Aula 3-Arminius e seus Cinco Pontos
Pr. Jeff FromholzPregação em áudio
Baixar o áudioMP3 · 22 MB · 96 min
Transcrição automática da gravação, feita por reconhecimento de fala. É a pregação falada, com a sintaxe da fala — não um texto que o autor escreveu nem revisou. Nomes próprios e referências podem conter erro.
Beleza, hoje vamos continuar na parada, mas vamos pegar em Jacobus Arminius. E Jacobus Arminius, ele nasceu em 1559, morreu em 1609. Ele é aquele por qual o arminianismo está nomeado, a gente vai chegar lá de porquê. Mas ele foi um reformador, remonstrante holandês, nasceu lá na Holanda. E o nome dele de nascimento não é Arminius, é Jacob Arminius I. Então se fosse Arminius I, acho que muda o meu nome também, faz sentido. No mínimo na hora é Silaski, mas essa é outra história. Mas Jacob Arminius, você não sabe dessa? Você sabe o que significa Silaski? Silaski?
Alguém nunca falou para você Silaski? Então. Tem um cara entre nós que nasceu com o nome Silaski, sobrenome. É verdade. O Jeffrey Lynn Silaski. Só que o Jeffrey Lynn Silaski foi adotado pelo padrasto e se tornou algo bem mais lindo em Jeffrey Lynn Frommels. Silaski.
Silaski. Silaski casou com a morte. Porque sobrenome da minha esposa é a morte. Então a morte casou com Silaski e somos os Frommels agora. Mas deu certo, Deus que sabe. De qualquer jeito, voltando, nada é ver, de graça essa, não tem que pagar por aquilo. O Jacob Arminius de Odewater. O nome da cidade dele, perto de Utrecht. Se você conhece Holanda, que eu não sei nada e nada, mas é aqui, Odewater, perto de Utrecht. E é onde o Arminius, o Jacob Arminius, ele nasceu. Sua família era de classe média, mas seu pai, que era fabricante, ele fez utensílios para a cozinha. Coisa tipo colher, sei lá, as faras de cozinha. Ele morreu quando o Arminius era criança, na infância da Arminius.
Daí ele ficou só com mãe e os seus irmãos, que foram, curta, foram massacrados. A família dele foi massacrada durante a destruição de Odewater, em agosto de 1575, quando ele tinha 16 anos de idade, porque as forças espanholas tinham retaliado contra Odewater, porque Odewater uniu com aqueles que estavam buscando independente da Espanha. A Espanha mandou um exército de Islã e massacrou todo mundo, menos Jacob, se não estava aí. Mas o resto da sua família morreu. Daí ele foi criado pelos amigos da família. Daí como ele foi criado nas escolas clássicas, ele se tornou erudito. E assim que todos os eruditos naquela época fizeram, eles latinizavam para dizer.
Colocavam seus nomes no latim. Então ele pegou Jacobus Arminius, fazendo o latim do nome dele, na verdade não muito do latim do Arminius. Mas o que ele pegou Arminius, que ele foi um líder germânico no primeiro século, que foi um cara reconhecido pela sua resistência aos romanos. Então essa é onde veio Arminius. Ele estava se nomeando por um líder que lutava contra os romanos. Então agora nós temos Jacobus Arminius. Até agora está limpo. A gente entende quem ele é, o que ele era. E agora ele começou a estudar embaixo de Beza. Não sei se vocês lembram, a gente fala de Beza, quando a gente fala de Calvino. Beza foi o aluno, o primeiro um, o número um de Calvino.
Foi discípulo de Calvino lá em Genebra. Daí Arminius foi para Genebra para estudar debaixo de Beza. E foi no primeiro dia do ano 1582. Beza foi o discípulo de Calvino por 62 anos. E foi o sucessor dele lá naquela parada, tipo faculdade, seminário deles. Então você tem Arminius estudando com Beza. E obviamente está sendo ensinado coisas calvanistas. Bem calvanistas. Até Beza foi um pouco, não mais estranho do Calvino, mas mais ligado mesmo nas partes teológicas até o próprio Calvino. Ele foi, tipo, reajustando os ensinos de Calvino. Basicamente ele concebeu os princípios principais, né, de teologia de Calvino. Mas ele alterava para dizer o seu espírito.
Calvino, por exemplo, tinha falado a grandeza de Deus e a majestade de Deus. Mas o Beza, ele queria focar na soberania de Deus. Então você tem o Calvino falando que Deus é grande, Deus é majestoso. E tem Beza falando que Deus é soberano. Então você vê que a coisa fica até, se possível, fica mais teológico do que o Calvino. Beza conseguiu. Beza colocou no centro do seu pensamento uma soberania que deve parecer o remonstrante. Os remonstrantes eram aqueles que foram contra o calvinismo. A gente vai abordar aqui em breve. Mas para eles deve ter sido algo, tipo, fora da realidade. Meio extremo. Tipo um Deus que tem poder e faz o que ele quer, independente dos pensamentos, dos sentimentos do resto da galera.
Tá ligado? Deus faz o que ele quer e o resto é nada diante dele. E Beza foi mesmo batendo nessa área de soberania de Deus. Que realmente para Arminis deve ter sido um meio choque. Só que naquela época não era tanto. Calvino focoizou também na vida do crente. Sua participação em Cristo com a predestinação. Simplesmente os meios pelos quais a gente enfraquecido por pecado vem para ser em Cristo. Ele olhava e falava, é, as pessoas estão com Cristo, mas ele focalizava mais na vida depois. E não deu tanto foco na própria predestinação. Porque acreditava, sim, deu, deu. Mas não era algo que ele ficava ensinando. As pessoas hoje em dia, quando vê o calvinismo, pensam, pô, é só predestinação.
Só eleição. A única coisa que Calvino quer. Uma coisa que ele ensinou foi essa. Mas na verdade, Calvino em si nem focalizava nessa parada. Ele estava mais focalizado na vida dos cristãos do que as próprias paradas sobre a lei de Deus. Ou a predestinação, eleição. Foi a Beza que veio depois. Ele que deu mais uma ênfase nessas áreas. Então, Beza fez predestinação, um princípio de controle. Tipo o centro. Ou tipo o início. Tudo começa aqui e vai. Mas sempre voltava para cá. E não deixava o começo para trabalhar no presente. Ele sempre puxava para trás. Então, o Armínio se formou da Genebra. E depois ele estudou em Basileia.
E logo na Genebra, mais uma vez. Sentava, saiu, voltou. Uma viagem na Itália, em 1577. Encontrou o acusado de concessão com líderes católicos. Então, você vê a vida dele estar ainda. A gente vai ver de porquê. Mas ele foi pego porque estava começando a tomar ideias católicas. Daí aqueles que estavam liderando naquela época. Em Genebra, essa região aí. Lembra? Era um governo colocado pelo povo. Mas era um governo religioso e calvanista. Então, esse Armínio estendo umas novas ideias. Eles pegam ele e acusam ele de heresia. Ele tem que se defender. Porque estão falando. Você está sendo muito amigo das católicas rumanas.
