Evitando a falsa conversão dos seus filhos
Pr. Jeff FromholzPregação em áudio
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Transcrição automática da gravação, feita por reconhecimento de fala. É a pregação falada, com a sintaxe da fala — não um texto que o autor escreveu nem revisou. Nomes próprios e referências podem conter erro.
Uma das coisas que eu acho mais difícil na vida hoje em dia, e que parece que o mundo tem uma voz mais alta do que talvez tinha antigamente, e a gente fica bombado pelas revistas, pela televisão, pelos carros, que passa até na rua, gritando coisas para nós. Mas quando nos tempos passados, a maior influência da sua vida estava dentro da sua própria casa. O mundo não gritava tão alto que grita. E infelizmente, muitos de nós convidamos o mundo para entrar em nossas casas, e assim a briga fica mais intensa. Mas essa semana eu estava até lendo, não tinha nada a ver com isso. A gente já ouviu falar do Soren Kierkegaard, um filósofo.
Esse cara é maluco. Às vezes você lê as para as vezes e fala, pô, acho que esse cara não era crente. Às vezes você lê as outras coisas dele e fala, pô, o cara deve ser crente. Um filósofo meio cristão, meio doido, não sei se atrás, mas ele tinha uma frase que me pegou. Ele falou, o problema maior com os crentes hoje é que ninguém mais quer matar eles.
Pensa nisso. Caraca, tem uma coisa maluca falada, mas tem muita verdade lá. O problema maior com os crentes hoje é que ninguém mais quer matar eles. O que seja, os crentes se tornaram iguais no resto, e não estão incomodando ninguém ao ponto de que eles fiquem com raiva e que matem eles. É um problema. É um problema quando a igreja começa a aparecer demais com o mundo, ao ponto que nós não incomodamos as pessoas indo para o inferno por causa da sua prática de vida, ou pelas suas próprias vidas. Então, assim a gente vai dar continuação falando da reforma. Lembra? A gente começou falando da reforma da igreja. Se nós queremos ver uma reforma da igreja,
primeiro tem que começar com cada um de nós pessoalmente. A reforma começa com eu, e depois chega a reforma e começa na minha casa. E isso que eu quero mais falar hoje é das nossas casas. Josué 24, 14 e 15 fala, Agora, temem no Senhor e sirvem nele com integridade e felicidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Efrates e no Egito, e sirvam no Senhor. Se, porém, não lhes agradar servir o Senhor, escolhem hoje a quem irão servir. Se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Efrates, ou aos deuses dos amorreios, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
Talvez a maior declaração da vida de Josué foi isso. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Você tem que lembrar a cena. Estamos chegando no fim da vida de Josué. Ele tem feito isso já a vida inteira. Está no fim da vida dele. Está diante de uma nação que tem uma história de desviar dos caminhos do Senhor. De pegar deuses falsos e faz eles, os seus deuses. E Josué está diante deles. Chamam, todo mundo chama os líderes. E a declaração dele foi isso. Tipo, eu tenho decidido. Ou eu estou decidindo. E sempre decidirei de servir ao Senhor. Eu e a minha casa. E isso daí é uma decisão absolutamente necessária por cada líder.
Em que foi confiado o cuidado ou a direção de uma família. Nós que somos líderes. Eu falo a cada pessoa. Porque às vezes você tem uma família que o pai não mais faz parte. E daí a mãe tem que assumir o lugar. Não é sempre o homem. Mas quando tem um casal, obviamente, é o líder que lidera. Mas cada um de nós que se acha no papel de líder, temos que tomar essa decisão. Porque é uma decisão. Não é algo natural como nós vemos na maioria das casas que se dizem evangélicos hoje em dia. E não serve no Senhor. Você entra na casa deles e vê. Porque não tem nada servindo a Deus lá. Eles vão às próprias igrejas deles. Eles adoram Deus nos prédios.
