Aula 2-Agostinho vs Pelagio
Pr. Jeff FromholzPregação em áudio
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Então a gente começou semana passada falando que na história existem quatro principais teorias em relação da cruz, em relação da salvação. Primeiro sendo o agostinismo, que hoje é conhecido como calvinismo. Está aí o pelagianismo e o arminianismo. Que foi? Pergunta aí. Agostinismo. Que? Agostinismo? Surgiu do Agostinho. A gente vai abordar hoje a parada de Agostinho.
O que Agostinho... O que Agostinho creu foi sempre que a igreja acreditava. Só que por causa que a gente vai abordar hoje, por causa da ameaça ou a ideia de Pelagio, Agostinho tinha que definir a teologia da igreja para refutar Pelagio. Daí Pelagio foi jogado ao lado como heresia. A gente vai ver tudo isso ainda hoje. Mas foi jogado ao lado como heresia. E foi continuando nessa parada de Deus é soberano. Até surgiu o Jacobus e Arminius. Arminio. Jacob Arminio, no português. Que de novo queria questionar os ensinos da igreja em relação a Deus é soberano. De novo, daí levantou o sinodo do Dort. que refutou de novo Arminio e os cinco pontos de Arminianismo.
Daí surgiu o cinco pontos de Calvanismo. Que continuou até Wesley decidiu que ele queria levantar de novo uns pontos de Arminianismo. Que hoje tem se tornado um tipo de semi-palagenismo. Que nem no Arminianismo é o que temos hoje em dia. Mas na história da igreja, o seguido da história da igreja que eu estava lendo hoje em relação a soberania de Deus. Sempre foi algo acreditado. Não foi algo novo. Não foi algo que Agostinho até criou. Ou que Calvino, ou Alvino. Que, não. Que Calvino criou. Mas era sempre em resposta a alguém se levantando contra o que sempre foi aceitado como a doutrina da igreja na história. Então aqui a gente vai ver.
Até esse ponto com Agostinho. Tinha uns quatro, cinco, seis caras. Não lembro os nomes ainda agora. Estava estudando na terça-feira de semana. Os caras que ensinavam na igreja. Que dos caras, cabeça da igreja que ensinavam que Deus é soberano. E o ato de salvação pertence somente a Ele. Então sempre foi assim. Daí entra Agostinho. Até vamos só pegar Agostinho. Que ele era. Para levar ao ponto de entender o que rolou com ele e Pelágio. Só na semana que vem que a gente vai entrar em contato com armininismo. Que acho que todo mundo está querendo saber o que é. Mas para entender o que a Bíblia ensina sobre a cruz. Temos que entender também a história da igreja.
Que a igreja sempre acreditava e ensinava em relação da Bíblia. E as brigas que entravam. Porque hoje em dia as pessoas até falam. Na boa, acho que não tem nada a ver se a gente... Calvanismo, armininismo, pelagianismo, samapelagianismo. Essas são coisas que dividem. São coisas que as pessoas querem para fazer divisão. Para discutir. Mas na verdade o que a gente vai ver é muito importante. Muito importante. Porque cada um desses daí não está somente baseado e preso em quem é soberano. Porque Deus é soberano ou o homem é soberano. Tudo tem a ver com a cruz. E todas essas crenças mesmas estão mais focalizadas na cruz.
Em o que a gente crê sobre a cruz. Então se eu crer algo errado sobre a cruz. A minha... A ótica de Deus. Quem Ele é. O que Ele fez para mim. Quem eu sou. Tudo é diferente. Se você acha que Deus deve algo a você. A maneira que você trata Deus depois de algo devido. É diferente de alguém que pensa. Deus não me deve nada. Mas ainda recebi. Então a gratidão é diferente. Entendimento de graça é diferente. Então a gente vai abordar. Esses são os quatro principais. O agostinismo, o pelagianismo, arminianismo, samapelagianismo. Para a gente entender tudo o que é. Para entender onde nós estamos hoje. O que a igreja sempre acreditava.
Mas mais importante. O que a Bíblia ensina. Mas para a gente entender tudo. Temos que começar de zero. E vai caminhando. Essa daí. Para essa daí. Para essa daí. E daí logo depois a gente aborda o que... O meninismo foi o que eles... O protesto deles contra a crença da igreja naquela época. Durante a reforma protestante. Logo depois a reforma protestante. A gente vai ver... Primeiro o que eles acreditavam. Depois a gente vai entrar mesmo na Bíblia. Então a gente vai enterrar o assunto na Bíblia. Essa é uma coisa que eu quero fazer questão. Que não fica somente argumentos de ideias. Ou ideologias. Ou filosofias. Coisas assim.
Mas que a gente chega a um ponto e fala. Bom. Eles criam assim. Eles criam assim. Eles falam assim. Eles falam assim. A gente pode até argumentar. Raciocínio. Raciocínio de um ao outro. E chega a uma conclusão. Só que esse daitamento para mim não tem muito peso. Muito peso. Eu quero ver. O que a Bíblia fala. Mas eu quero que a gente entenda. Cada um desses quatro. Primeiro. Para dar a entrada na Bíblia. Porque daí. Se a gente já entenda. Por que. Ah. Eu não sou arminianismo. Eu não sou um pelejiano. Eu não sou um desse daí. Por que eu não sou? Porque se eu falar que eu não sou um pelejiano. Ninguém vai saber por que.
Mas eu falo. Não. Porque eles criam assim. E daí? Não. Porque a Bíblia ensina assim. Da essa. Daí refuta tudo o que o cara queria. E acabou a história. Então a gente vai chegando nessa daí. Por aí. Por aí a gente vai entender também. Onde a igreja tem chegado hoje em dia. Em relação da Bíblia. O que está ensinado sobre a cruz. E é isso que eu mais quero chegar lá. Mas Agostinho. Ele é uma das figuras mais conhecidas. Tu não sabe quem ele é. Um santo hoje em dia. E um dos caras mais importantes. No desenvolvimento de cristianismo. No ocidente. Ele é aquele que definiu muitas coisas. Que até hoje ainda estão sendo ensinadas.