E também eles falam para ele. Acusaram-me de ter perdido a sua fé calvanista. Pela exposição aos jesuítas. Com que ele estava curtindo, andando e até aprendendo deles. Então, você vê que... Bom, Armínio tinha uma... E foi, a gente vai ver como que vai mudando. Mas eu acho interessante entender isso por um. A gente está vendo. Calvino, primeiro, não é o que as pessoas acham. Acho. Rapidamente a gente vê que o fogo do Calvino não é o que o povo quer colocar. E também, Armínio não é tanto que a gente esperava. Talvez espera. A gente vai ver onde ele vai. Até o que ele acredita de verdade. Depois, o Armínio voltou para Amsterdã.
Em Holanda, ele foi ordenado pastor. Entre aspas, a velha igreja de Amsterdã. E era o ponto focal da vida da igreja na cidade. Em 1590, ele casou-se com Lisbeth Real. Sei lá. Deve mudar o nome dela também. Mas, ele permaneceu como pastor pela praticamente a sua vida ministerial inteira. Passando 15 anos no culto em Amsterdã. E mais seis no Leiden. Em 1603, até a sua morte em 1609, ele foi professor da teologia no Leiden. Na verdade, ele começou no Leiden antes de ir para Genebra. Ele volta para Leiden. Vira o professor da teologia. Começa a ensinar as ideias dele para os alunos. A gente vai ver que se torna arminianismo.
Mas, ele também foi eleito o reitor, o presidente da universidade. Mesmo que uma minoria teológica estava contra ele. Os calvinistas na faculdade. As crenças dele. Vamos abordar rápido as crenças. A sua, curta essa, né? Ele começou a estudar qual livro da Bíblia? Romanos. Tudo volta para Romanos. Paulo é culpado de tudo. Mas, ele começou a estudar, pregar Romanos. E esse daí, as ideias dele. Os entendimentos dele. Foi a coesão de uma controvérsia teológica que ele nunca escaparia.
Ele começa a estudar Romanos. Ele toma as ideias dele, de Romanos. Pregando as ideias dele. Entra um polêmico. Entra na contradição dos outros daquela época. E daí, esse daí vai com ele para o resto da sua vida. Até, literalmente, ele morre. Vem enrolado numa briga. Tentando se defender diante dos líderes das igrejas. Calvino. Mas, enquanto as noções que pertencem ao nome de Arminos sugerem uma rejeição exclusiva de todas as coisas Calvino, a sua avaliação dos comentários de Calvino são notáveis. Quando a gente fala em Arminos, a gente pensa, esse cara deve ter sido totalmente contra Calvino. Tipo, sei lá, o inimigo dele, o rival dele.
Tem um batimã e tem, sei lá, sabe? Mas, qual o nome do cara que coroja, né? Coringa. Então, não vou falar quem é coringa e quem é batimã, só para não ficar feia parada. Mas as pessoas acham que as coisas são norte e sul. Totalmente aposto. Mas, Arminos leu os comentários de Calvino e não somente leu, mas estudou e comentava. E esse é o que ele fala, um dos comentários dele. Eles, os comentários, ocupam o segundo lugar depois somente as Sagradas Escrituras. Chique, né? Como é gente muito burro hoje em dia. Quem se nomear de arminiano e quer dizer que Calvino e calvanismo não é cristã, a gente vai nessas paradas. As pessoas nem sabem que o próprio Arminos era fã do Calvino.
E fala outra coisa também. Recomendo que os comentários de Calvino sejam lidos. Afirmo que a interpretação das Sagradas Escrituras de Calvino são incomparáveis. E que os seus comentários devem ser valorizados mais do que as escritas que temos recebido dos pais na fé. Tanto que eu lhe admita um certo espírito de profecia na qual ele está distinguindo acima dos outros. Acima da Maria de fato, acima de todos. Essa é a opinião de Arminos em relação ao que o Calvino ensinava e comentava da Bíblia.
Eu pensei, é bom de estudar a história. Mas daí a gente entra. As coisas diferentes que ele tinha com Calvino. A redenção. Arminos falou que Cristo tinha morrido e por meio disso tinha ganhado a salvação para todos.
Porém, mas só alguns são salvos. Isto é, a cruz é suficiente para todos, mas eficaz são em crentes. Na verdade, isso não varia muito da opinião do Calvino. Só que quando você vai mais profundo e quer entender o que ele está dizendo, você vai ver. Ele tinha afirmado antes a oposição calvinista de predestinação, que considerou que os eleitos para a salvação foram escolhidos antes da queda de Adão. Isso foi algo que, obviamente, aprendeu nas escrituras, aprendeu com beza. Já começou o ministério dele acreditando. Tudo bem, está todo mundo predestinado, a Bíblia fala, beleza, e foi antes da queda. Pronto. E ele até não nega a predestinação.
Interessante. Até ele morrer. Nunca negou. Só que ele tinha outra ótica. Ele, com o tempo, começou a ter dúvidas sobre este ensino. Para ele, a predestinação parece uma posição dura demais. Porque não deu lugar para o exercício do livre-arbítrio no processo de salvação. Agora você vê onde começam a mudar as ideias de Arminos. Enquanto o homem, na opinião dele, não tinha um livre-arbítrio, está tudo limpo. Quando começa a pintar a ideia, o homem é livre, tem um livre-arbítrio, daí tenta combinar soberania com o livre-arbítrio do homem, ele não conseguiu. Então, o que ele faz? Ele vai mudando, vai tendo questionamentos e vai mudando o pensamento dele.
Embora ele não negasse a predestinação, ele considerou que Deus não decretou, determinados individuais para ser salvo ou condenado. E assim, Arminos veio para afirmar uma eleição condicional. Que antes, ele acreditava numa eleição incondicional, que Deus elege, Deus salva com o que ele quer. Agora é condicional. Condicional em o quê? Condicional segundo o qual Deus elege a vida eterna, aqueles que responderão em fé a oferta divina de salvação. A ideia dele agora é a seguinte. Ele, sendo Deus soberano, sendo Deus que tem um presciente do futuro, sabe? Tudo futuro, ele vê quem vai crer. Vendo quem vai crer, ele elege.
Ainda assim, para ele, a salvação é limitada. Ainda que Jesus morreu para todos, ele acredita que morreu para todos, mas somente os eleitos serão salvos. Só que eles são eleitos baseado na decisão deles, que Deus veio desde o princípio, e elegeu, está entendendo como está o entendimento dele? Porque assim ele consegue encaixar nas opiniões dele. O homem ainda tem um livre arbítrio. Então, Deus, a predestinação não tem como tirar da Bíblia, então ele tinha que basear a predestinação de Deus em algo além de Deus. Porque para isso foi duro demais. Então ele baseava na fé futura que Deus viu e voltou. Então ele pensou que assim daria um maior ênfase à misericórdia de Deus.