Para dizer, nomeadas igrejas. Mas poucas famílias hoje em dia adoram Deus nas suas casas. A verdade é que a religião da família não existe mais. E daí, por isso nós estamos abordando isso. Porque até que vemos uma reforma na família ou uma dedicação nas casas a Deus, nós não podemos nunca esperar viver uma reforma na igreja. Porque a reforma começa com cada cristã adorando o Senhor. E isso começa com cada líder de casa tomando a decisão. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Então, o que eu quero? Pega essa frase e analisar para começar. E principalmente, somente uma palavra. Senhor. Porque eu acho que o maior problema mesmo que a gente vê nas casas e na igreja hoje em dia,
volta para essa palavra. Sou. Senhor. Porque pensando bem, Josué podia ter falado, serviremos ao Salvador. Eu e a minha casa salvaremos ao Salvador. E seria verdadeiro, tanto quanto o Senhor não seria. Deus não salvou a nação de Israel milhares de vezes? Salvou. E podia ter falado isso em vez do Senhor. Mas Ele não fala isso. E assim como a gente olha para Josué, nós entendemos um pouco do seu relacionamento com Deus. E como ele viu Deus. Ele sabia que Deus era o Salvador dele, mas ele respondeu a ele como o Senhor. Mas por que isso é importante? Vamos olhar para Jesus, né? Segundo Pedro, 3, 18. Porém, cresce na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
E Ele seja toda a glória, agora e para sempre. Amém. Jesus, tanto quanto o Pai, o Senhor e o Senhor, a palavra salvador, a palavra salvador, soté no grego. Aquele que liberta, resgate, salva, preserva. Para ter Jesus como seu salvador é de confiar nele e na sua obra. A gente sabe disso. Não são coisas tão estranhas. De confiar no fato de que Ele pagou o preço pelo pecado com o seu sangue. Seu próprio sangue derramado em nosso lugar, na cruz, em que Ele ressuscitou da morte. A gente sabe disso. Isso, quando a gente fala, Jesus é meu salvador. Estamos declarando isso. Eu confio nele que me salvou, que me resgatou, que me libertou.
Quando a gente fala em Senhor, a palavra Senhor quer dizer uma pessoa que tem autoridade, controle, ou poder sobre outros, um dono, o chefe, o governador. E para ter Jesus como seu Senhor é muito diferente do que salvador. Porque de ter Ele como Senhor é de humildemente se arrepender e verdadeiramente reconhecer e se submeter a Ele como o rei soberano. De viver para a sua glória, de obedecer tudo que Ele manda e de ter as nossas vontades conformadas a Dele. Quando nós falamos que Ele é salvador, é uma coisa. Quando a gente fala que Ele é Senhor, é totalmente outra. Salvador está baseado em o que Jesus fez. Senhor está baseado em quem Ele é.
E Josué viu a parte do Senhor como o principal. Hoje a gente vê que a parte do Salvador é o foco. E ali entra o problema. A gente vai ver por quê. Porque hoje, vamos pensar nas igrejas. Existe um pensamento, hoje em dia, normal, mas aceitar. Tu não pensa assim. Eu falo, não todos, mas muitos falam, que aquela pessoa, tipo, converte ou aceita Jesus Cristo como Senhor, pode ter Jesus como Salvador, mas não Senhor. Você já viu isso? É um ensinamento, uma certa doutrina aceita nas igrejas hoje em dia, que uma pessoa converte ou, entre aspas, aceita Jesus como Salvador. E agora é salva, ainda que a sua vida não muda quase nada.
A pessoa é considerada salva baseada em uma decisão. E a falta de mudança cai numa categoria chamada de crente carnal. Já ouviu nessa, né? Ah, lembro crente carnal. O que dizer? Ele fez uma decisão, ele convidou Jesus de entrar na sua vida, mas ele continua vivendo na carne. A igreja admita que essa pessoa não está vivendo como deve, mas resista em tirar o nome de crente. A esperança é que um dia, essa pessoa vai entregar a sua vida a Jesus como Senhor também. Ou que Jesus se torna o Senhor da sua vida, tanto quanto que já é o Salvador. Está entendendo? Quando você tira a parte do Senhor e fala, não, você pode ser salvo e não mudar.