Coisas que ele desenvolveu. No tempo dele era 300 e virado. Muito tempo atrás que ele estava na terra. Ele foi muito influenciado pelo neoplatonismo. De Platino. Um filósofo. O que a gente vai ver. Coisas interessantes sobre Agostinho. Quando a gente pensa nele. A gente pensa num cara que deve ter sido. Um cara que nasceu tipo Jesus. Na manjadora. E sabe. Que andava. Mas poucas pessoas sabem da vida pessoal de Agostinho. Que levam ele aonde ele estava. Para ensinar o que ele ensinava. E ele também. Ele é responsável pelo conceito do pecado original. Foi ele que definiu. E deu a direção dessa daí. Mas ele nasceu dia 3 de novembro.
Em 354. Na cidade de Tagaste. Que atualmente está chamado de Sukaras. Uma província humana da cidade. Sabe qual canta, nennt? O Agostinho era? África.
A gente pensa. Pô. Pensei ele era europeu. Tu não tem que ser europeu, né? Ele nasceu. Em uma cidade norte da África. E no que hoje em dia é a Argélia. E... Daí ele era filho de pai pagão. O pai dele, o Patrício, era pagão. A mãe dele, a Mônaca, era uma católica. Irme. E assim ele foi educado no norte da África. Mas ele resistiu aos ensinamentos da sua mãe e da igreja católica. Para se tornar cristão. Com 17 anos ele foi enviado para Roma, né? Para Cartago. Para continuar na sua educação retórica. E ainda não está nem um pouco perdido. Vai ver como ele está. Ele deixou a igreja nessa época. Ele estava na igreja por causa da mãe, saca?
Daí ele deixou a igreja para seguir a seita religiosa de maniqueísmo. Você já sabe dessa ou não? Já ouviu falar? Maniqueísmo? E deixou a mãe desesperada. Porque essa de maniqueísmo era uma filosofia dualística. Que ensinava que tudo está dividido entre bom e mal. Que não existe nenhum poder infinitamente bom. Não existe um poder que é mais poderoso do que o outro. O bom e o mal são iguais. São duas coisas poderosas. Mas igualmente poderosas. Não um é mais do que o outro. Sendo o diabo nem o Deus. Os dois são iguais. E o homem é o campo da batalha. E os dois estão lutando para conquistar o homem. Daí eles negavam a teoria da perfeição infinita de Deus.
E tudo que o homem é, o espírito dele é a parte boa dele. E a carne dele e todas as coisas materiais eram coisas maus. E se você já estudou alguma coisa sobre o nostricismo. Que o João e o Tiago na Bíblia estavam lidando com essas crenças. Não é uma coisa basicamente. Vem de tudo que tem a ver com a terra, material. É mal, mas o espírito é bom. Então foi essa crença que ele estava indo. Não era pecado se a tentação veio de fora te levando. Porque não era de você. Mas então pôde pecar a vontade se o pecado, a tentação vem de fora. Coisas malucas. Mas coisas que deram até o Agostinho a liberdade de praticar muitas coisas ilícitas.
Que ele não devia estar praticando. Nesse daí maniquismo também eles ensinavam que os homens se salvam chegando ao ponto de se conhecer e se identificar com a sua alma. Então não tem nada a ver com Cristo, com a cruz. Com nada aí para ser salvo. Então Agostinho estava seguindo essa seita religiosa. Sim, pode ser religiosa, mas era. E ele vivia uma vida de hedonismo totalmente liberado. Correu com uma galera chamada Hooligans. Que ele simplesmente falava sem parar das suas experiências sexuais. Com o sexo oposto. Encorijando os jovens mais jovens. Os rapazes mais jovens, tipo Agostinho. De ter experiências. Encorijando todo mundo para entrar nessa.
E até se você não tem no mínimo mentir sobre as suas experiências. Para ganhar crédito na galera. Para ser aceito. Em vez de rejeitado, zoado. Coisa assim. Parece como hoje em dia, né? Os caras hoje em dia estão todo mundo mentindo. De quantas moças que têm dormido na mesma noite. Para todo mundo. De quantas horas que ele transava sem parar. E vai embora. E daí vai falar para os outros. Os outros ficam mentindo. Porque não quer ser achado careta e virgem. E vai embora. Mesma coisa. Nada mudou. Mas essa daí fez parte de uma terceita religiosa. Então ele estava vivendo esse tempo como um pagão intelectual. De novo, Agostinho foi mais um que não era muito inteligente.
Não se destacava. Era um cara normal. Muito amigável. Tinha muitos amigos onde ele andava. Mas não foi um que olhou para ele e falou. Esse cara é um bicho. O cara é muito inteligente. Ele não era um que tinha já seis idiomas no bolso. Já com dez anos de idade. Ele era mais um. Mais um de nós. Mais um da galera. Então nesse tempo lá em Cartago. Estava vivendo como pagão intelectual. E ele tomou uma amante para ele. Que ele viveu com ela por treze anos. Então o Santo Agostinho. O reverendo da igreja católica e dos calvinistas. E todos que ficam elogiando quem ele era. Antes de se tornar algo para Deus. Tinha amante por treze anos.
Sem casar. Mas ele era fiel com ela. E com ela também ele teve um filho. Daí durante esse tempo. Os anos 373, 374. Ele ensinou gramática em Tagast. No ano seguinte ele mudou mesmo para Cartago. A fim de ocupar o cargo de professor. Da cadeira municipal. De retórica. E ele permaneceu lá. Para os próximos nove anos. Ele se desanimou com a galera lá. Que estava nem aí com os estudos. Não queria nada com nada. Daí queria mesmo ir para Roma. Onde devia ter os melhores alunos. Porque estava frustrado. Os alunos não queriam nada com nada. Então ele não quis continuar ensinando. 383 ele mudou para Roma. E daí enquanto estava em Milão.