A intenção dele. Muitas vezes é interessante como a gente determina umas nossas crenças tentando dar uma ênfase em Deus, quase tentando proteger a imagem dele. A gente muitas vezes evita de falar de inferno para pessoas, só fala do amor de Cristo, só fala de bênçãos, a gente não fala nada de perseguição que somos prometidos. A gente evita falar as coisas que a Bíblia prometa ao novo criador, e a gente só fala o que a gente acha que ele quer ouvir. Tentando proteger a imagem de Deus. Alguém já fez isso? Você evitou de falar algo que você sabe que é verdade, para não ofender, para proteger a imagem de Deus. E nessa daí você vê que Arminius está, numa certa forma,
tentando proteger Deus de ser chamado de, sei lá, um Hitler antes de Hitler. Não sei se pode ir, mas pode ir. Porque ele não queria que as pessoas olham para ele e falam, pô cara, esse Deus é louco, esse Deus é duro demais, eu não quero servir um Deus assim, que hoje em dia as pessoas falam, se Deus é assim, eu não quero ele. Cuidado. Porque protegendo a imagem de Deus não é necessário. Você não tem que andar na frente de um leão com a espada puxada. A ideia do Arminius, depravação total. A gente sabe o que é isso. A gente vai abordar mais profundo que Deus. Depravação total só fala que quando Adão caiu, leva o resto.
Todo mundo nasce com uma natureza pequeninosa. Daí a gente chama de depravação total. Não que o cara é o pior possível, mas que tudo que está nele está com o efeito do pecado original de Adão. Está tudo contaminado. Então, a distinção de Arminius aqui refletiu as suas convicções acerca da escravidão, da vontade. Interessante. As pessoas não sabem que Arminius acreditava na depravação total. Ele não viajava. Hoje em dia, quem se chama de Arminiano não acredita. Mas o próprio Arminius, ele pregava, ensinava, defendeu a depravação total. Ele insistiu que a verdade de seres humanos caídos foi amarrada. Em que ela por si pode fazer só a sua depravação.
O que dizia? O homem caído, segundo a sua vontade, a sua natureza, simplesmente e somente vai fazer mal e acabou. E esse foi o ensinamento de Arminius. Ele insistiu também com tudo que a vontade caída não é nunca simplesmente de si. A graça existe. Tipo, e você não faz nada de bom em relação a Deus, em relação a sua salvação, por si mesmo, pela sua própria vontade. Mas o preciso é da graça. E a graça existe em todas as criações caídas, com a consequência de que a vontade adornada é permitida para afirmar, essa onde ele viaja um pouco, afirmar ou endossar a graça que o levantou além da mera caída natureza. Todo mundo caído.
Ele concorda. Não tem, não tem nessa. Todo mundo tem um pouco de bom nele. Todo homem tem um luz no seu coração. Todo homem não. O próprio Arminius ensinava que o homem é acabão. Ele é morto, ele é cego, ele é surdo e ele é incapaz de responder, fazer qualquer coisa que vai agradar a Deus, devido à queda do homem e à depravação total que seguiu. Não tinha nenhuma diversão com ele, entre ele e Calvino. Mas quando a gente pega essa, ele ainda vai viajar, pega o livre-arbítrio. Agora, o homem é caído, mas ainda é caído. Ele tem um livre-arbítrio, né? O que ele falava. A vontade adornada é livre, em que ela é o ato não coagido de um agente humano genuíno.
Se você vai decidir por Deus, tem que decidir por si mesmo, sem Deus mexer. Tipo, os homens sendo salvos não podem ser Jonas. Em que Jonas decide uma coisa, e Deus coloca ele num peixe por três dias, pra ajudar ele a tomar a decisão que ele quer. E o arminismo fala, não, não pode ser. Ele tem que tomar por si mesmo, sem Deus mexer, ou ajudar, saca? O homem tem que fazer por ele mesmo. Em outras palavras, a vontade adornada não contribui para sua salvação. Vai ver como? Não contribui para sua salvação. Ainda, necessariamente, concorda com ela. Pode fazer as caras estranhas, eu também. Ou, ele não é uma criação humana que é salva.
Ele é livre, ele decida, mas a sua decisão livre não contribui para sua salvação. Ainda é dependente da decisão, mas não contribui. Beleza, deixa pra lá. A gente não vai ainda abordar. Só estou dando as coisas. Perseverança dos santos, que a gente vai abordar, se vai ser o quinto ponto que os arminianos levantaram e os calvinistas respondem. Na verdade, vai ver. Escolhe aqui. Perseverança dos santos. Na opinião dos arminios, a sua posição é que os crentes podem fazer um nafrágio da fé. Porém, eles não têm de temer a realidade disso acontecer. Um crente salvo pode fazer uma fraude da sua fé, mas não tem de temer a realidade disso acontecer.
Paradoxalmente, porque o dom da graça e, por conseguinte, da fé, incluem um dom de temor filial, ou de filho, que fazem crentes não presençosos e não cabelheiros, mas sempre espiritualmente vigilantes, e nisso guardado pelo poder de Deus. Entendeu? A possibilidade existe, mas não existe. Ele deu uma abertura da possibilidade de um homem cair. Mas ele cancela essa possibilidade pelo fato que quem é salvo pela graça recebe um temor de filho de Deus, que faz ele vigiar sua vida espiritual, guardando ele para a eternidade. Em outras palavras, ele não acreditava que um crente poderia perder a sua fé. Uma vez salvo, sempre salvo.
E hoje em dia é uma coisa totalmente e somente colocada ao lado do calvanismo. São os calvanistas e Jacobus Arminius que acreditavam. Então você vê que muito hoje em dia, da luta que tem entre as duas linhas de telogia, as doutrinas diferentes, interessante, atribuído ao Arminius, não são sempre Arminius. A gente está falando, nós somos arminianos, então a gente acredita assim. Ah, mas o seu pai na fé, nem acreditava assim, ele está meio doido. Eu vou falar, porque o João não é assim, vou falar coisas bestas dele, e eu falo, Zacate vai me chamar, o GF. O João não acredita assim, não. Ah, não é importante, não. Ele vai ficar no joanismo.