E daí bagunça tudo. O problema é que Jesus nunca falou nada sobre somente sendo seu Salvador. É um pacote completo. Se Ele é Salvador, Ele é Senhor. Se Ele é Senhor, Ele é Salvador. Não tem como separar os dois. Ele comprou a sua vida para não libertar você a fazer o que você quer. A razão da cruz não era para todo mundo ficar livre e poder pegar vontade. Ele nos comprou na cruz para poder andar com Ele, para poder se submeter a Ele nesse caminho chamado da vida, nesse caminho que leva à morte. Na verdade, a morte de quem nós somos. para a gente chegar a um ponto de poder falar com o pau, não sou mais eu que vivo,
mas Cristo que vive em mim. Essa tudo volta para Jesus é Senhor. Ele tem que ser Senhor das nossas vidas para a gente poder falar, não, mas eu sou, mas não sou eu que vive. Se nós estamos vivendo, Ele não é Senhor. Se Ele não é Senhor, Ele também não é Salvador. Deus nos chama para ser o seu discípulo. Jesus como nosso Senhor e eu como discípulo dEle. Mas Senhor implica várias coisas. A gente vai olhar. Senhor implica uma submissão total desde o começo. É uma salvação estranha que não envolve uma submissão diária ao Cristo como Senhor. É muito estranho. Não, Ele é meu Senhor, mas eu faço o que eu quero. É uma coisa que não está batendo, porque até Romanos 12, 1 a 2, nos fala como é de ser debaixo do Senhorio de Jesus Cristo.
Portanto, irmãos, por causa da grande misericórdia de Deus, imploro vocês a se oferecer completamente a Deus como um sacrifício vivo, santo e agradável a Ele. Essa é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus. É uma submissão total que também inclui ou implica serviço feito por própria vontade. Por isso Ele fala, faça isso. Entregue a sua vida. Seja conformado. Disposto. Quando a gente fala que Jesus é meu Senhor, eu falo, eu estou disposto a morrer a todas as minhas vontades. Eu quero servir. Eu não estou obrigado. Eu quero. Eu quero e eu vou. E Paulo, você vê em Atos 9, 5 e 6. Depois que ele caiu, ele não caiu também de um cavalo, tudo bem?
Ele caiu. O Bíblio não fala que estava no cavalo, mas fica a história mais chique. Paulo caiu. Foi encontrado, confrontado, afrontado com a glória do próprio Senhor Jesus Cristo. Aquela luz. Puf! Ele viu um pouco da glória de Deus. Ele caiu. Interessante, dependendo de qual versão do grego que você pega, versículo 6 é diferente. Mas os que o King James usava, ele cai e ele fala, quem é? Ou quem você é, Senhor? E daí Jesus fala, quem é? E de novo, tem outra pergunta que Paulo faça, que muitas versões modernas não tem. Que ele fala, o que o Senhor quer que eu faça? Faça. Primeiro, quem você é? Eu sou Jesus, eu quero que você persegue.
Caraca. E agora, o que você quer que eu faça? Eu estou disposto. Paulo era um servo disposto. Eu quero te servir. Senhor também implica obediência. Lucas 6, 46. Por que me chamam de Senhor, Senhor, quando não fazem o que eu digo? Se a gente, por exemplo, temos as nossas Bíblias, tem princípios ensinados aqui, se nós não obedecemos os princípios escritos na palavra, e vira para ele e fala, Senhor. Ele vira para nós e fala, por que você me chama de Senhor, quando você não faz o que eu digo? Não tem como ter ele como Senhor e não obedecer. A Senhor implica propriedade. Se ele é meu Senhor, então ele é meu dono. 1 Coríntios 6, 10 e 9 a 20.
Vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, pois Deus os comprou por um preço. Ele é o nosso dono. Se ele é o nosso Senhor, ele é o nosso dono. A gente obedece, obedecemos porque queremos. A vontade dele se torna a nossa. Ele se torna o nosso rei. Para dizer, nós talvez estamos pensando, beleza, entendo isso. O que isso tem a ver com a minha família? O cara começa a falar de família, daí vira para uma lição sobre o que é que é Senhor? E a gente não entende nada. O cara está indo para lá, para cá, será que o cara está perdido?