Ele começou a mudar a sua vida. Começou a abandonar o maniqueísmo. Ele abandonou o hedonismo da vida dele. Só que ele não está ainda inclinando para o cristianismo. Agora ele vai atrás do movimento cético. Da academia neplatônica. Filosofia. A razão que ele começou a deixar esse maniqueísmo. Porque ele teve um encontro com o bicho da parada. O líder principal. O Fausto. E fica decepcionado com ele. Daí faz. Então. Desde para lá. Daí começou a entrar mais nos estudos dele. Tem uma linha mais da academia. Neoplatônica. Nesse tempo a sua mãe está insistindo. Que ele se tornasse cristão. E também nos próprios estudos que ele está fazendo no neoplatismo.
Está levando a esse ponto também. De ver realmente a parada da igreja. Na época a igreja católica. Tem tudo a ver com o que ele estava começando a crer. Por dentro. Daí. Ele ouviu um cara chamado Ambrosia. Que era o bispo de Milão. Pregando. E esse daí. O orator desse cara. A pregação desse cara. Foi o mesmo que mexeu com o Agostinho. Daí começou realmente a abrir seus olhos. Nas paradas de Deus. Nesse tempo. A mãe dele. Decidiu também de seguir ele para lá. Para mexer na vida dele. Para dizer em todo carinho. Ela chegou lá. E insistiu que ele ia abandonar o relacionamento dele. Com o amante dele. E ele deu o ouvido.
Porque ela fala que você está ilegalmente. Casado com ela. Nos olhos de Deus. E você deve procurar uma ou outra. Para casar. Conforme as leis do mundo e a doutrina cristã. Daí Agostinho deu o ouvido. Mandou ela de volta para a África. Filho ficou com ele. A mãe achou uma moça para ele casar. Para se noivar. Se noivou. Só que tem um detalhe nessa parada. Ele está pronto a casar. E que ele tem que esperar dois anos para casar. Por quê? Porque ela não tem idade para casar. Por quê? Porque ela só tem onze anos de idade. E tem que estar com treze para casar. Todos os detalhes. Você nunca vai ouvir em nenhum outro lugar.
Eu procuro essas coisas. Porque eu acho maneiro de pegar essas coisas reais. Mesmo da vida. Que são diferentes. Mas faz parte da história. Que eu acho que até dá o tempero das histórias. Mas ele não casou com ela. Porque não aguentou. E logo depois ele estava noivado com ela. Ele se juntou com outra amante. Esse é o nosso Agostinho. O nosso herói da fé. Mas o interessante nas confissões. Que é uma coisa. Uma das coisas mais lidas. Em relação a religião. As confissões. Ele fala mesmo da vida dele. Que virou algo teológico para as pessoas lerem. Mas ele escreve lá. Na parada sobre a primeira amante. Ninguém até sabe do nome dela.
Mas ele refere a ela como o único amor da vida dele. Ele ainda mandando ela de volta para a África. Estava apaixonado por ela. Tinha algo real com ela ainda. Sendo o fato que eles não estavam casados legalmente. Diante da igreja do mundo. Mas é só uma coisa interessante. Então. Ele está em tudo isso. Ele está agora amigado de novo. Mas em verão. No verão de 386. Após ter lido sobre a vida de Santo Antônio. Do deserto. Alguém já leu sobre os pais do deserto? Cara. Esses caras eram os malucos. Se lê as vidas deles. São os caras que mesmo se separavam da sociedade. São coisas interessantes. Os pais dos desertos. O Neumann.
Ou não Neumann. É. Henry Nguyen. Henry Nguyen fala muito desses caras. São caras que realmente tem uma ideia diferente do mundo. Mas as vidas que esses caras levavam. Em relação a santidade. Em relação a dedicação a Deus. É louco isso. É muito louco. Daí ele estava lendo sobre Santo Antônio. Santo Antanasio. De Alessandria. E daí. Em tudo isso. Olhando para eles. Para as vidas deles. Para a dedicação deles. Em relação a Deus. Ele sofreu uma profunda crise pessoal. Entre um parafusos. E quantos de nós temos lido sobre um missionário? Uma coisa assim. A gente lendo sobre a pessoa. Escrevendo sobre a vida dele. Sobre o relacionamento dele com Deus.
Tipo David Brainerd. David Brainerd. Duvidando a sua salvação. A gente lendo ele. Vendo tudo que está fazendo. Vendo tudo que está na vida dele. Daí vê que ele duvida a salvação dele. E deixa a gente aonde? Porque a gente nem enxerga. A gente nem enxerga um terço do que o cara está. E ele está duvidando. A gente está feliz de vida. Fecha alegria. Então foi assim para o Agostino. E muitas, muitas pessoas. Eu creio que muitos homens de Deus mesmo. Antes de entrar mesmo em serviço com Deus. Tem uma crise pessoal. E tem mesmo. Porque eles tem um confronto com Deus. De quem ele é. De quem nós somos. Existe uma crise que rola.
Daí a gente entender depois. Quem Deus é aqui. Nós não somos. De verdade. E daí a gente começa a andar de verdade com ele. Daí agora. Só agora. Ele decidiu de converter ao cristianismo. Católica. E na verdade não tinha outro naquela época. Para todo mundo já saber. Na hora que ele era católico. Era. Mas o que era diferente? Seria todo mundo. Era igreja cristã na época. E daí ele encerrou. Vai ver. Esse cara é doido. Ele converte. Logo abandona sua carreira. De retórica. Que ele já está. Mas que 10 anos. 12 anos na parada. Já é o bicho de uma cidade. Acima da parada. Ele. Encerrou a sua posição no ensino em Milão. Desistiu de qualquer ideia de casamento.
Opa. Quem não é casado aqui hoje. Cuidado. Talvez vai virar um Agostinho. Cuidado e fala. Cara, Deus me usa como Agostinho. Não fala isso não. Fala tipo Lutero. Os caras que casavam.