Por isso é interessante, as pessoas hoje em dia, rapidamente assumem uma identidade, como a doutrina, uma telogia. Quem estuda sempre, eu sou assim, eu sou desse acampamento, desse daí. Mas quantos nós não paramos para estudar o nosso acampamento, de entender o que o nosso lado mesmo acredita, ou o que o fundador acreditava. Porque é interessante, muitas vezes a gente acaba falando besteira, afirmando algo, que é nada mais do que um engano, se não fosse mentira. Mas Arminius, ele defendeu, ensinou, primeiro a depravação total, e também a perseverança dos santos. Só tem os três no meio, que a gente vai ver que vai dar uma dança,
de, sei lá. A vontade, não, a influência. Vamos pegar a influência. dele. Ele foi influenciado pelos católicos. Essa é inegável. Ninguém vai discutir na história, se não fosse assim. A Aquinas, Thomas Aquinas, foi o pensador que foi mais frequentemente citado nas escritas do Arminius. Ele leu muito Aquinas, que Aquinas foi, na verdade, ele estava bem na beira de ser um pelejano, acreditando que Deus nem sabia do futuro, homem soberano, e Deus não é. Aquinas foi um que puxava, na época, a igreja católica, tinha tomado uma postura calvanista, desde soberano, entra Aquinas, começar a puxar, sutilmente, e não tão sutilmente,
para esse lado. O Arminius está além dele. Então, você pensa, o cara, o bicho foi ensinado, treinado, e foi para a escola com Beza. Beza foi o teólogo da época lá. Depois, Calvín foi Beza, e Beza foi um tempão, sendo o bicho. Quem queria estudar teologia, foi para a Genebra, para estudar com Beza. Aí, você tem Arminius lá com Beza, pensa, mas como esse cara acabou tendo ideias que Beza ia condenar? O que ele está lendo? Ele está lendo Aquinas. Então, o que você lê, é muito importante, porque simplesmente, ouvindo um cara pregar, ou ensinar num lugar, o que influencia muito, é o que você lê. Porque muitas vezes, você vai aguardar melhor,
o que você lê, do que você ouça. De ouvir é fácil, mas de ouvir, às vezes, a gente está olhando, e não ouvindo. Mas para ler, às vezes, a gente lê também, não sabe? Quem já leu a Bíblia, vai um capítulo, e você, pô cara, que foi aquele capítulo, você volta a ler de novo. Mas geralmente, lendo, estudando um livro, principalmente teologia, você está ligadão. Você está tomando as anotações, está pensando, pega o destino, se necessário, mas de ouvir é diferente. Então, a gente estava ouvindo Beza, lendo Aquinas, sendo influenciado, pelo Aquinas, e certamente, ele não foi jesuíta, ele não foi católica, não foi um desses que pegavam essa linha,
mas ele mesmo fala, que preferiu a leitura, a leitura jesuíta de Aquinas, do que a leitura dominicana, da forma agostiniana de Thomas. Então, ele já estava se rebelando, mas ele foi muito influenciado pela igreja católica, naquela época, então, você vê que ele vai tentar misturar as coisas. As ideias de Arminis não foi nada original, nem de Calvino. O Calvino sempre foi um cara que organizava pensamentos de séculos, e Arminis foi um cara que organizava os pensamentos da igreja católica, tentando misturar os dois, na época, tentando ter um Deus soberano e um homem livre, tentando fazer uma mistura. que não sei. A vontade e a precessão de Deus,
Deus sabendo do futuro, ele acreditava que Deus viu o futuro, Deus sabia do futuro, acreditava na vontade soberana de Deus, porém, a soberana de Deus estava preso, num certo sentido, a homem, porque a vontade dele foi baseada em ele ver o futuro, que o homem ia decidir dele, deu a vontade dele para botar o plano. Deixe. Não, nem vou entrar, mas ele deviu muito, o que está chamado de ciente média, de Molina. Molina foi também uma católica, que ensinava sobre a presciência de Deus, eficaz de graça, e uma liberdade da vontade, e o livre-arbítrio, que, numa forma, que, para Arminius, foi genuíno. De falar que o homem tem um livre-arbítrio,
que é livre e livre, foi melhor para ele do que um livre-arbítrio, que estava livre dentro da sua natureza. Então, ele optou para pegar essa linha de Molina, na ciente média. Em resumo, Arminius adotou a tradição jesuíta, Tom Mistic, da ciência média, que negou determinação divina, ou soberania, em relação à vontade de Deus, em predestinar as coisas, mas conservasse a infinidade do intelecto divino, e alcance da liberdade humana. Então, Deus sabe de tudo, o homem pode fazer de tudo, mas Deus não predestina nada. Só para... Vamos bagunçar com a cabeça rápido. Se Deus sabe do futuro, só levando, meio para a gente pensar,
se Deus sabe que amanhã, Tiago vai levantar às cinco horas, para orar.
Existe uma possibilidade, que Tiago não vai levantar às cinco horas da manhã?
Então, está decreto? Pode mudar? Está predeterminado? Está fixo? Está. Está.
Está. No raciocínio humano, a gente pode até chegar a um ponto e ver, é fixo. Se Deus já sabe que vai acontecer, a gente está fixo, e assim, predeterminado. Talvez Deus não fale, eu vou acordar, Tiago, às cinco horas da manhã, eu vou agir, mas só por ver, não muda nada. Até ele acreditava, isso que Deus viu quem ia crer, e elegeu quem ia crer, para mais tarde ser crente, para ter eleição.
E no tubro, dia 19, 1609, Jacobus, Arminius, morreu. E morreu, como falei antes, no meio de uma briga. Porque ele estava sendo acusado de ser herege, estava tentando defender as ideias dele, defendendo as ideias dele, contra aqueles que estavam acusando os calvinistas na época, ele mesmo falou, as minhas ideias são mais calvinistas que são suas. E, num certo sentido, ele estava com um pouco de razão. Porque as ideias de Arminius eram muito calvinistas, porém, porém, livre-arbítrio. E quando essa entrou lá, ele tinha que modificar algumas coisas. Mas dentro dessa parada, ele adoeceu, e daí ele foi até, falou, não, você não é herege,
foi liberado, não foi condenado de herege, e morreu duas semanas depois. Então, a luta que estava começando com ele, parou ali, até, um ano depois, quando os alunos dele, decidiram levar as crenças de Arminius para os líderes da igreja em Holanda, que é chamado, o protesto do partido arminiano, na Holanda, os remonstrantes, nem protesto. Os cinco pontos de calvanismo tiveram sua origem, e também, para as pessoas que não estudam nada, pensam que Calvino sentou e escreveu cinco pontos, que se tornou uma teologia, que poucas pessoas acreditam, e não tem nenhuma base bíblica, e nem cristão é. Errado. Os cinco pontos de calvanismo
simplesmente tem na sua existência, devido os alunos de Arminius, que levavam cinco pontos de questionamento aos líderes da igreja em Holanda, na Holanda, o estado da Holanda, em 1610, um ano depois da morte do seu líder. Levaram os questionamentos deles, meio protesto, meio cinco artigos da fé, os cinco pontos de arminianismo foram colocados lá. E esse fica conhecido na história como remonstrantes, ou seja, o protesto. Nesse daí, vamos ver rapidamente quais são os cinco pontos, porque a gente vai ver uma coisa, os cinco pontos de calvanismo não são a reflexão no espelho dos cinco pontos de arminianismo, porque os cinco pontos mesmo
que eles levaram não são os cinco pontos que os arminianos hoje em dia discutem, que a gente vai ver. Primeiro ponto, eleição condicional. Esse foi o primeiro ponto que eles queriam ser mudados no estado, nas doutrinas, nas confissões, na confissão bélgica de Holanda, eles queriam mudar, para não ter uma eleição incondicional, mas condicional. Eles falavam, Deus prometeu-me e imultava o decreto em Cristo, antes da criação do mundo, determinou, elegei, dentro da raça humana, caída e pecadora, aqueles que, pela graça, creem em Jesus Cristo e perceberem na fé e obediência. Até esse ponto, não é. Onde está o argumento?
