Ai de nós hipócritas1
Pr. Jeff Fromholz25 de out de 2007
Ai de nós hipócritas.
Nessa semana eu estava me lembrando de uma vez em que eu entrei no meu carro com a galera e logo fiquei perturbado com um cheiro que não era natural para meu carro e algo que eu sabia não tinha saido de mim. E sem demorar come,cou as “Quem foi?” perguntas que parece mais com acusações. Pra variar, ninguém assumiu a culpa e na boa, eu estava começando duvida da sua origin. Sabe, existe algo particular no cheiro de um cachorro e o que sair dele, e sendo um dono de cachorros, eu saquei que a parada era algo além do que eu tinha pensado no início. O “Quem foi” rapidamente se tornou em “Quem pisou em algo?” Daí, tudo mundo saiu do carro e para minha tristeza, eu descobri que o culpado era ninguém além de eu. Xique.
O que não falta hoje em dia são galeras prontos de falar dos problemas da igreja atual, e eles não são poucos, e criticar ela. Só que nisso nós descobrimos mais dois problemas fazendo o que já era bastante mais ainda. O primeiro problema é que a maioria desses que falam não fazem nada além de falar. São aquelas bocas de ar quente que fazem o Deserto Sahara parecido com o Polo do Norte. Eles são “posers” que falam de revoluções de quais eles nunca irão lutar e manchas no vestido da noiva de quais eles não estão dispostos a limpar. O que esse mundo não precisa é de mais desses revolucionarios de sofa. O que esse mundo preciso é de geuerreiros de veradde que estão em falta nas igrejas hoje. O segundo problema é enquanto eles estão falando, todos por perto começam sentir o cheiro estranho e como sempre começam os “Quem foi?” E depois todos negando, os mesmos começam levantar o seus pes para dar uma olhado lá embaixo. O mais interessante é que todos estão carregando algo que não é lama. A ireja tá cheia de estrume (estou tentando evitar usado a palavra bosta para não ofender os religiosos que não gostam de termos atuais), estrume de coisas em que nós temos pisado,se fosse só a bola seria tranquilo, mas não é, e o estrume dos nossos pecados ocultos e das coisas que saiem das bocas desses fariseus. É demais, e isso me leva aonde eu queria chegar. A maioria dessa galera que tem uma faciliidade em enxergar os erros da igreja e seus membros não consegue ver que eles estão fazendo as mesmas coisas se não piores.
Um dia um fariseu foi ao templo para orar e chegando lá ele viu um pecador. Ele ficou observando ele por um tempo e finalmente começou orar, “Deus, muito obrigado que eu não sou igual aquele cara lá. Que vergonha para seu nome de ter alguém assim na sua casa. Muito obrigado por eu ser diferente. Eu sou um dizimista fiel. Eu até dar uma oferta das primícias sem saber o que é e sem você pedir, mas meu pastor fica feliz com isso e dar para ele trocar o carro dele cada ano. Sou também líder de uma celula e se as pessoas safadas embaixo de mim se ligam e começam ralar um pouco, eu posso até atingir um titulo, talvez pastor ou bispo e quem sabe, um dia apóstolo. Nem vou pensar em vice-Deus, isso seria um pouco precipitado. E Deus, eu nunca falta nenhum culto, mas não sei daquele lá. Na verdade, eu acho que eu nunca vi ele. Mas vamos parar de falar sobre ele, estamos falando de mim.” E bem no meio do discurso dele, o outro, o “pecador” com sua cabeça pra baixo, solta um grito de desespero, “Deus! Ter misericórdia de mim, um pecador!” E o fariseu sem quase perder o seu pensamento continuou, “Bom, Deus, como eu estava falando, Graças a Ti que eu não sou igual ele.”
Não é como que é na igreja hoje em dia. Tá tudo mundo criticando o irmãozinho comentando do cheiro dele sem perceer quie o cheiro não é somente dele mas de você também! Eu sempre percebi a hipócrisia na igreja pois cresci lá e me tornei craque de não somente perceber a falsidade nos outros, mas de também ser um praticante. Mas, E depois um tempo de está curtindo o cheiro dos outros e de mim mesmo, eu acho que acustumei ao cheiro e nem percebi mais até um belo dia recente quando eu e um pastor amigo meu saimos de tomar uma tigela de açai. Logo na conversa deu para perceber que ele estava meio nervoso e perguntei a ele o que foi. E ele se abriu,
“Cara, acabei de descobir que um membro na minha igreja fuma.”
(Eu não comentei, mas continuei escutado.) “Eu liguei para o pastor anterior de saber do dele, de como ele podia ter batizado uma pessoa que fuuma e ele falou que ela mostrava todos os sinais de arrependimento então...Mas, não pode!”
“Não pode o que?”
“Não pode batizar alguém que fuma! Você ia batizar alguém que fuma?”
