Como Deus pode me amar
Pr. Jeff Fromholz22 de jan de 2012
Como Deus pode me amar?
Amor. O que é amor?
Por que você ama seu marido? Sua esposa?
Fez algo para te conquistar? Merece seu amor?
E sua filha? Por que ama ela? Fez algo para merecer seu amor? Sacrificará a sua vida para salvar alguém? Um inimigo?
Efésios 1.7; Em Cristo, a nossa liberdade foi comprada com seu sangue, e assim os nossos pecados foram perdoados, segundo as riquezas da graça de Deus.
João 3.16; Pois Deus amou tanto o mundo que ele deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
Romanos 5.7-8; Dificilmente alguém aceitaria morrer por uma pessoa justa, embora por uma pessoa boa talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus mostra o seu próprio amor por nós, pelo fato de que, quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.
A medida do amor de Deus por nós é demonstrada em dois aspectos: Um, pela intensidade do sacrifício feito para nos salvar da penalidade do nosso pecado. O outro, pelo grau de nossa indignidade no momento da nossa salvação.
Podemos perceber a medida de seu sacrifício nas palavras: “Deus... deu o seu único Filho” (João 3.16). Também o percebemos na palavra “Cristo”. Este é um nome baseado no título grego Christos, ou “O Ungido”, ou “Messias”. Trata-se de um termo de grande dignidade. O Messias seria o rei de Israel. Ele subjugaria os romanos e traria paz e segurança para Israel. Em suma, a pessoa que Deus enviou para salvar pecadores era seu próprio Filho divino, seu único Filho e o Rei Ungido de Israel — de fato, o rei do mundo (Isaías 9.6-7).
Quando somamos esta consideração à horrível morte por crucificação que Cristo suportou, torna-se claro que o sacrifício feito pelo Pai e pelo Filho foi indescritivelmente grandioso — e até infinito, se considerarmos a distância entre o divino e o humano. Mas Deus escolheu fazer este sacrifício para nos salvar.
A medida de seu amor por nós aumenta ainda mais quando observamos nossa indignidade. “por uma pessoa boa talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus mostra o seu próprio amor por nós, pelo fato de que, quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós”. (Romanos 5.7-8). Nós merecíamos a punição divina, não o sacrifício divino.
Eu já ouvi alguém dizer: “Deus não morreu pelos animais. Então, ao morrer Ele estava respondendo ao valor que temos como humanos”. Isto torna a graça ainda maior. Somos piores que animais. Os animais não pecaram. Eles não se rebelaram, não desprezaram a Deus como alguém sem importância em sua vida. Jesus não teve de morrer pelos animais. Eles não são tão maus. Nós somos. Nosso débito é tão grande que somente um sacrifício divino poderia pagá-lo.
Existe apenas uma explicação para o sacrifício de Deus em nosso favor, E ela não se encontra em nós. “as riquezas da graça de Deus” (Efésios 1.7). O sacrifício é totalmente gratuito; não é uma resposta ao nosso valor. É a abundância do infinito valor de Deus. De fato, é nisto que consiste o amor divino: uma paixão por cativar, a um custo elevado, pecadores indignos com aquilo que os tornará incomparavelmente felizes, isto é, sua infinita beleza.