O interessante é que não começa com aquela depravação total. Não começa. Porque se dá uma coisa que eles já acreditam. não é. Uma, homem caiu, o homem simplesmente chutou, machucou o dedão. Não o dandão, o dedão. Mas daí, tão certo entre eleição, em relação do mundo inteiro, naquela época, todo mundo concordava até esse ponto. Mas eles falam, contrariamente, Deus resolveu rejeitar os não convertidos e descrentes, reservando-lhes o sofrimento interno. onde que está o problema? Vamos ver. Em consequência do decreto divino, isso vai expiação universal ou redenção universal. Em consequência do decreto divino, Cristo, o Salvador do mundo,
morreu por todos os homens, de modo a garantir, pela morte na cruz, reconciliação e perdão para o pecado de todos os homens. Entretanto, essa salvação só é desfrutada pelos fiéis. É uma redenção universal paga por todo mundo, mas os únicos que desfrutam dessa salvação são aqueles que creem. Os fiéis. Então, Jesus paga para todos e aqueles que creem são salvos. Então, estão falando, um é condicional e não é incondicional. Condicional que vai ser o eleição que a gente já falava. eleição deles era condicional no previsto de Deus vendo o homem quem crê. Então, foi condicional na futura feia do homem que Deus vê no homem
para eleger. Agora, Jesus morreu para todos, geral, pagou por todos, e só aqueles que creem mesmo são salvos. Então, por isso, expiação universal. Tudo está ligado, estou tentando juntar, porque se eu vou um por um, você vai ficar, mas parece certo, sem, porque estou pulando e puxando os outros para ligar tudo numa vez só. Feia salvadora, terceiro ponto deles, um homem não pode obter a feia salvadora por si mesmo.
Deixa eu perguntar, as coisas deles estão perto ou não perto do calvinismo? Estão muito perto, mas o arminianismo de hoje em dia, chamado arminianismo, parece com essa? Ah, ruim. O arminiano, lendo o protesto, os cinco pontos do arminianismo, ia rejeitar, ia chamar de calvinismo, que não é, é arminianismo, puro, clássico. Por isso, eu te falei, arminianismo hoje em dia não é arminianismo, é semipalagenismo, é outra parada, mas, deixa. Bom, o homem não pode obter a feia salvadora por si mesmo pela força do seu livre-arbítrio, mas necessita da graça de Deus por meio de Cristo para ter sua vontade e seu pensamento renovados.
Onde está a briga? Até agora, não é grande coisa.
Graça resistivo. E aqui a gente vai ver os três pontos antes de cair nesse ponto. A graça é a causa do começo, do progresso e da completude da salvação do homem. Ninguém poderia crer ou perseverar na fé sem esta graça cooperativa. Consequentemente, todas as boas obras devem ser acreditadas à graça de Deus em Cristo. Quer dizer, perguntando, mas onde está o problema? Aqui. com relação à operação desta graça, contudo, não é irresistível. Ou, o homem pode resistir. Deus pode começar a obra no homem, começar na graça, trabalhando no homem, e o homem pode resistir. esse aqui é onde a gente vê eles tomam direções diferentes.
O calvanismo fala que quando Deus quer, Deus faz, e Deus faz questão que o homem quer que Deus quer. O homem quer que Deus quer, entendeu?
Arminianismo, segundo eles, era Deus quer, mas coloca nas mãos do homem decidir se ele quer ou não. Então, a parada, tudo o que foi feito antes, chega a um ponto só, pode ser resistido. E daí, os antenas dos velhos daquela época levantaram, e foi o cenê, dá não. Bom, quinto ponto, indefinição quanto à perseverança. Eles nem deram uma definição, vou te explicar. Os verdadeiros crentes têm força suficiente por meio da graça divina para lutar contra Satanás, contra o pecado e contra sua própria carne e para vencê-los. Mas se eles, em razão da negligência, podem não apostar da fé veredera, e vir a perder alegria de uma boa
consciência, caindo da graça, estão quase falando que podem perder, mas termina assim. É uma questão que precisa ser melhor examinada à luz das sagradas escrituras. Desses foram os cinco pontos levados para lá para colocar, para mudar. mas se pergunta, aonde está o grande problema em tudo isso? Tem pontos diferentes, mas são pontos, pela vista primeira, bem pequenininhos. Não tem não muita coisa lá, não, é. Nunca coisa mesmo que puxa, você pá, aham, pode resistir. E daí você vê onde eles botavam o livre-arbítrio do homem, a soberania do homem, a parada. E esse daí levou a uma guerra, num sentido, entre os teólogos
naquela época. Na verdade, não foi muitos teólogos arminianos, mas o partido arminiano insistia que as doutrinhas da igreja da Holanda, a confissão belga, e o catecismo de Heidelberg fossem mudadas para se conformar com os pontos de vista doutrinários contidos no protesto. Simplesmente, aqui nós acreditamos nesses cinco. Na verdade, quinta, a gente não tem certeza. Para que colocou lá? A gente não tem certeza, mas vamos escrever de qualquer jeito, deixa eu falar. Mas eles só estavam querendo registrar que a coisa para eles não era tão limpo, não era tão esclarecido, não era tão fácil. Então, vamos colocar lá como um questionamento,
para talvez obrigarem tirar uns pontos que eram meio retão, que eles não achavam que deviam ser tão retão. Mas, a base filosófica do arminianismo, ou a teologia contida nessa remonstrante, segundo J. Packer, originou-se de dois princípios filosóficos. Primeiro, a soberania de Deus é incompatível com a liberdade humana e, portanto, também com a responsabilidade humana. É isso onde vem que, em segundo lugar, habilidade é algo que limita obrigação. Se o homem é livre e Deus é soberano, não faz sentido. porque se Deus é soberano, algo ou alguém soberano sempre tem na sua vontade feita. Um rei soberano não está nunca dependente
de uma decisão de um sujeito dele, uma pessoa no reinado dele. Se ele está dependente ou sujeito da decisão dele, ele não é soberano. Quem é soberano é quem tem o último voto na parada. Quem tem a decisão que é feita tudo. Se o homem é livre de fazer o que ele quer independente da vontade de Deus, o homem é independente de Deus e soberano. Não tem como ter os dois soberanos, mas eles baseavam na filosofia nessa ideia. Deus é soberano, beleza, também o homem é soberano e também o homem é responsável. Nessa responsabilidade do homem, nós devemos falar que ele pode fazer o que Deus pede ou não é justo. E muitos discutam
isso hoje em dia. Deus, se Deus fala crer, por exemplo, e o homem não pode crer, que justiça é essa? A habilidade nessa filosofia, essa ideia, limita obrigação. Se você não pode fazer, você não pode ser mais tarde cobrado por não ter feito. Tipo, vou falar para o vinho, o vinho, quero ser boa. Vai lá na varanda que você voa para o outro lado da rua. E se você não voa, vou te dar um soco no nariz. É justo ou não?
