiro. Que veio do grego. Então daí. Entra de novo. A gente falou. Uma das ferramentas maiores. Da reforma. Foi a poder da imprensa. A invenção da prensa. De impressão. Foi muito importante. Na mobilização da reforma. Porque sem a impressão. Dificilmente teria havido uma reforma protestante. A coisa espalhou. Porque eles podiam produzir as coisas em massa. 30 mil livros. 10 mil panfletas. Como correu a parada.

Cara. Ficou uma coisa louca. Nenhum século antes. Tinha o Ecliffe. E o Ross. Que tinha inspirado o movimento. Dedicado ao estudo da bíblia. E a reforma. Mais ausente da tecnologia. De impressão. Adequada. Limitou. Em severamente. A distribuição das suas escritas. Foram poucos lugares. Porque. Você tinha que escrever. Mesma parada. Não tinha um xerox. Né. Não tinha. Nem impressa. Você tinha que escrever tudo. Daí. Imagine. Quem que é. Oh. Eu escrevi um novo livro ontem. 30 páginas. Quem que é me ajudar. Vamos copiando. Com a mão. Ah. Ixi. Como vai levar muito. Tempo. Né. Então. Por consequente. Suas ideias. Não se estenderam tão rápido.

Tão longe. Que podiam. Né. Mas os escritos Lutero. Talvez. Em pressa. Dominaram. O mercado. E sem dúvida. Émos mais populares. Já pensou. Tem esse monge. Mal conhecido. Agora está sendo conhecido. Cara louco. Tem em pressa. Tem pressa. Começa. Leva as páginas gráficas. Para imprimir. E de repente. Um mercado. Lá. Na Alemanha. Está cheia. Dos escritos. Do Lutero. E um dos mais populares. Eram. Dele. Né. Podemos descrever ele. Como um pastor. Um pregador. Um professor. Um teólogo. Um compositor. Até reformador. Mas. Possivelmente. A sua maior realização. Foi a Bíblia alemã. E com certeza. A gente vai ver. Que ele mesmo achava.

Que esse daí. Foi a parada. Mais importante. Né. Quanto seu novo testamento. No Alemão. Quando foi publicado. No setembro. De 1522. Né. Era uma sensação. Pirou. Porque. Lembra. O povo. Nunca tinha uma Bíblia. Na linguagem deles. O povo. Lá. Um povo religioso. Mas. Não tinha. A Bíblia. Nunca. Tinha. A oportunidade. De ler. O que está escrito. Na palavra de Deus. Daí. O Lutero. Lança. Né. A Bíblia. E cinco. Mil. Cópias. Foram vendidas. Dos primeiros dois meses. E temos que lembrar. Naquela época. Não é pare. Tudo mundo está lendo. Não é coisa que. Sabe. Uma coisa meio nova. Principalmente a Bíblia. Ninguém tinha. Cinco mil cópias.

Dois meses. Vamos falar sério. Que revolução. Foi. Aquilo. Foi a primeira vez. Que o meio de massa. Tinha impactado. A vida diária. Principalmente. Por que ninguém lê. Porque tudo. Antes era escrito por mão. Quem tem livro. É. Só os mais. Elites. Da sociedade. Que podiam comprar. Os livros. E. Sem ensinado. A lei. Mas agora. Foi disponível. Nem a Bíblia. Até o pobre. Podia. Pegar. Então. Quase todo mundo. Na Alemanha. Leu. A tradução. De Lutero. O escutado. A sendo lida. Ele. Formou um ponto. De reunião linguística. Da formação. Da língua alemã. Moderna. Eu penso. A nação inteira. Lendo a Bíblia. Cara. É. Que eu. Eu piro nessa.