Não. Porque essa parada de ele sendo o Senhor tem tudo a ver com a sua casa. Primeiro, se você é pai, Jesus é Senhor da sua vida.
Você fala com o Josué, eu e a minha casa serviremos ao Senhor? Pois se você mesmo, a sua própria vida, como líder, não serve o Senhor, vai ser muito difícil fazer a sua casa. Serve o Senhor. E se ele não é o Senhor da sua vida, a realidade é que ele também não é seu Salvador. Independente que alguém te fale em uma igreja, ou teus pais te falaram, se ele não é Senhor da sua vida, ele também não é Salvador. Então, eu, eu, começa aqui, eu e a minha casa. Eu primeiro sirvo ao Senhor e a minha casa também vai servir. Então, outra pergunta, ele é Senhor da sua casa. Porque não fala o somente, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
Todos nós sabemos das estatísticas dos jovens abandonando a sua fé, depois de sair da casa dos seus pais. 74%. A gente já sabe disso. Tem muito dito aqui, nesse lugar. Se a gente até ler hoje em dia, tem outras estatísticas que estão até piorando. Já vimos em 80% e até 90% dos jovens criados na igreja, na hora que saem para a faculdade, ou saem para seguir a própria vida, abandonam a fé. E todos lamentam o fato que tantos jovens criados na igreja, passarão a eternidade no inferno. E se a gente não lamenta isso, nós devemos.
Mas o que me pega nessa, e que ninguém me está perguntando por quê. Por que tantos jovens estão abandonando a sua fé? Qual é o problema? E talvez nisso nós estamos olhando para a situação erradamente. Pensando primeiro que cada um foi salvo. Porque, na verdade, eu não estou tão convencido que todos estão desviando ou perdendo, dizem, a sua salvação. Eu sou mais do que nunca não convencido que eles tiveram algo a perder. Isso é verdade. E quem vai dizer que esses jovens eram salvos? Os seus pais?
Eles são a fonte da verdade em relação aos seus próprios filhos? Porque, pensando até, e voltar para a igreja, em geral, 90% das pessoas na igreja pensam que, andando para a frente, orando ou simulando no batismo, salva a pessoa. Mas isso não é verdade. Uma oração não salva, indo para a frente não salva, batismo não salva. Só que a gente banca tudo nas vidas dos nossos filhos, nessas três coisas. Foram para a frente, fizemos uma oração, foram batizados. São salvos! Isso é o que eu te digo, não sempre. Não sempre. Os pais querem, e devem querer, tanto que seus filhos sejam salvos, que eles agarram qualquer interesse
que seus filhos tenham em ser salvos. E assim, os pais empurram seus filhos a, de, entre aspas, convidar Jesus entre no seu coração e fazem a oração e faz a oração e faz a oração. Não sei quantos pais têm falado comigo a respeito disso, da importância. Eu levo meu filho de orar. Eu levo meu filho de convidar Jesus no seu coração. Mas, eu te pergunto, isso é o que é salvação? Isso é porque o resultado disso, desse desejo tão forte nos pais de salvar seus filhos, o resultado que muitas crianças crescem pensando que são salvos, quando na realidade não são. E isso explica de porque, quando saem de casa, não existe nenhum desejo neles para seguir a Cristo.
Eles não eram salvos.
74% não desviam, porque 74% não são salvos, ou não eram salvos. Nós vendemos aos nossos filhos um Jesus que salva, mas não mexe nas suas vidas. Aquela cântico, ele me ama do jeito que eu sou. E esse é Jesus que nós vendemos aos nossos filhos. Um Jesus que te salva e não pede nada de você. Simplesmente faz a oração. Só que não tem nada que muda na vida. E daí que entra a questão, Salvador ou Senhor? Que nós, como pais, não podemos ficar felizes com uma decisão que não é acompanhada com uma vida rendida.