Pô, ele não pode voar. Que isso, cara? Você vai cobrar ele algo que nem pode fazer? Ei, mas no sentido de Deus trazendo de volta em relação de santidade diante de um Deus soberano, criador, santo, separado, o que ele exige de nós, ele pode. E nossa falta de habilidade não é injustiça, porque nossa falta de habilidade está devido a nós e não ele. Então, se eu não posso pular aqui para daqui três metros, porque outro dia eu fui chutar o snowball meu cachorro e eu caí mais com meu joelho, agora eu não posso pular. O fato de eu não poder pular está ligado em mim. Eu não posso culpar agora Casper fica me zoando porque eu não
posso pular. Que isso, cara? Não posso, mas a culpa é sua. Não posso culpar ele. Se Deus falar para gente ser santo como eu sou santo, se dá para a gente a lei, !
soberano, um rei dos reis, independente se nós podemos ou não, nós vamos ser cobrados por não fazer o que nós devíamos fazer porque nossa falta de habilidade não é culpa dele, mas culpa nossa. fácil? Não! Sim!
Depende. Onde a gente vai chegar? Agora a gente só está lançando ideias. Quando a gente chega na Bíblia, eu te garanto, vai ficar mais claro que nunca nas suas vidas. Essa aqui é só tentando fazer as cabeças, começa a maquinar, a entender. Bom, Calvino foi assim, Arminos foi assim. Arminianismo não é nada que é que hoje em dia eles quase crêem igual aos calvinistas, mas um pouco diferente, porque estão dando brecha para o homem ser soberano e o homem frustrar a vontade de Deus de salvar o mundo inteiro, mas com base nesses princípios arminianos extraíram duas deduções. Primeiro, visto que a Bíblia considera a fé com
o ato humano livre e responsável, ele não pode ser causado por Deus, mas é existido independentemente dele. Se a Bíblia fala para a gente crer, é algo que o homem necessita fazer sem Deus dar ou ajudar. O homem tem que fazer independentemente, senão a salvação dele é meio farsada, uma farsa. se eu falar para o Jordan, escreve a palavra expiação. soletra expiação, mas eu fico no ouvido dele, é, x, p, e ele fala, pô cara, você deu para ele tudo. Então eles falam, não, se eu vou letrar expiação, eu preciso soletrar sem ajuda. dedução deles, né? Segundo, visto que a Bíblia considera a fé como obrigatório da parte de todos quantos ouve no
evangelho, a capacidade de crer deve ser universal. Se Deus fala crer, então todo mundo deve ter a habilidade de crer. se não, Deus é monstro. Portanto, eles afirmam, as escrituras devem ser interpretadas como ensinadas nas seguintes posições. O homem nunca é de tal modo corrompido pelo pecado que não possa crer ao ponto de salvação no evangelho, uma vez que este lhe seja apresentado. A gente está agora começando a abordar umas eleições mais modernas. Você vai ver que a gente está mais longe do puro mesmo dos cinco pontos deles. Mas a gente está tentando trazer para a realidade hoje em dia o que os arminianos, a teologia
arminiana crê, para a gente entender a parada. Então o homem não é tão corrompido que ele não pode crer. E depois o evangelho está apresentado a ele. O homem nunca é de tal modo controlado por Deus ao ponto que não possa rejeitá-lo. Então Deus é Deus, Deus é soberano, entre aspas, faz o que ele quer, como ele quer, ao ponto de não infringir, de não passar limites e mexer no lado do homem, se o homem não deixa. Voltando para Apocalipse, aquele versículo, Jesus está na porta, esperando você abrir a porta. Só que esse também, só para vocês saberem, lá no Apocalipse, esse daí é uma coisa de reconciliação com pessoas que já são ligadas com ele.
Não é salvação. Então quem não usa isso para salvação deve ler o contexto e entender que mais uma bagunça e tantos retratos que nós temos em nossas paredes com aquele Jesus frouxinho. por favor, eu só quero entrar no seu coração e batendo lá. Fica meio, sei lá, deixa para lá. Finilminia. Mas eles, arminiano, o teologia, arminiano ensina. Deus é soberano, pode fazer o que ele quer, tem todo o poder, mas ele não pode fazer nada que não deixe o homem a oportunidade de rejeitar ele. Até as pessoas argumentam. Cara, o amor que não pode ser rejetado, que tipo de amor é esse? Sua esposa é obrigada a te amar. Não tem como ela escapar.
Esse não é amor de verdade, as pessoas dizem. E quase faz sentido se a gente quer trazer para o lado humano temporário e deixa a palavra de Deus bem grande ao lado. A eleição divina daqueles que serão salvos, alercesse-se sobre o fato da previsão divina de que eles haverão de crer por sua própria deliberação. A gente já tem falado. A morte de Cristo, esse eu gosto principalmente. A morte de Cristo, é uma coisa. Eu não vou ficar zombando essas coisas aqui. Por quê? A maioria das pessoas que eu conheço como evangélicos vão afirmar tudo isso. Então não é janta gente zombar ou não. Vamos ver o que esse lado pensa para entrar e ver o que a Bíblia ensina e o que o outro
lado pensa. Mas é bom de entender o que eles pensam, por que pensam. Eu estou tentando segurar a língua porque às vezes eu olho para a coisa e fico... Puc, cara. Credo! Mas no mesmo, não adianta a gente falar credo porque muitas pessoas não entendem. Tudo isso aqui faz sentido total. Porque nós nascemos sendo ensinadas essas paradas e não foi nada que tipo no tempo passado quando teologia foi algo ensinado pelos pais. No tempo devocional diária nas casas que nem tem hoje em dia. Na maioria das casas que eu conheço, nenhuma, quase. E foi ensinada teologia. Das crianças, desde pequenas, tinham uma fé baseada nas escrituras.