Você fica pensando. Em quantas pessoas. Não sei. Tinha milhões de pessoas. Alemanha. Eu não sei. Quantas pessoas. Tinha naquela época. Pessoas que nunca. Tinham lido a Bíblia. Nunca. A Bíblia. Que eles. Tinham ouvido. Era o que. Os padres. Os bispos. Falavam. Nos cultos. E falavam. Em latim. Então. Eles não entenderam. De qualquer jeito. De repente. Existe uma Bíblia. Na linguagem deles. Que eles. Podem abrir. E ver o que Deus fala. Cara. Que loucura. Aquilo. Acho que a gente. Não entenda essa. Porque mais. Nós temos. Dois. Três. Quatro. Bíblias. Mal lemos uma.

Mas imagina. Se nunca tivesse. Oportunidade de ler a Bíblia. De repente. Um dia. Alguém te dá a Bíblia. Para você. Poder entender. E você. Abre a sua Bíblia. Para a primeira vez. E você. Começar a ler. Sobre esse Deus. Que você tem amado. Tem tentado servir. Tem acreditado. Tem crido nele. E agora. Você pode ler. Tudo que ele fala. Na palavra. Cara. Que coisa. Grande. Que coisa. Importante. Que coisa louca. De pensar. Como que. Lutero. Influenciou. O mundo. Com uma coisa só. A Bíblia. Linguagem. Do povo. Roma tremeu. Ouvi as notícias. De que esta tradução. Cobriu o país. Imagine. Os donos. Da religião. Que não deixa ver.

Ninguém lê a Bíblia. Menos eles. De repente. Está todo mundo com a Bíblia. Ah não. Vai acabar. Com tudo. Só pressão. Sobre o povo. O povo. Daria lugar. A fé. E as sagradas escrituras. Em vez de manipulação. E dominação. Por capricho de homens. Acabou. Acabou a festa. Né. Isso. Fala. Essa daí. A necessidade. De ler. De ler. E entender. A palavra. A palavra. Liberdade. E esse foi o medo da igreja católica. E agora eles vão ler. E entender. E nós não vamos ter como manipular eles. Mais. Porque eles vão ver as verdades. Na Bíblia. E tem muitas coisas que hoje em dia a gente ouça que são erradas.

Basta alguém ler. Dízimo. Obras maiores. Quem já ouviu esse versículo? Nós vamos fazer obras maiores. Né. Referindo milagres. Não é? Não. Mas todo mundo prega que é milagres. Nós vamos fazer milagres maiores. Até eles mudam. A palavra. Jesus fala que a gente vai fazer obras maiores. E todo mundo liga com milagres. Mas deixa eu te perguntar. Se é milagres maiores. Jesus mentiu. Porque desde ele. Ninguém tem feito milagres maiores. Quando você vai fazer um milagre maior daqui andando sobre um mar. Quando você vai fazer um milagre maior do que um morto ressuscitando. Quando você vai fazer um milagre maior do que você mesmo ressuscitando e mais 500 pessoas contigo.

Como vai ser um milagre maior do que você mesmo deixando a terra e flutuando para o céu. Meu. Vamos ser sinceros. Isso é muito banal. Depensa que nós vamos fazer milagres maiores. Mãos deformadas. Cegos. Pessoas com problemas de sangue. Vai na lista dos milagres de Deus. Quem tem feito milagres maiores? Ninguém. Até a Bíblia nem fala milagres. Fala obras. Qual era a obra maior do que Jesus estava referindo? A espalha do Evangelho. Espalhando o Evangelho pelo mundo. Porque com Jesus a palavra que liberta os cativos ficava onde ele estava. A obra maior que estava se referindo é que esse Evangelho que falava dele sobre a sua morte,

sua ressurreição, seria espalhado pelo mundo. O que aconteceu naquela época com Paulo e com o resto. Que basicamente atingiram o mundo inteiro naquela época. Essa é a única obra maior que os homens têm feito. Porque Jesus estava limitado no lugar. E depois ele morreu. Os seus obreiros, seu povo, levavam pelo resto do mundo. Só uma. Abre seus olhos. Que isso? Porque sempre pensa em milagres. Claro que pensa. Porque todo mundo fala que é. De novo. É importante de ler e entender. Obras não são milagres. A palavra não é milagres. É obras. Então, a gente pode passar a noite inteira falando das bobeiras, falando na igreja que todo mundo acredita.