Se nós não vemos fruto nas vidas dos nossos filhos, fruto de uma vida rendida a Cristo, uma vida totalmente dedicada a Ele, não tem o que fazer em relação a ser feliz. Não tem como ficar feliz. Ah, meu filho orou, mas está usando drogas. Mas eu confio. Confio em o quê? Confio em o quê? Não tem o que confiar. O menino não é salvo. A vida dele, o fruto do árvore, nos mostra do tipo do árvore. Se o menino não vive por Jesus, o menino não é salvo. Essa talvez é a coisa mais difícil para um pai entender. No mínimo a gente quer crer que são salvos até sair, depois sai o sangue que está sobre as cabeças deles. Mas a realidade é que a maioria dos filhos hoje em dia que saem das casas dos seus pais não são salvos saindo.
Não são. Passando a eternidade no inferno. É coisa que me preocupa muito. Se eu vou investir a minha vida em qualquer coisa, seria isso. Que todos os meus filhos conhecem Jesus Cristo de verdade antes de sair na minha casa e continuarão até morrer. Mas como evitar uma falsa conversão? Porque esse que a gente tem que lidar hoje em dia. Nas casas com os filhos existem muitas falsas conversões. Existem mesmo. Como evitar isso? Tem uns perguntas que nós podemos nos perguntar primeiro. Qual Jesus nós temos vendido aos nossos filhos? Jesus? Jesus mole e Papai Noel que salva, mas não exige nada? Ou um Deus santo?
Que tem todo o direito de nos mandar ao inferno? Mas decidiu não fazer isso? Mas ele ainda continua sendo Deus soberano? O rei? O dom das nossas vidas? O Senhor? Qual Jesus nós temos mostrado aos nossos filhos? Nós temos mostrado um Deus Senhor das nossas vidas? Ou simplesmente um Deus salvador? Nós temos vivido vidas que mostram que estamos debaixo da autoridade de Deus e a sua palavra? Ou nós vivemos de qualquer jeito que a gente quer seguir nossos próprios sonhos e desejos e alvos? Felizes de ser salvos. Porque ele é nosso salvador. Simplesmente. Pergunto de novo. Ele é Senhor da sua vida. E além disso, os seus filhos são testemunho disso.
Porque eles estão olhando.
Os nossos filhos estão olhando para as nossas vidas. Se o seu filho não pode dizer, meu pai, ele é homem de Deus. Existe um problema. Se os seus filhos não podem dizer, a minha mãe é mulher de Deus. Existe um problema. E cara, esse negócio de casa. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. A casa é de alta importância. Quando a gente fala salvação dos seus filhos. As estatísticas, quase a metade dos crentes. 43% converte antes de atingir 13 anos de idade. Já estão ligados na parada. 43% Pessoas que são adultos hoje em dia, convertidos. Falam, eu converti. Com menos de 13 anos. 2 em cada 3, ou 64% Convertem antes de atingir 18 anos de idade.
Dois em cada 3, convertem na casa dos seus pais. Uma em cada 8. 13% Faz a sua profissão de fé. Quando tem entre 18 e 21 anos de idade. E vai aumentando. Você vai ver. Que quase todos convertem até 21 anos de idade. De verdade que somente 23% Convertem depois do seu 21º aniversário. Se nós queremos ganhar nossos filhos. A hora é agora. Nós temos que ganhá-los enquanto estão em nossas casas. Se não. A gente joga-lhes fora. E fala boa sorte. E espera um milagre. Disso. Dos que entregaram as suas vidas cedo ao Cristo. Eles falavam que a maior influência era seus pais. Mais do que 50% das pessoas que converteram cedo na vida.
Fala meus pais foram a maior influência. A verdade é que os pais são a maior razão que uma criança converte. E a maior razão que uma criança não converte. De verdade. É um peso sobre nós maluco. E interessante nisso. Quase nenhum. Poucos citaram o pastor. Com a razão da sua conversão.
Não vai apostando em mim para salvar seus filhos. Tá? Não está comigo. Salvação começa na casa. Não na igreja. Começa com você. Não com o pastor. E levando seu filho ao culto toda semana. Não é ensinando ele a seguir Cristo. É importante. Sim, né? Mas isso não é ensinando seu filho a seguir Cristo. Crianças, prestem atenção nos seus pais. E escutem eles a semana inteira. E isso é o que marca as suas vidas. Eles escutam o que os pais falam de outros crentes. O que os pais falam do pastor ou pastores. Eles veem os programas que assistem na televisão. Eles aprendem. Louco nisso. Pensa nisso. Eles aprendem deles como agir quando não estão na igreja.