Baseada em Deus e quem era, mas sabiam o que ele acreditava. Porque a Bíblia fala. Hoje em dia é muito mole, a galera é muito preguicioso. Ninguém até quase lê a Bíblia e menos estuda. E tudo que a gente crê de Deus, a maioria das coisas hoje em dia, nem são bíblicos. Não são. A gente tem cada coisa... Sabe onde está escrito na Bíblia e tal coisa? Não está na Bíblia. É algo que Cirilo canta. Mas não é Bíblia. A gente pega a teologia dos cantores hoje em dia e acha que é bíblico. Mas não é. Nani, nani, nani, nani, ná. Ninguém vai sentar no colo de Deus e bagunçar com o seu cabelo. Por favor, vamos ter uma ideia um pouco mais reverente de quem Deus é.
Acho que ninguém tem colo. Nem nani, nani, nani, ná.
Voltando. A morte de Cristo não garantiu a salvação para ninguém. Se falo isso, ninguém vai discutir contigo hoje em dia. São poucas pessoas que vão, então a gente não vai discutir. Pois não garantiu o dom da fé para ninguém. E mesmo nem existe tal dom. O que ela fez foi criar a possibilidade de salvação por todo aquele que crê. Jesus, morte dele na cruz, deu a possibilidade para o mundo inteiro ser salvo. Nem adianta levantar a questão nessa. Porque, irmã, se essa aqui é a igreja um dia, crê. Quase todo mundo que eu conheço crê nisso. Jesus morreu para todos, quem aceita é salvo. Era uma possibilidade que ele deu.
A salvação depende inteiramente dos crentes manterem-se em um estado de graça, conservando a sua fé. Aqueles que falam nesse ponto, desviam e se perdem. Hoje em dia é a crença da igreja. Alguém salvo, salvo até tal ponto que ele se mantém salvo. E na hora que ele rala, já era. Deus viu, perdeu, perdeu a sua salvação. Mas eu não sei como essa cabe na parada que Deus viu que esse salvo ia crer e elegeu. Talvez ele deselegeu também, porque viu também que eles iam não crer. Sei lá, fica bagunçado. Mais dez. Dessa maneira, o arminianismo faz a salvação do indivíduo depender, em última análise, do próprio homem. Pois a fé salvadora é encarada do princípio ao fim como obra do homem,
pertencente ao homem e nunca a Deus. A porta gira a fé do homem. A salvação está dependente não em Deus elegendo, não em Cristo morrendo, não no Espírito Santo operando. Mas está dependente na fé do homem e o homem se mantendo naquela fé. Então você vê como aquela frasezinha de livre-arbítrio que foi colocada numa das coisas lá, abriu. Porque realmente o raciocínio leva a isso. Se o homem é livre, leva a tudo isso. Isso totalmente faz sentido. Se o homem tem um livre-arbítrio, tudo isso faz sentido. Não tem argumento. Mais tarde a gente vai abordar a parada se o arbítrio do homem, a vontade do homem é livre ou não.
Pois ali realmente é a maior parte da briga. Então, levaram pelo estado de Holanda para discutir, para mudar as confissões. E em 1618, foi oito anos depois, foi levado esses cinco pontos tão importantes que era para ganhar lá. E todo mundo acha que foi uma briga da hora, deve ter sido uma, tipo Jesus no fim brigando com o diabo. Todo mundo acha que vai ser maior hololô do guerra no fim, só que a Bíblia fala que vai ser fogo da boca dele e acabou. Nem vai ter graça. Cara, o coração valente vai ter mais graça se existir a guerra lá do que o fim com Jesus. Não vai ter nada de luta com espada, um desafiando o outro, um atirando com arca e flecha, outro mostrando bunda.
E tudo coração valente, se você não viu. De qualquer jeito. Não era algo que de repente a igreja, o estado lá, você falou Oh meu Deus do céu! Temos que defender a nossa fé. Leva oito anos para os caras decidirem. Pô, vamos responder essa agora. Já pensou você levantar uma pergunta hoje à noite? Algo que para você é importante, cara. Sua fé está na linha e você... E essa aqui? Calma, vou te responder.
Em 2017.
É ruim. Acho que estava esperando morrer para não precisar perder tempo. Não sei. Mas em 2017, 2018. Foi convocado um sinodo nacional para reunir-se em Dortch, a fim de examinar os pontos da vista de Armínio. A gente vai voltar para Armínio agora. Para Armínio a gente estava ficando latinado, latinizado, não sei o que você fala. Mas agora vão... Vai falar de Armínio, Armínios. Arminus, não. Mas Armínio, Armínios, vai saber a mesma pessoa. Armínio é o nome dele em português. Tipo, Jeff, Jefferson. Daí se unido em Dortch, para examinar os pontos à luz das escrituras.
Meu óbvio, né? Se a gente vai discutir teologia, se a gente vai discutir uma ideia sobre Deus, quem ele é, o único lugar é a Bíblia. Essa convocação foi feita pelos Estados Gerais da Holanda para o dia 3 de novembro de 1618. Foram constatados 84 membros, 18 representantes seculares. Então, pegamos eruditos de todo lado. Entre esses estavam 27 delegados de Alemanha, Suíça, Inglaterra e de outros países da Europa. Levaram sério. Demorou. Mas na hora, vamos responder essa. O que a gente vai fazer? Vamos pegar os 84 mais espertos, mais estudiosos, mais eruditos. Vamos sentar e vamos passar detalhe por detalhe antes de dar...
Porque para eles teria sido fácil dar uma resposta. Não, não, não. Esse não é meio bobo. Mas não era. Eles realmente eram uma coisa. Agora vira sério, né? Durante os sete meses, cinco pontos que não variavam muito, não desviavam muito, do que já era a doutrina aceita pela igreja na época atual. E levavam sete meses. E não porque eles estavam, tipo, reunindo duas em duas semanas. Eles tiveram 154 sessões.
Pô, tipo... Sei lá. Quantas dá para cada ponto? 25? Não, mais do que isso. 30? Deu 30. 30 sessões. Por cada ponto. Se você volta para os pontos lá, talvez tinha 30 palavras só.
E a sessão deles não era, tipo, café da manhã dos pastores. A gente senta, come, ora rápido, canta a oração. Graças te damos o Senhor. Graças te damos o Senhor. Por este pão que tu nos deu. No nome de Jesus. Amém. Amém. Não fez isso? Nunca? Aconselho de pastores, voltadão, faz isso. Sim, é muito espiritual as reuniões deles.
Sim, faz também nos... Cantadores, cantadores, também tem outros orações cantados. Para ninguém mesmo se envolver em nada que parece de seriedade com Deus. Mas deixa para lá.