Deixa a ideia de casar. Daí ele se dedicou. Inteiramente a servir Deus. Nem as práticas do sacerdócio. Vai entrar agora com o sacerdote.
Daí perguntar. Mas o que rolou isso daí? Entra em crise pessoal. Está na crise pessoal. Deus começa a mexer na vida dele. De repente. Ele está sempre ouvindo uma voz. De uma criança. Cara, está doido, né? Mas essa voz da criança. Estava no jardim dele em Milão. Estava sempre cantando para ele. Vez após vez. Tolileje.
Tolileje. Tolileje. Tolileje. Tolileje. Gente, para que é isso? Toma e lê. Toma e lê. Toma. E ele fala da Bíblia. É que ele pegou. Romanos.
A gente vai ver mais um cara pirar para Deus. Para a casa de Paulo e Romanos. Ele pegou Romanos. E abriu. Tipo coisa pentecostal hoje em dia. Abre a Bíblia. Onde o Espírito Santo deixa cai e cai. E caiu em Romanos 13. 13 e 14. Ele leu. Comportem-se com decência. Com quem age a luz do dia. Ou como quem age a luz do dia. Não em orgias e bebedeiras. Não em moralidade sexual e depravação. Nem em discussões. Em vez disso. Revistem-se com o Senhor Jesus Cristo. Ou seja, sua justiça. E não fiquem procurando maneiras de satisfazer os maus desejos da sua natureza pecaminosa. E aí Agostinho que tinha levado uma vida bem carnal.
Crise pessoal. E Deus levou ele para esse texto. Fim da história. Ele se torna cristão. Daí Ambrose. Aquele bispo lá em Milão. Batizou ele com o seu filho. E a Jotato. Na vigília da Páscoa. Esse cara é crente de verdade. Quem que se batiza? Na vigília da Páscoa. Tem que saber. O cara vai fazer alguma coisa com a vida. Quem que foi batizado na Páscoa? A igreja nem batiza ninguém. É quase contra cristianismo. Não pode não. Porque esse dia é... Sou de Jesus. Você se batiza na Páscoa. Está errado. Igual alguém nascendo no dia 25 de dezembro. Não pode não. Que isso?
Não pode não. Sou Jesus que pode. Mas Dari ele se batizou com o seu filho. E logo depois em 388. Eles retornavam para África. Agora a gente vai ver como Deus de novo prepara seus servos. Para o ministério que tem para eles. No seu caminho de volta para África. A sua mãe morreu. Talvez ele estava triste. Eu acho ela meio metida. Mas tudo bem. Mas ela morreu. E logo depois o seu filho morreu. Deixando ele sozinho. Sem uma família. Porque o pai dele também já tinha morrido. Você vê. Pô cara. Tantas caras usadas por Deus. Sempre perdem esposas. Sempre perdem filhos. Sempre estão deixados sozinhos. Daí a gente pergunta.
Será que nós queremos ser mesmo igual a eles? Porque caraca. Eu não sei como que é. Mas parece que Deus sempre separa esses caras. E fala. Você vai viver por mim mesmo. Coisa louca. Não sei como Deus faz. Ele é soberano. Faz a parada dele. Mas eu acho interessante. Quantos desses caras perdem as suas famílias. E é uma coisa que em vez de eles abandonarem Deus. É uma coisa que eles mesmos se lançam. Mesmo totalmente em Deus. E Deus se torna o único conforto deles na terra. Despera mesmo. Mesmo. Então em 391 ele ficou lá na África. Ele foi ordenado sacerdote em Epona. Então se você procura ele na internet. Sempre procura.
Agostinho de Epona. Daí você vai achar ele. Porque está conhecido mais assim. Essa é a Nargélia. Em 396 foi eleito bispo. Cogiator de Epona. Ou auxiliar. Ele é o cara que se o bispo corrente morre. Ele toma o lugar. E se esse bispo mesmo morre. Aquele bispo corrente está esperando. Tipo ele estava no terceiro lugar. Esperando ser o bispo. E esse foi o posto que ele ficou posição em Epona. Que ele ficou lá. Ele morreu em 430. Agora hoje em dia. Todo mundo sabe quem é Agostinho. E é principalmente a igreja católica. Ele é um cara respeitado. Elogiado. Quase adorado. A igreja é ortodoxa. Oriental. Ele é louvado. E seu dia.
Eu sou clico que eu esqueço. Porque eu acho uma coisa interessante. Mas o seu dia de festival. De festivo dele. É celebrado no dia 15 de junho. Chique, né? Tinha que ser. Tinha que ser. Pois é. Então, enquanto as pessoas na igreja ortodoxa estão celebrando o dia de Agostinho. Eu também vou estar celebrando o meio dia. Mas tudo bem. Deus é bom. Então, tudo isso. Agora a gente está conhecendo Agostinho. Agostinho era uma porta-voz da igreja na época. O que mais tornou Agostinho conhecido foi a briga dele com um cara chamado de Plágio. Não Plágio, mas Pelágio. E não Pelado. Pelágio. Pelágio é um monge. Ele era da Inglaterra.
Tinha que ser, né? Tinha que ser. Inglaterra ou França. Em dessa cidade, tinha que ser. Mas ele viveu no fim. Na verdade, ele entrou na história quando Agostinho já estava quase no fim dele. No fim do século IV e no século V. Aquele tempo de Pelágio.
Ah, desculpa aí. Tinha que tomar o café porque é bom. É saúde. Sabe que café é fruto?
Tem que ser. Você nunca viu fruto e café? Então, tomei meu suco agora. Voltando. Pelágio. Essa era de graça. Não tem que anotar nada. Essa é de graça.