A verdade é que os nossos filhos reconhecem e aprendem hipocrisia cedo por meio da vida de seus próprios pais.
Se os nossos filhos são hipócritas, eu sei onde aprenderam. Porque eles veem os pais de uma maneira na igreja. Ou diante das pessoas da igreja. De outra maneira quando ninguém está por perto.
Mas se junta isso com uma falsa conversão. E você tem a boa receita por sair da igreja quando sai de casa. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. É uma declaração e uma promessa. Ao que eu declaro para vocês e eu prometo a Deus. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Eu prometo de fazer questão que a minha família serve Deus. E que Ele é Senhor da minha casa. Então o que fazem? Se você quer que a sua família serve ao Senhor. Comece a buscar a Deus com a sua família. Lendo a palavra e orando junto. Que seus filhos devem aprender com você. Como amar a Deus e a sua palavra. Como fazer coisas básicas. Como orar. Ou tirar tempo devocional com Deus todo dia.
Você tem que lembrar que você é o líder espiritual do seu filho. E nisso está procurando levar ele a fé em Jesus Cristo. Então um dos nossos deveres como pais cristãos. E de ter devoções regulares da família. Tempo devocional da família. Isso daí é de alta importância. Não posso enfatizar. De tão importante é isso. Isso é uma coisa que sempre acompanhava as famílias cristãs dos anos passados. E uns 50 anos para cá foi perdido na igreja. Uma coisa no passado. Toda família que era crente. Tinha um tempo separado todo dia da família. Porque Deus era o Senhor da casa. E hoje é raro que você ouça de uma família que mesmo tira tempo para ler a Bíblia.
Ou para orar. Mas é de alta importância. Então nisso eu quero te encorajar. De fazer isso. E daí eu vou te dar umas dicas. De como fazer. Se você não já faz. Primeiro. Acha um lugar. Acha um lugar na sua casa. Pode ser a mesa de jantar. Sala de estar. Mas um lugar marcado. Aqui é onde nós fazemos nosso tempo. Onde nós prestamos culto a Deus. Em casa. Daí marca um horário. Tem que ter um horário marcado. Se não. Você fala. Vamos ver quando que dá amanhã. Vou te falar quando que vai dar. Nunca. Tem que ter um horário. Todo dia. Este horário. Este lugar. Nós vamos. Sentar com a família. Pode ser antes do dia começar.
Pode ser antes de uma refeição. Quando está todo mundo na mesa. De qualquer jeito. Pode ser antes de dormir. Mas tem que fazer. Então quando está todo mundo junto. Leia uma passagem da Bíblia. Não é nada que você tem que preparar uma pregação. Um estudo. Abre a palavra. E simplesmente leia uma passagem. Ou leia uma história. Ou leia um capítulo. Nós. Em nossa casa. Nós estamos. Algo que. Nem sei quando a gente começou. A gente fez um. Tipo um voto a Deus. Ou uma decisão. Nós queremos ler. A Bíblia. Inteiro. Inteira. Aos nossos filhos. Antes de eles saírem da nossa casa. Nós queremos. Estar junto com eles. E ler tudo.
Que na hora que eles saem da nossa casa. Eles vão sair. E vão ter ouvido as nossas bocas. A Bíblia. Inteira. Então. Se a gente tem um lugar. A gente senta na nossa mesa de jantar. E não são todos nós. Que nós temos feito isso com o pai também. São os que? Três anos pra cá? Dois anos? Que? Você. Lissa sempre fez. Essa é. Essa é. Eu vou falar. Sinceramente. Uma falha minha. Por uns. Dez. Doze anos. Com o pai. Eu não fiz o papel de sacerdote de casa. A Lissa fez. E finalmente eu acordei a parada. Caraca meu. Essa aqui é minha. Responsabilidade. E dá uns dois. Três anos pra cá. Que a gente. Começou. Segunda a sexta-feira.