Todo mundo crê. Ninguém questiona. Falta de ler e entender. Porque muitas pessoas leem, mas não entendem. Só lê. Ritmo. Hábito. Seria bom se fosse vício. Mas não é. A tradução da Bíblia do Téria inspirava e guiava tradições semelhantes da Bíblia em línguas locais. Na Holanda, Suécia, Islândia, Dinamarca e Inglaterra. Que louco. Ele faz algo? Pega. Mais cinco países traduzindo uma Bíblia na linguagem do povo dos seus países. Cara, que influência. Louca. Já pensou, você faz uma coisa aqui. Já atinge a sua nação? Já marca a sua nação? Já influência a sua nação? Já é coisa louca? Cara, Deus te usou para influenciar a sua nação?

De repente, você fica sabendo. E mais cinco nações. Por causa da coisa que Deus te leva a fazer, forma influência, faz a mesma coisa. Tem seis nações agora com a Bíblia na linguagem do povo. Lendo e entendendo. Porque Deus leva um cara a ser condenado à morte. E ser colocado num lugar de repouso por um ano, aonde ele traduziu o Novo Testamento. Cara, que louco. Deus é doido. Muito, muito, muito doido. Um dos muitos modos que Lutero deixou a sua marca na história foi a ordem na qual ele coloca os livros da Bíblia. A mesma que usamos até hoje. Antes não havia nenhum acordo uniforme. Você até vê também que a Bíblia não está feita em uma ordem cronológica.

Tem uma ordem pela qual ele fez primeiras cartas para os judeus. Daí quer dizer que vão judeus para os gentios. Daí vai ver. Existe uma ordem mesmo racional. Mas quem lê a Bíblia pensa que Mateus foi primeiro. E daí Marcos. E daí sabe. Marcos foi o primeiro evangelho. Tiago foi o primeiro livro. Gálatos foi o segundo. E daí vai. Mas existe uma razão do ordem. E até hoje nós estamos usando a ordem que Lutero determinou quando ele fez o Novo Testamento dele. As tradições de Lutero, em particular, guiaram William Tyndale na sua tradução da Bíblia no inglês. Ele, Lutero, reconheceu o poder da impressão para mobilizar suporte para a reforma.

E ele usava. E muito. Ele escreveu muito. Mais do que 400 títulos. Inclusive comentários, sermões e panfletos. Que atacavam superstições e abusos católicas. E promoviam doutrinas bíblicas. As coisas que Lutero escreveu, muitas das coisas você ainda pode achar hoje em dia. Para comprar e ler. Tudo devido à impressão. Tudo devido a uma coisa que aconteceu bem na época que ele estava. E ele usava, talvez abusava. O cara escreveu muito. Mas ele influenciou o mundo da época dele através dos escritos dele. Coisa que eu acho mais impressionante dele nessa idade. Que quando ele escreveu, ele atacava. Ele atacava. Ele não estava tentando ser amigo de todo mundo.

Ele atacava. Ele atacava os erros. E promoveu as doutrinas certas. As doutrinas bíblicas. Então você vê. Essa ideia aí é o chamado crente. De atacar. Se necessário. E promover. E defender. Mas ataca o erro. E ensina a verdade. Se a gente não faz nada, a gente fica calado. Mas você vê. Ele era um guerreiro. Porque esse guerreiro faz. Ele não tem medo da batalha. Ele não tem medo da briga. Ele não tem medo de encarar. Talvez. A possível morte. E ele estava mesmo provocando. Convidando alguém. Me mata. Me mata. Nos primeiros três anos depois que Lutero. Pôs as suas 95 teses em Wittenberg. De 1517 até 1520. Ele publicou 30 panfletos.