Pelágio ensinou que os seres humanos nasciam inocentes. Sem namante em pecado original ou pecado herdado. Ele afirmava que todo homem nasce moralmente neutro e que é capaz por si mesmo, sem qualquer influência externa, de converter-se a Deus e obedecer a sua vontade quando assim o deseja. Desejo. Hoje em dia quase ninguém... É. E daí? Só que a gente vai ver como essa daí era longe da parada. No século V mesmo, o Pelágio debateu perosamente com Agostinho. Mas na verdade, o Agostinho e Pelágio nunca se encontravam. Eles nunca debataram cara a cara. Era mesmo Agostinho debatando contra os ensinos de Pelágio. Porque o Pelágio foi mesmo para Roma, mas ele daí saiu, foi para África, para criar
polêmica lá. E os discípulos dele mesmo, que foram aqueles com quem Agostinho ficou debatendo. E o Agostinho, ao outro lado da parada, Agostinho ensinava que os seres humanos, por nascer com o pecado original, são incapazes de salvar-se a si mesmo. E segundo ele, fora da graça de Deus, é impossível que uma pessoa obedeça ou até mesmo busca a Deus. Essa daí a posição de Agostinho foi a posição sempre historicamente da igreja cristã. Daí entra Pelágio que fala, não, o homem nasce inocente, o homem tem... Na verdade, duas coisas sendo colocado.
Agostinho, Deus é soberano. Pelágio, o homem é soberano. Esse daí vai o debate. Sim, sim. A gente vai chegar mesmo no que ele ensinava, detalhe por detalhe, do Pelágio. Que ele acreditava que o homem é livre, literalmente, até de Deus. Mas daí entra uma coisa. Se Deus é soberano, o homem pode ser livre dEle? Não. Porque se ele é livre dEle, Deus não é soberano sobre ele. Tipo um rei. Eu sou rei de volta redonda. Você pode ser livre do meu poder e eu ser soberano enquanto você mora aqui? Não. Se eu sou soberano, todo mundo é sujeito a mim pela própria definição de soberania. Se você é livre de mim, eu não tenho soberania sobre você.
Então eu não sou soberano, você é soberano. Então vai a briga de quem é soberano. E tudo isso aí, a gente vai ver como que reflete na cruz, na obra da cruz, o que Deus fez, o que Deus pretendeu fazer, o que o homem fez ou não fez, qual a parte do homem. Mas o que Agostinho... Vamos pegar o Agostinho rápido, a gente volta para o Pelágio. Com o pecado de Adão, ele ensinava que houve uma total corrupção na raça humana. E quando Adão caiu, todo mundo caiu com ele, sendo nosso representante federal diante de Deus. E daí, como a Bíblia ensina mesmo, que por causa do pecado de um homem, nem entrou a natureza pecaminosa. Que tu já sabe disso.
Mas o Pelágio não concordava com isso. Mas daí o Agostinho ensina que depois dessa corrupção na raça humana, era de modo que a vontade natural do homem está fatalmente cativa e submissa a nossa condição pecaminosa. E daí dessa forma, somente a graça de Deus, concedido livremente aos seus leitos, é capaz de trazer salvação aos seres humanos. Essa daí é a posição histórica de soberania de Deus em relação à salvação do homem. A gente está colocando as posições por enquanto, e mais tarde a gente vai entrar na Bíblia. E fala, mas bom, o Pelágio fala que o homem é livre e faz o que ele quer. E Agostinho fala que o homem é livre e faz o que ele pode através da sua natureza corrupta.
E se não fosse por Deus, está ferrado. Então a gente vai entrar. Mas o discurso de Pelágio, na verdade, ele foi a Roma, viu a imoralidade na Roma. E dali ele estava mais interessado em a galera se purificar, se santificar. Estava mais interessado na mudança das atitudes, das vidas das pessoas lá. Então ele estava tentando estimular eles a serem melhores em relação à sociedade, em relação a Deus. Por isso ele enfatizava muito o homem, o lado do homem, o soberano do homem, o poder do homem de se mudar. E nessa ideia ele concluiu de forma fatalista que a ênfase de Agostinho, na necessidade humana e na graça divina, iria certamente paralisar a busca de santificação, visto que as pessoas iriam passar a pecar constante e sem medo de castigo.
Que até o Paulo abordava isso, as pessoas falavam, pô, então se a graça de Deus cresce quando nós pecamos, então vamos pecar mais. Lembra aquela história que era para que Paulo colocou em Romanos? Então Agostinho e Pelágio estavam nessa. Mas o que Pelágio estavam pegando o lado e acreditando mesmo. Se a gente fala que é tudo de Deus, tudo pela graça, o povo vai sem frear, se tornar mais pecadores do que já são. Então nós temos que tirar essa parada aí de graça, porque está complicando a coisa, e vamos ensinar simplesmente moralidade. Então essa foi a linha que Pelágio estava querendo levar. Então Pelágio estava realmente reagindo e rejeitando a doutrina do pecado original,
que Adão caiu e passou para nós. Ele ensinou que Adão, essa é onde fica interessante, que Pelágio ensinou. Que Adão foi meramente um mau exemplo. Ele não era o autor de nossa natureza pecaminosa, e que nós somos pecadores porque nós pecamos, e não ao contrário, nós não pecamos por causa da queda do Adão. Está entendendo? Então tem o lado do Agostinho que fala, Adão pecou, daí derrubava tudo na raça humana, e daí todo mundo depois vai ter uma natureza voltada ao pecado. E Pelágio fala, não, Adão foi mau exemplo, mas a queda dele não afetou ninguém, e nós somos pecadores porque pecamos. Não tem nada a ver com Adão. Então, consequentemente, ele fala do segundo Adão, sendo Jesus,
ele fala também de Jesus, que Jesus era simplesmente e somente um bom exemplo. Adão foi um mau exemplo, Jesus foi um bom exemplo. E a salvação dessa forma consiste simplesmente em seguir o exemplo de Jesus em vez de Adão. Então ele simplesmente tirou a cruz da parada. Interessante, existe um evangelista muito adorado hoje em dia, pessoas lendo os livros dele, botando postos na parede dele, que não sei igual a ele, que seguiu quase letra por letra dessa teologia, chamado Charles Finney. Então, quando as pessoas ficam me elogiando Charles Finney, eu fico meio de rosto distorcido, de entender como esse cara se tornou um herói da fé.