Sete e meia. No mês de jantar. Antes que começa tudo. A gente senta. Toma café junto. E a gente lê um capítulo. Da Bíblia. E daí o que a gente faz? A gente ora junto. E não é só eu orando. Cada um. Ora. Pergunta. Alguém tem pedido de oração? Eu tenho. Eu tenho. Eu não tenho. Não. Então a gente ora. E dá uma roda. Todo mundo ora. Todo mundo aprende. Até desde pequenininho. E é engraçado. Quando são os menores que são. Nem engraçado. As coisas que eu oro. Mais vezes. Eu fico olhando com o olho aberto. Tentando não rir. Mas é massa. Porque assim eles aprendem cedo. Eu posso falar com Deus. Meu pai não é porta-voz da família.
Minha irmã não é porta-voz. Eu mesmo posso aproximar esse Deus do meu pai. Até ele se torna meu. Mas eu posso aproximar ele. Mas faz questão de curtir o tempo. Não pensa. Primeiro não pensa que tem que ser uma hora também. Se não uma hora não vale. Não é isso. Pode ser dez minutos. O negócio não é quanto tempo. Mas a qualidade do tempo. Que está curtindo a família. Não fica lá também com pressa. Tentando acabar. Rápido. Precisa. Já viu uma pessoa que vai lendo assim. E Jesus falou. Amém. Uhul. Terminamos. Para poder dar continuação ao dia. Não é isso. Senta. Já sabe. Nós vamos sentar. Vamos curtir esse tempo junto.
Vamos apreciar o tempo que nós temos. E não faz rápido.
Deixe tudo simples. O mais simples, melhor. Você vai complicando, complicando. Daí vira uma coisa meio... Não gostoso. Saca. Nós queremos ensinar os nossos filhos. De amar Deus. E de amar a adoração. Mas se a gente faz um tempo chato. De assim. Tem sim. Tem sim. Tem sim. Eles não vão amar o tempo. Tempo de devoções. Tempo da família. E vão aborrecer. Não somente o tempo. Mas vão ligar isso com a própria adoração a Deus. Então não fica uma coisa legal. Deixe simples. Deixe natural. Ainda que talvez no início. Não apareça nem um pouco. Natural. Talvez fique muito esquisito. Ah bom. Vamos tentar essa. Meio estranho. Mas com o tempo vai se tornar natural.
Remove as distrações. Desliga a televisão. Desliga o som. Não deixe ninguém atrás dos brinquedos. Fica lá jogando os brinquedos na mesa. Não é a hora. Por isso. Não atende o telefone. O melhor. Até eu tenho que lembrar disso. Esquece muitas vezes. Desliga o telefone. Para não ter uma interrupção. Porque a coisa mais importante que você vai fazer com o teu dia inteiro. É esse momento que você separa com a sua família. Para prestar culto a Deus. Então tira tudo possível que vai te distrair. E nessa daí. Faça isso. Tenta. Tenta. Tenta. Tenta. Tenta ser fiel. Mas ache o lugar. Marca o horário. Senta junto. Se nós queremos ganhar os nossos filhos.
Vai ser assim. Vai ser uma vida nossa. Dedicada ao Senhor. Não somente diante deles. Mas com eles. Se você vai apostando que vão ouvir alguma coisa num domingo. Na 180. Que vai mudar suas vidas. Eu espero também. Mas eu não ia apostar nisso. Porque eles estão olhando para nós como pais. Toda semana. Todo dia. Toda hora. Querendo ver quem nós somos. E um dia. Se nossos filhos. São salvos. Que acredito que serão. A maior alegria é nossa. É isso. Terceiro João 1.4 fala. Eu não poderia ter uma alegria maior. Do que eu vi. Que meus filhos. Seguem na verdade. Cara. É o sonho de todo pai. O filho. Sai de casa. Mora longe.
E ouvir testemunos de outras pessoas. Seu filho. Sua filha. Segue a verdade. Não tem nada mais que tem valor nesse mundo. Esse daí é o jogo inteiro. Além da minha salvação. A coisa mais importante para mim. É a salvação dos meus filhos. Da minha esposa. Da minha família. Eu e a minha casa. Serveremos o Senhor. Esse deve ser o nosso desejo. E o nosso alvo. Beleza?