E inundou. Literalmente. Alemanha. Com 400 mil cópias. Por isso eu falo. Talvez ele abusou. Mas por que isso? O cara escreve. Ele bota. Vocês estão lembrando? Que faz pouco tempo que existe. Essa tecnologia. E ele mesmo pegou. E pirou na parada. 400 mil. Espalhado por uma nação. O cara está com uma visão louca. Ele está mesmo com a intenção de mudar o mundo. Ele não está tentando mudar só a galera dele. Ou a cidade dele. Ele tem uma ideia. Cara, eu posso mudar o mundo. Eu posso com a ajuda de Deus mudar o mundo. Para voltar para ser uma coisa. Que as pessoas estão sendo salvas. As pessoas entendem que é pela graça.

Que as pessoas não estão sendo abusados. Ou manipulados. Pelo poder corrupto. Ele era um cara que tinha justiça nos olhos deles. Ao ponto de ele fez. Além de qualquer pessoa. Podia ter imaginado. E por volta de 1523. A metade de todos os trabalhos impressos. Em Alemanha. Era um trabalho de Lutero.

Metade. Já pensou? Você é meu escritor. A metade de todas as coisas impressas. Aqui no Brasil. Você escreveu. Caraca, meu. É muita coisa. Porque não é ele e mais três pessoas escrevendo. Ele e mais um monte de pessoas aproveitando a oportunidade de usar impressas. Lutero tinha metade. Ah, não tem como esse cara influenciar. Até o fim da sua vida. Martinho Lutero tinha escrito mais de 60 mil páginas. Quem já escreveu uma carta de uma página? Quem já escreveu um dever. Talvez na escola. Que tinha que ser dez páginas. E quem sofreu escrevendo? Caraca, dez páginas? Oh, professor. Oh, dez. Dez. Eu só tenho até o fim do mês?

Que tu acha que eu vou viver com uma caneta na minha mão? Gente, pira. Dez. Sessenta mil. Sessenta mil páginas. É muita coisa. Mais impressionante. Que ele fala. Que ele preferiu. Que todos os meus livros. Desaparecem. E que as sagras escrituras sozinhas. Sejam lidas. Aí você vê o coração do homem. Qualquer outro está se achando. Eu sou aquele que escreveu metade de tudo. Eu tenho escrito sessenta mil páginas. Eu teria um website hoje em dia. E contando. Hoje sessenta mil. Amanhã sessenta mil e dez. Vai a contagem das páginas publicadas dele. Quantos livros que você tem publicado? Quantos vezes você senta com um cara que é escritor?

Primeira coisa que ele fala. Tenho vinte e dois livros publicados.

E daí. Lutero tinha sessenta mil páginas. E nem achava importante. Tanto quanto eles lêem a Bíblia que ele traduziu. Dá isso e vê. Joga fora tudo que ele tem escrito. Mas todo mundo lê a Bíblia. Coração. Lugar certo. Foco. Certo. Lutero foi às vezes descrito como o primeiro grande jornalista do mundo. E com muita razão. Mas por que seus escritos tiverem sucesso? Vamos pensar nisso. Tem muitas pessoas escrevendo. Muitas coisas rolando naquela época. A Renascença. E tudo isso daí está em moda. Por que Lutero escreve e todo mundo pira? O que que era que levou ele para mudar a história através das coisas escritas por ele?

Primeiramente. Ele escreveu na linguagem comum. Quando nós temos que pegar um livro hoje em dia. Começa a ler. Fecha a capa. Coloca de volta. Eu não entendo. Eu não tenho tempo para trabalhar. Para tentar entender. Eu acho muito burrice pessoas escrevendo numa linguagem que o povo não entende. Para que escrever? Para que? Para que as pessoas abrem o livro e falam. Pô, esse cara é muito esperto e fecha.

A intenção de quem escreve e que as pessoas lerem e entendem. Se não, por que escrever? Lutero sacou essa. Escreveu na língua comum. Aquela Bíblia que sabe como ele descobriu quais são as palavras colocadas na Bíblia em alemão? Ele saiu no lugar do Fédico. Ficou perto. Mas foi para a feira. Foi para o mercado. Foi onde o povo era. E ficou escutando o povão falar. E foram essas palavras que ele levou para colocar na Bíblia. Que a gente seria banalizado hoje em dia se alguém fizesse uma coisa tão radical como essa. Colocar a Bíblia na linguagem do povo. E onde está o vós? E onde está a partai? E onde estão as palavras que ninguém sabe o que é?