Porque quando você lê a teologia de Finney, que ele escreveu uma teologia meio bagunçada e sistemática dele, ele seguiu mesmo a linha de Pelagio, que o homem mesmo se salva. E o homem chega a um ponto de santidade onde ele pode ser aceito por Deus. Mas que a cruz de Cristo, o próprio Finney fala e ensina, você pode até procurar ler na teologia dele, que a cruz de Cristo não salva ninguém, se não fosse Jesus. Ele fala mesmo assim, bem na cara. Que era um exemplo de como viver uma vida sacrificada, dedicada totalmente a Deus. Mas não existia nenhuma propiciação, redenção, expiação, nada disso na cruz. Que cada um salva-se.
Esse foi o Finney. Então, se quiser ficar falando de Finney, vai na sua. Mas eu não gasto muito tempo falando dele, porque, tudo bem, Deus usou ele. Beleza, usou, acredito sim. Foi o vivimento que rolou quando estava pregando. Incrível que há. Rolou. Não sei do fruto, porque eu não sou Deus. Mas também eu sei uma coisa que uma mula também, falo uma vez na Bíblia. Mas eu não vou botar uma mula na parede e ficar adorando uma mula. E querendo ser uma mula, porque mula fala uma vez. Mas deixa eu falar, essa é uma opinião minha. Mas historicamente, a gente pode ver tudo isso escrito. Essa é a coisa boa de livros, né? Que se o cara dá uma cagada geral e escreve da parada, todo mundo vai saber.
Só que é interessante que ninguém hoje em dia lê nada. A gente só ouça as lendas de tal, de tal, e acredita na lenda. E nunca procura saber quem a pessoa era, como que era a vida da pessoa. Se ele acreditava mesmo nas coisas de Deus, se era homem de Deus ou não. Porque se a gente só gosta de Agostinho, quem vai saber? O cara tinha mãe por 13 anos, era um cara que seguia o hedonismo desfreado. Tinha um filho fora de nenhum casamento. Estava noivado com menina de 11 anos de idade. Como a gente vai saber disso? Porque ninguém vai falar. Mas eu acho maneiro porque, nesse sentido, Agostinho traz o lado humano do cara. A gente vê que, pô, o cara é igual, gente.
Mais uma pessoa precisando da graça de Deus, da mudança em nossas vidas, para poder servir ele. Então, para mim, Agostinho dá esperança. Mas voltando para nossa... Não sei, eu ia chamar amigo, mas... Esse cara Pelágio. Ele fala que o que os homens e mulheres precisam é de uma direção moral. Não de um novo nascimento. Chique, né? Assim, sendo Pelágio, viu a salvação em termos meramente naturais. Que seria o progresso do caráter humano e por seguir o exemplo de Cristo. E também o Fini seguiu letra em letra essa parada. Os outros crentes de Pelágio. Adão foi criado como um ser mortal e teria morrido ainda que não tivesse cometido pecado.
Um dos ensinos dele, outro. O pecado de Adão é agredir somente ele, não toda raça humana que a gente já falou. Se crianças recém-nascidas estão no mesmo estado que Adão antes da sua queda. E todo mundo tem a queda pessoal. Não é por causa da morte e do pecado de Adão que toda raça humana morre. De igual modo, ele não irá ressuscitar. A raça humana, né? Não irá ressuscitar por causa da ressurreição de Cristo. Pergunta. Pelágio é crente? Um sério. Uma pergunta séria. Ele é crente? Não. Ele não é crente. Porque se ele não acha salvação na cruz de Cristo e perdão por pecado através da substituição de Jesus na cruz por nós,
não tem nada. Ele é uma pessoa, um cara que seguiu uma forma nova naquela época do humanismo, procurando se melhorar. Mas cristão o cara não era. Nem tem que ser teólogo para entender. Essa. Ele ensinava que a lei oferece, assim como o evangelho, entrado no reino do céu. E até mesmo antes da vinda de Cristo, havia homens completamente sem pecado. Essa daí foi uma das coisas que o Finney procurava. Chamada perfeição moral. Tem pessoas hoje em dia que ensinam uma teologia. Teologia chamada perfeição moral. É uma teologia predominante achada em Jocum. Para quem já fez Jocum, TED, ou Escola de Evangelismo, as paradas sim.
Se tem gastado muito tempo lá com os caras de Winky Pratt e de Martin Dawson, esses caras aí que são os bichos da parada, eles seguem uma teologia chamada perfeição moral. Que eles querem chegar, eu acho que um homem pode chegar a um ponto e não pecar mais.
Eles também ensinam que Deus não sabe do futuro. Chique, né? Jocum. Legal. Vamos se juntar com Jocum então. Vamos encher nossas cabeças com nelesias. É louco. Mas as pessoas muitas vezes entram. Infelizmente muitos jovens entram em Jocum sem saber o que é que é nem porquê. Eles querem servir Deus. De boa. Eles querem servir Deus. Eles só sabem de eu quero servir Deus. Não tem nenhuma igreja enviando missionários um dia. Então parece que a única opção seria Jocum. Só que se você entra mesmo em Jocum, nos ensinos deles, você vai se achar num lugar muito estranho. Eu sei porque eu passei tempo lá. Eu sei que os ensinos estão aí.
Eu sei que os livros que eles indicam que são deles mesmos a ler vão te levar a esse ponto de crer que Deus não sabe do futuro, que Ele não é soberano, que o homem tem que chegar a um ponto de perfeição. E vai embora. Eles não negam a cruz. Mas mistura tanta coisa lá que a verdade fica meio perdida. Na boa. Então. Ah. Homens completamente sem pecado. Gostei até de conhecer um desses daí. Mais tarde, Pelágio e seus seguidores negaram. Esse é o fim da parada. Negaram a doutrina da predestinação. Incondicional. Parece uma frase muito calvanista, não parece?