“Sim, eu ia.”
“O que?!? Mas, você não pode!”
“Por que?”
“Por que é um pecado.”
“É? Onde está escrito isso na bíblia?”
“Não está, mas é um vício e um vício se torna um deus na sua vida.”
“Nisso eu concordo, mas, deixa eu te perguntar algo, quantas pessoas viciadas em café ou Coca-Cola você tem batizado?”
“Mas, não é a mesma coisa!”
“Não? Os olhos de quem?”
E ali nós achamos o cheiro bem embaixo dos nossos pés. Nós da igreja, os “santos”, tomam café e coca todo dia sem pensar, mas se vemos alguém fumando a gente pira. Por que? Porque somos hipocritas. Nós julgamos uma pessoa pela grão de areia no seu olho enquanto estamos competindo com Copa Cabana em nosso próprio. Quem nos deu a autoridade de decidir quais vícios são aceitaveis na igreja enquato condenamos os outros? Nos olhos de Deus não existe nenhuma diferença entre quem está viciado em café, coca-cola, nicotina, ou cocaína. Vício é vício e pecado é pecado. Deus não faz diferença independente de nossas regras e fardas humanas que colocamos acima do povo de Deus. Ai de nós hipocritas.
Quantos pastores piram no pulpito em relação das ladrões na igreja, aqueles que estão roubando a Deus não dando seus dízmos e ofertas enquanto eles não declaram tudo no imposto de renda. Ou enquanto tem uma coleção de cds piratas que ia deixar qualquer rádio com inveja. E pior, eles se justificam com algo fraco tipo “que não acha aqui” ou “que eles são muitos caros” e bla, bla, bla. Algo está cheirando por aqui e não é incenso dos lovores roubados que eles curtem.
E a nova onda hoje é de detonar os homossexuais principalmente por causa dessa nova lei pronta a ser aprovada. Não, eu não concordo com uma lei que vai limitar a minha liberdade para dar lierdade a um outro. Eu tenho direito a minha opinião e o direito a expressar ela segunda a constituição brasileira. Mas pensando bem, talvez isto seria a coisa melhor para a igreja evangélica brasileira. Com essa lei em efeito, a gente ia ver quem é quem de verdade e acabar com esse falso evangelho de moda que temos hoje. Os própriospastores e seus membros quenão tem nenhum problema em chamar o pecado deles por nome arriscam de causar um terra moto cada Domingo quando todos pulam no mesmo tempo durante o tempo de louvor, culpa de uma grande falta de domínio próprio. E esses fofinhos vivam criticando homossexualismo como se fosse o pior pecado de todos. Não é. É simplesmente mais um diante de um Deus santo que não mede pecado. Mas gula é algo aceitado no meio cristão e quase encorajado enquanto homossexualismo leva chicote, por enquanto. Vamos esperar um tempo até uns pastores de renome se entregar e ver se isto também não se torna a moda da hora. Enquanto nós ficamos falando do problema de homossexualismo sem fazer nada para ajudar ele, o bafo de b....(estrume) é quase inaguentável. Aí de nós hipócritas!
Infelizemnte não tenho tempo de abordar todos os assuntos que podiamos, tipo “namoro santo”, a.k.a. “cocô limpo e sem cheiro”, tele“não”visão, uma igreja que perdiu o seu foco e vive olhando para o que pode ser melhor no “templo” enquanto os necessitados morrem de fome bem na entrada, e lideres e ministéros mais populares do que Jesus Cristo, igrejas que pregam regras não achadas na bíblia sobre decência exagerada, não cortando seu cabelo ou usando maquiagem, e somente usando saias deixando para acesso mais fácil enquato a galera está na area de estacionamento curtindo algo além da palavra do pastor. Tampa seu nariz, o cheiro está começando ser demais.
Levaria um livro se fosse para a gente abordar tudo que tem um cheiro estranho na igreja hoje em dia, mas deixa suficiente de falar, “Algo está cheirando estranho e se nós paramos tempo suficiente para olhar embaixo do nosso pé, vamos descobrir que é nós. Nós somos o cheiro de bosta (oops) na igreja e não adianta reclamar ou culpar alguém mais. Deus está lá nos céus gritando “Aí de vós hipocritas” e olhando bem para nós.
Chegou a hora dos revolucionários de boca agir ou se calar. Vocês estão dando o resto de nós uma dor de cabeça violento e não temos no orçamento da igreja esse més suficiente de ungir tudo mundo com oleo.
E para nós que somos aqueles que acabamos de descobrir algo embaixo do nosso sapato, vamos limpar ele. Vamos mudar as nossas vidas. Se cada um começa com ele mesmo, o ambiente e cheiro da igreja vai começar mudar em pouco tempo.
Se lembra na próxima vez que algo está cheirando estranho, talvez é você.
Aí de nós hipócritas.