Porque a Bíblia tem que ser algo que ninguém entenda. Porque é a Bíblia. E vejam quando eles levantam um cara doido, um Lutero, e falam. Cara, deixa o povo entender a palavra. Deixa eles entenderem o que Deus fala para eles. E daí quando o povo começa a entender, aqueles que ensinam, erros, estão ferrados. Estão ferrados porque o povo começa a entender. E o cara está... Por isso, geralmente os mais estudiosos não querem que o povo não saca. Eles gostam do seu lugar elite. Eles gostam do pedestal. Eu sou o teólogo. Eu sou o mestre da palavra. Eu sou aquele que vai abrir a palavra de Deus para vocês entenderem. Ah, vai tomar banho, cara.

Deus nos deu a Bíblia para cada um poder ler e entender. E Lutero sacou isso e escreveu na língua comum em vez de um latim escolar que era somente entendido pela elite educada da sociedade. Segundo lugar, Lutero dominou o uso de panfletas. Ele não foi tentando escrever em enciclopédias ou dicionários. Mas ele fez panfletos. Por quê? Mãe das pessoas não tem hábito de ler porque é coisa nova. Então o que fazem? Faz coisas pequenas. Querem expor, lerem rápido. Eu posso influenciar você num panfleto em vez de livro. Ah, beleza. Vamos escrever livros, mas vamos fazer panfletos. Porque num panfleto rápido a gente muda o mundo.

Eles sacam isso. Também eram baratos. É obviamente fácil de ler. Terceiro lugar, ele usava algumas das melhores ilustrações no seu tempo para fazer a sua mensagem entendida até o seu semi-alfabetizado.

Ilustrações, palavras simples, coisas pequenas, fáceis de ler, fáceis de entender. E você tem um homem que tem a metade das coisas publicadas por ele. O cara mais popular de ler na época. E homem que mudou o mundo durante a sua vida. Através a palavra escrita. Chegando a hora do casamento do Lutero. O monge vai casar. Mondes não podem casar, se vocês não estão sabendo. Mondes eram proibidos. Mas temos que lembrar que foi excomungado. Então ele está liberado. Então ele decida casar. E acaba casando com Catherine. Vamos embora. Vamos embora, Catherine. Catherine, vamos embora. Acho que ele ouviu o nome dele e falou.

Perfeito, Catherine, vamos embora. Vamos embora. Vamos embora. Ela escapou de um monastério com várias outras freiras. Oh, chique. Esse cara já tem uma história louca. Ele já tem uma história longa. Já está embaixo de uma sentença de morte. E ele vai casar com uma freira fugida. Ah, só pode ser. Esse é um filme, não aquele filme que fez. O filme pode ser feito bem melhor desse cara. É muito doido. Muito doido. Casa com um freira que escapou. Fugiu de um monastério em abril de 1523. Eles se casaram dia 13 de junho de 1525. Lutero se tornou pai de seis filhos. Ah, claro. Estava esperando tantos anos. Monde e Freira se juntam.

Muitos filhos. Ah, óbvio, né? E as suas ideias sobre matrimônio, como todas as outras, foram ansiosamente devoradas pelos seus estudantes e se tornaram a base do interesse protestante em bons matrimônios e famílios. Por quê? Porque temos que lembrar que até esse ponto toda a literatura religiosa era escrita por solteiros. Monges, padres, bispos, papos, cardeais. Todos solteiros. Embaixo de votos de castidade. De não casar. E eles estão escrevendo os livros para as pessoas sobre famílias. Como que pode? Eu te pergunto. Como um padre vai conciliar um casal tendo problemas no seu casamento? Como ele vai ensinar os pais de como disciplinar os seus filhos?