Porque é muito calvanista. As pessoas perguntam, você é calvanista? Sou. Por quê? Porque a Bíblia é. Essa é a minha resposta. A gente vai ver com o tempo, vocês vão entender, que calvanismo faz parte do cristianismo. Na verdade, o calvanismo que está conhecido como calvanismo hoje em dia sempre foi historicamente o cristianismo. Só que quando tudo muda a parada, tipo assim, todo mundo hoje em dia é flamenguista. Mas é coisa nova. Dez anos atrás começou o flamenco. Antes dessa, todo mundo era de Vasco. É agora todo mundo flamenguista. Daí o que ele de Vasco é erge, né? É coisa louca. Você sabe como é que é, né? Quando o foco de tudo muda para um lado,
quem está no lado, independente de o cara estar no lado que sempre era, se ele está na minoria, ele fica rejeitado e parece que o cara está esquisito. E é errado. Isso é uma coisa que eu aprendi muito tempo atrás. A verdade sempre é verdade, quando ninguém acredita. É mentira, é sempre mentira, ainda quando todo mundo acredita. Então aqui a gente tem que ver, cristianismo é algo bíblico e histórico no mesmo tempo. Por isso a Bíblia conta a história dos primeiros 30 anos no Atos, e da Grécia Primitiva. E vai. É importante. Tem sido erros dentro da teologia durante os séculos? Claro. Tem coisas que Deus vai revelando com o tempo.
Mas tem coisas que sempre tem sido dentro do perfil da Grécia. É um que Deus é soberano. Mas aí, o pedagianismo, por si, por surpresa que seja, foi condenado por mais concílios da Grécia do que qualquer outra ele dizia na história. Duvida? Em 412,
o Colastias, ele foi mesmo que brigava mais com Agostinho, um discípulo de Pelágio, foi excomungado no sínodo de Cartago. Os concílios de Cartago e Mileves condenaram Pelágio. O imperador oriental, Teodosia II, baniu os pelagianos do leste em 430. Heresia foi repetidamente condenado pelo concílio de Éfeso em 431. O segundo concílio de Orange, em 529, também condenou. Está gostando? Vai à história. Cada vez que essa heresia se levantava a cabeça naquela época, um concílio condenava. Esse daí não é cristão. De fato, o concílio de Orange condenou até mesmo o semi-pelagianismo, que embora afirma que a graça é necessária à salvação,
ensina que a vontade é livre por natureza para escolher de cooperar com a graça oferecida.
Parece muito com hoje em dia, não parece? Parece. Mas, nesse tempo, em 529, o que está acrido hoje em dia pela maioria foi condenado como heresia. Uns 1500, exatamente, quase 1500, 1480 anos atrás, foi condenado como heresia. O concílio de Orange também condenou aqueles que ensinavam que a salvação poderia ser concedida no simples ato de se fazer uma oração.
Interessante. Tudo bem. Afirmando, em lugar disso, com muitíssimas referências bíblicas que a gente vai ver mais tarde, sem necessário Deus despertar o pecador, ele conceder o dom da fé antes que ele possa até mesmo buscá-lo. Está vendo? Tem dois lados. Tem dois lados distintos. Não é a coisa que... Não, mas é quase a mesma coisa. Não é quase. É distinto. É diferente. Ainda não vou tomar nenhuma posição publicamente de qual lado que eu estou. Brincado. Qual que é a doutrina que limita o conhecimento do pecado original, o cativeiro da vontade, a natureza pecaminosa e a necessidade da graça para até mesmo aceitar o dom da vida eterna
e permanecer em santidade é considerado por toda a igreja e durante toda a história como heresia. Essa daí é uma frase muito cheia. Vou ler de novo para vocês entenderem. Mas a igreja historicamente sempre foi isso, que existe o pecado original, que a vontade do homem é cativo, a sua natureza pecaminosa, existe uma necessidade da graça para até mesmo a pessoa aceitar o dom da vida eterna que está oferecido e para permanecer em santidade. Essas são coisas que sempre foram consideradas cristianismo histórico. E qualquer coisa que nega essa ideia foi sempre considerada como heresia. Hoje em dia, a gente teria um grande problema
se a gente fosse levar o que é crido hoje em dia, pela maioria, para estar diante dos concílios na história da igreja. Porque seria, eu vou te dizer bem claramente, seria considerado como heresia, simplesmente colocado. A gente vai ver por que no correr dessas semanas. Agostinho teve sucesso refutando o Pelágio, mas o Pelagianismo não morreu. Várias formas de Pelagianismo ocorreram periodicamente, através dos séculos, século por século, sempre tem alguém que quer se surgir de novo com o erro do passado, fingindo que é novo. As heresias sempre voltam só com uma roupa nova. Em 1525, chegando o tempo da Reforma, que a gente acabou de estudar,
Lutero escreveu um livro, A Escravidão da Vontade. Essa foi em resposta a um diatribo de Erasmo. E onde o mesmo Erasmo estava defendendo o lado, as doutrinas de Pelagianismo. Quem já leu? Alguém já leu? Já viu esse livro? Tem que ler esse livro. Esse livro é interessante, no mínimo, porque você, além do lado teológico, é interessante você ver a pessoa de Lutero. Como ele lidava, como ele levava a sério a defesa do Evangelho e das doutrinas da Igreja. porque ele, literalmente, ele acaba com esse cara. Você lê o livro, você quase tem pena. Porque o Lutero, a gente já sabe, ele tinha uma língua muito fiada. O cara tinha uma língua
e ele destruiu quem está na frente dele para tentar brigar com ele. Erasmo foi vítima nesse livro, porque ele mandava uma... É uma troca de cartas. Erasmo manda um, Lutero manda outro. Ele bastava, falava muita coisa, tem que ver. Ele chamava nome até o cara. É muito interessante. Mas é legal, porque você vê o lado real do Lutero, você vê como o cara era feroz mesmo em relação das crenças. E não era um mundizinho esperando morrer. Era um cara que mesmo puxava a espada da Bíblia e foi matando quem estava na frente. Porque, na verdade, o Lutero acreditava e considerava o Erasmo como ele falava, um inimigo de Deus e da religião cristã.