O cara tem experiência nenhuma. Mas o povo estava limitado somente a eles. De repente um monge louco casa com uma freira fugida. Enche a casa com filhos. E agora não temos alguém escrevendo que tem experiência, que tem espalda. Quem entenda o que ele está falando. Esse foi o começo do pensamento cristão, literatura, nesse ponto. E a casa de Lutero, como muitas vezes é afirmado, se tornou o modelo casa do pastor. As pessoas começam a me entender. O que é casa do pastor? Lutero. Catherine. Vamos embora. Mas Lutero não fala somente sobre matrimônio. Ele o viveu. Essa é a coisa mais importante da pessoa dele. Lutero ensinava muitas coisas.

Pregava muitas coisas. Encarava muitas coisas. Mas umas coisas que nós não podemos deixar ao lado é de falar. Ele viveu o que ele falava. Ele viveu o que ele pregava. Tem muitos por aí que falam muitas coisas lindas. E mais cedo ou mais tarde a gente saca. Eles não vivem. Mas uma coisa que sempre foi falada, ainda continua sendo falado de Lutero. Que ele viveu. Foi bem conhecido que ele é dedicado a sua esposa e família. A gente vê. É muito grande de entender que o reformador Martín Lutero, que mudou o mundo, também era um marido e um pai dedicado. Nesse bacana. Essa é essa daí. Porque muitas pessoas que você vê na história, às vezes o ministério deles explode.

Explode. Vai embora. Vai pirando. O cara crescendo. E a família dele fica deixada ao lado. Ou esquecido. E eles até às vezes falam. É o custo do meu ministério. Ah, meu. Desde Isaac, Deus não pediu ninguém sacrificar a sua família sobre o maltar. Essa daí já foi, já era. E eu gosto de, quando a gente vê pessoas como Lutero, que era conhecido. O cara era marido e pai. E que a casa dele era um lugar importante a ele. Não era uma coisa extra, coisa que ele fez no fim do dia, porque tinha que fazer. Mas algo que ele se interessava na casa. Daí se vê que homem de família, reformador, também homem que começou a igreja protestante.

Ele chegou a um ponto. Não somente que ele sacou que não podia reformar a igreja católica, mas reformar a igreja católica. Deixou ele sabendo. Nós não vamos deixar você nos reformar. Já era, cara. Você está fora. Eles não vão matar você. Então, influenciado por Lutero, os Wittenbergers, o processo de construir um sistema de igreja realmente protestante.

Começou. E agora, e diante, na história da reforma que a gente vai ver, existe uma outra igreja. Existe a igreja protestante, a igreja dos que estão protestando os erros da outra igreja. E você vê que a briga é a guerra. Uma outra grande contribuição de Lutero foi a introdução do canto congregacional. Até esse ponto, a igreja não cantava. A gente não tinha para a esquerda, para a direita. E acho que nem deve ter hoje em dia, mas infelizmente fomos obrigados de ter isso também. Mas eu não vou culpar Lutero por isso. Mas ele também foi um grande escritor de hinos.

Já ouviu falar? A mighty fortress is our God. Vocês entendem qual é a letra, né? Mas ele... É interessante que muitos hinos que a gente canta hoje em dia, a gente fica... Oh, era dele que fez. Cara, vamos falar. É muito tempo. É doido. Mas também, uma coisa interessante, um porém, um parênteses aqui. Os hinos na época de Calvino, do Lutero, esses aí que fizeram canto na época, os hinos, eram uma coisa muito banalizada naquela época, ou considerada banalizada, uma coisa banal. Era um escândalo de colocar cânticos dentro da igreja. Uma das razões é por causa da harmonia que eles usavam. A letra fera. Mas sabe onde eles conseguiram...

Nã, nã, nã, nã, nã, nã, nã, ou qualquer outra? Nos bares. Eles foram nos bares da vizinhança, escutaram os caras cantando, né? Aqueles canjos da época. Levavam o cântico, mudavam a letra e vamos cantar na igreja. Ah, faz isso hoje em dia. Ah, não. É ruim. É ruim, né? A povo vai pirar. Ah, pode fazer, não. Tem que cantar aquele do Lutero. Aquele que ele pegou no bar. A gente é muito interessante. A gente defende coisas que a gente nem sabe. Isso aqui é santo. Não mexe com os hinos. Só que na época que os hinos começaram, não eram tão santos. O povo religioso, na época, chutava. Não aceitava. Pode ser, não. Mas nós temos cânticos na igreja por causa do Lutero.

Mas eu também não vou culpar ele pelos ministros de louvor. As equipes de louvor que estão sempre queimando tudo. E, sabe, o fogo que eles estão na igreja não é culpa também dele. Essa é a culpa dos pecados deles mesmo. Mas como muitas outras inovações do período reformado, todos os cristãos hoje não dão muito valor ao canto congregacional. Uma coisa normal. A gente faz, é, todo mundo canta, não toca, não, não, não, não. Mas essa foi uma outra bênção que tinha sido retida do povo até a reforma. Embora o Lutero tivesse gostado de ver a unidade e vir, lembrando, ele queria unidade. Ele queria a reforma da igreja católica.

Ele queria que uma só igreja continuasse mais mudada. Essa foi a intenção dele. Mas a gente vê que foi o contrário. O resultado foi o contrário. Não tinha unidade. Tinha uma briga feia na coisa. E Lutero esperou que os líderes da igreja, os eruditos do dia, se unissem com ele na diligência de derrubar a impureza da doutrina. Mas não aconteceu assim. Se você um dia decida em encarar uma igreja na igreja, uma coisa que você acha que é muito contra a vontade de Deus, que está até afetando o que Deus quer na sua igreja, espera uma coisa só. É bem provável que vai ter poucas pessoas que vão lutar contigo. Geralmente você puxa a espada sozinha.

De vez em quando vai chegar ao teu lado. Mas a gente vê. Na história da reforma, tem quantos reformadores? Mas... Poucas. Tem um cada país, basicamente conhecido. Tinha as pessoas que se juntavam com ele. Mas quem mesmo comprava a briga são poucas. E ele querendo, junta todo mundo. Palma nessa, palma nessa galera. Vamos embora, Catherine.

Se achou sozinho. Em vez disso, os assaltos vieram. E ele, ele de cada lado. Mesmo a sua própria ordem. Agostiniano, veio contra ele com a condenação. E os irmãos, os amigos deles, começaram a falar mal dele. Começaram a condenar ele. E pode crer. Acontece. Se você quer lutar pela verdade achada na Bíblia. Se você quer se levantar contra a moda do dia. Até amigos vão te atacar. Porque você vai estando contra o que eles querem. Ainda seja errado. Infelizmente, essa natureza humana. Lutero deu reforma um começo. Um começo, mas não um fim. E quando ele morreu, em 1546, a reforma foi estabelecida. Mas os seus maiores frutos ainda estavam por vir.

Deus, obrigado, Senhor, pelo exemplo da vida do Lutero. Uma vida literalmente perdida. Por você é uma vida colocada no risco da morte. Por defender a sua verdade. Você nos ajude, Senhor, de parar de ser covardes. De parar de correr de qualquer confusão. Qualquer briga que pode se levantar na defesa da sua verdade. Você coloca em nós, Senhor. Um coração de guerreiro. Que a gente vai atacar, vai defender, vai promover. A verdade. Sabendo que realmente muitos almas estão em jogo.

Você nos ajude, Senhor, de levar a sério isso. De não ficar somente satisfeito com a nossa salvação. Mas de encarar o que é necessário, Senhor. Pela salvação dos outros. Nos ajude também, Senhor, no meio da guerra, na batalha. De sempre ter o nosso foco em sua glória e na salvação dos outros. E não simplesmente só porque a gente quer brigar. Senhor, que a briga nunca seja o foco ou a razão da gente agir ou não agir. Mas que os nossos motivos podem ser puros e baseados na sua palavra, para a sua glória. Amém. Beleza? É forma. Amém.