Então, ele levava sério esse debate com ele. E era mais tudo ligado ao ponto de pecado original. Esse daí foi, realmente, o foco do argumento dele. Não era de eleição, era do pecado original. Mas é interessante. Não sei se tem no português, mas se tem esse livro, procura a escravidão da vontade do Lutero. E é bom notar que o catolicismo medieval sob influência de Aquino, já ouviu falar de Aquino, outro herói católico, o Thomas Aquino, ele adotou uma linha de semi-palagenismo. de semi-palagenismo. Daí você vê como a coisa vai começar a mudar. Ele não era tipo o lado Erasmo, mas ao mesmo tempo ele já estava chegando mais perto.
E é interessante que ele adotou essa como um dos líderes da igreja católica na época, independente do fato que essa linha já foi rejeitada, já foi condenada com heresia. Ele conseguiu puxar para dentro porque não era pelagenismo puro. Daí agora, no século XVII, a gente está até chegando mais perto agora, uma forma nova e levemente modificada de pelagenismo apareceu através de Jacó, Arminio, que foi chamado de arminianismo.
E... A gente não vai entrar muito no arminianismo hoje, desculpa aí. Mais uma semana que a gente vai chegar, porque na boa, é muita coisa. É muita coisa. Mas, arminianismo é uma forma meia leve de pelagenismo do jaco Arminio. Existem algumas diferenças entre pelagenismo e arminianismo. Em relação de... Ao tal ponto que eles levam as crenças de se Deus é soberano, se o homem é soberano. A gente falava na semana passada. O Arminio, ele tenta achar um lugar entre agostianismo e pelagenismo. Mas, os dois creem na parada de sinergismo, que é Deus mais o homem trabalhando junto para a salvação do homem. Eles têm também a mesma
mas o conceito de fé que é uma decisão puramente humana de receber a Jesus Cristo que salva o homem e não como um dom de Deus. Fé é algo que o homem faz, não algo que o homem recebe de Deus. Pelagenismo ensina isso também no arminianismo. Daí a questão onde nós estamos chegando. Diante de nós estamos com basicamente duas crenças. porque agora vamos deixar pelagenismo ao lado porque a gente já sabe essa daí é a viagem é meio óbvio que é heresia. Agostianismo a gente não sabe ainda que a gente pense nessa daí mas entra arminianismo que vai ser mais a debate para os próximos passos. Na verdade eu não vou gastar muito
tempo entrando hoje em dia no semi-pelagenismo porque é meio confuso porque hoje em dia a gente chama arminianismo mas não é arminianismo é semi-pelagenismo então a gente vai confundir muito nesse dia a gente vai chamar tudo arminianismo beleza? Tudo que não é pelagenismo vamos chamar de arminianismo só para não confundir mas o que nós temos a gente vai só no fim abordar o fato que o que a gente tem hoje em dia é mais perto do pelagenismo do que o próprio arminianismo a gente vai entender tudo mais tarde mas aí fica confuso porque tu não chama tudo errado se chama preto, branco branco, preto do céu chão, chão no céu
e tu não fica o que que é por isso é importante de entender cada um por si porque quando a gente aborda a Bíblia na verdade a gente vai poder descartar muitas coisas só por causa da Bíblia se não todas acho que todas mas a questão então que a gente tem diante de nós o homem coopera com Deus para ser salvo que a gente chama de sinergismo conhecido como sinergismo Deus oferece e espera o homem reagir sinergismo porque a salvação do homem está dependente não em Deus o que ele fez mas na resposta do homem sinergismo ou Deus é responsável desde o primeiro passo da salvação do homem até o último passo que está conhecido
como monergismo Deus faz questão que o homem quer ele busca ele está ligado ou mais simples fé é algo vamos falar de fé fé é algo que procede do homem algo que o homem oferece a Deus para ser salvo ou fé é algo que Deus dá para o homem e que o homem simplesmente devolve a Deus entendendo as perguntas e esses de nós estamos diante de nós que semana que vem nós vamos começar com o protesto do partido arminiano na Holanda que eles foram lá para levar as ideias depois um ano depois Arminio morreu eles levam as suas ideias para a liderança nacional da Holanda da igreja para falar nós queremos que vocês mudem vocês mudem
as crenças da igreja por essas aqui porque o que está escrito o que está declarado o que está historicamente conhecido como cristianismo tem umas falhas e Jaco Arminio nos ensinou as verdades então aqui são as verdades que tem que mudar tudo então eles levam cinco pontos na verdade eram quatro pontos mas eles dividiram um dos quatro dos arminianos levaram para eles para mudar na verdade foi a ideia deles de mudar as crenças cristãs que o sinod de Gort acabou devolvendo a resposta deles que hoje em dia está conhecido como cinco pontos de calvanismo a gente está chegando para agora vamos abordar onde nós estamos e vamos abordar
aonde está a cruz o que que é que Deus pretendeu fazer através da cruz o que o homem pode ou não pode fazer então a gente vai entrar em muitas coisas começar a entrar na semana que vem na natureza do homem o que ele pode ou não pode fazer o que Deus faz ou não faz o que Deus pretendeu na cruz não pretendeu o que se Deus é feliz hoje satisfeito que a ideia dele funcionou o frustrado porque está tudo dando errado tá ligado é muita coisa mas eu acho no concorrer da semana a gente vai devergar e passo por passo e quando a gente chega mesmo de mergulhar na Bíblia acho que vai ficar muito claro porque não são ideias tiradas de um
versículo são ideias que são tiradas de 50 60 30 versículos mesma coisa blá blá blá blá você chega no fim e fala pô meu óbvio e essa é a ideia a ideia é que a gente chega a uma conclusão sobre a cruz a prima obra de Deus o que que Deus queria com a cruz o que o cruz mesmo fez ou não fez e que Deus espera de nós através do que ele fez na cruz beleza pô