Quando eles se juntavam, era junto. E era tempo. E era sério. Era discussão. E era grego. E era latim. E era hebraico. E toda linguagem, o idioma que existia, estava pirada na época. E era algo além de... Que tu acha? Quem gosta dessa? Ah, não. Tá bom. Então, joga fora. Próximo. Não era. Era algo bem louco. Pensando. 84 caras. 54 vezes. Para discutir 5 pontos que não estão tão diferentes. Mas eu acho que eles... Acho que Deus deu uma coisa neles para entender a seriedade desses 5 pontos não tão longe. Acho que Deus, com certeza, sabia da abertura dessa parada de livre-arbítrio. O sinodo iria dar no futuro. E como iria bagunçar com o seu evangelho que tem feito hoje em dia.
No mínimo, essa daí demorava um pouco a bagunça que viria. Então, após um exame detalhado de cada ponto feito pelos maiores teólogos da época, representando a maioria das igrejas reformadas da Europa, o sinodo concluiu que, à luz do ensino claro das escrituras, esses artigos tinham que ser rejeitados como não bíblicos. A gente chama isso de sola escritura.
Voltando para os 5 solos da reforma. Se não está na Bíblia, acabou. Toda a doutrina julgada pela Bíblia. Ponto final. Isso foi feito por unanimidade. 84 caras, 50 sessões, 7 meses. E todos concordavam no que eles escreveram como resposta. Decidar isso foi uma coisa. Essa não é fácil. Se colocamos todos de nós aqui hoje à noite para discutir um ponto crítico na teologia, eu duvido que a gente saia daqui concordando totalmente com a ideia unânima. Todo mundo faz isso mesmo. É difícil. Principalmente para quem é erudito. Quem sabe de cada pequenino grego. Não, mas sabe, é assim não. Dessa letra quer dizer assim? Cara, não é tão.
Mas nesse ponto, o 5, 84 concordavam nos cinco pontos. E não somente isso, mas o concílio impôs censura eclesiástica aos remonstrantes, tirando deles os seus cargos. Foi feia a parada. E a autoridade civil, o governo, os baniu do país por cerca de seis anos. Desses cinco pontos, que estavam quase a mesma coisa, eram onde suficiente para eles condenar como não bíblico, tirá-los dos seus postos, dos seus cargos e pastores, onde que seja, até no governo, e bane do país por seis anos. Levava a sério. Demorou, mas levou a sério. Além de rejeitar os cinco artigos da fé dos arminianos, o sinodo formulou o ensino bíblico a respeito desse assunto,
desculpem, na forma dos cinco capítulos, que têm sido, desde então, conhecidos como os cinco pontos de calvinismo. Calvino já está morto. Para quem não está entendendo os anos envolvidos aqui, Calvino já morreu. Já era. Obviamente, porque ele morreu. Bez era sucessor. Bez estava ensinando a Hermínios. E Hermínios também já morreu. Então faz tempo. O cara está morto. Deram calvinismo pelo fato de Calvino ter sido o grande defensor, expositor desse assunto. Ele foi o cara que organizava mais a parada de Sobrenhe de Deus em relação a teologia e vai embora. A salvação era vista como uma obra da graça de Deus, do começo ao fim,
sem qualquer contribuição do homem. Essa posição pode ser resumida na seguinte proposição. Deus salva pecadores. Acabou. Embora que cause dificuldade a muitos essa posição, devido a mudança teológica que as igrejas têm sofrido desde vários séculos, os reformadores eram unânimes em condenar o Herminianismo como uma heresia, ou quase isso. É interessante como a história muda coisas. Que a gente volta para Agostino, vai Agostino até a Reforma, logo depois da Reforma, a gente está em 1600, de basicamente uma crença só. Deus é soberano. Entre 1600, 1500, poucos de 1600, uma galera que quer libertar o homem do controle de Deus,
através de um tal livre-arbítrio, rejeitado como heresia, só vai voltar, a gente vai ver na história, com João Wesley, em 1800. E naquela época também foi rejeitado como algo fora da linha, aceitado. Só quando a gente chega em 1900 e virado, essa, o que foi considerado heresia, uns 500 ou 400 anos atrás, agora é a moda. é a doutrina, a teologia dominante na igreja. E não para tirar onda de quem crê nessa, só para entender a história. Porque hoje em dia, se fala com uma galera, só a palavra calvinismo, e você já compra o briga. Sem ninguém entender o que é, sem saber por que, você compra o briga. Porque tem sido algo,
o calvinismo agora é forte, Maria crê, Maria não lê a Bíblia, mas Maria crê, mas eu te digo, por isso crê, porque quando a gente chega no fim, desse curso aqui, esse curso, aula, sei lá o que é, esse seminário, mas quando a gente chega no fim, depois as escrituras garantam uma coisa, dúvida não vai ter. Nenhuma. Nenhuma. Não vai. Tudo que talvez até agora fica meio, pô, não sei, porque realmente os pontos de Arminis, para mim faz sentido. Faz sentido. eu não vejo tanta razão. Heresia? É meio feia essa palavra. É ruim. Porque eu creio como ele crê. Mas aí eu pergunto, você lê a Bíblia, você estudou essa parte na Bíblia,
você parou para ver o que as escrituras ensinam? Porque existe uma razão que 84 erogitos, os maiores da Europa, se juntou para concordar, pessoas de países diferentes, de concordar em algo que a gente rejeita tão facilmente, que nem cristianismo é mais. Calvinismo nem é cristianismo mais. É outra coisa. Tem cristão, tem calvinista. não é? É louco? Mas não zoando, porque eu sei porque a galera crê assim, porque estão sendo ensinados assim. E quem está ensinado foi ensinado. Mas temos que chegar a um ponto que a gente para e pergunta o que eu creio primeiro e por que eu creio. Porque é fácil crer, mas por que você crê o que você crê?
Quais são as suas bases bíblicas? Me levo. Você crê essa? Então onde que está na Bíblia essa?
Sei lá, mas eu sei que em um lugar Jesus falou, vem como você está. Eu sei que está aí. Eu sei que Jesus foi para o inferno. Ah é? Onde que está essa? Eu sei que Satanás tinha chaves no inferno da morte. Jesus tinha que ir para o inferno para brigar com ele. Foi briga feia. Nunca ouvi o canto de Ana Paula? Foi briga feia. Mas ele venceu. E ele levou as chaves de Satanás. Mas, legal, cântico bacana. Na verdade não é, mas... Mas, aonde está isso na Bíblia? Aonde estão os nossos... Deus quer que você seja próspero. Ah é? Porque a minha Bíblia fala de perseguição, de perder tudo, de me negar, de tomar minha cruz. aonde está isso
que Deus quer que eu tenha um carro? Aonde que é isso que Deus está honrado pelos meninos que queisos diante do mundo? Porque o moço como um bom Deus. Aonde está isso? Porque o que eu vejo que Deus, na palavra, Ele é honrado, glorificado pelo sofrimento do seu povo. Pela morte dos seus servos. Deus. Não vejo nessa... Hoje em dia, Evangelho, hoje em dia, eu não acho na minha Bíblia e eu tenho uma nova Bíblia agora porque eu estava começando a dúvida, Almeida, agora eu tenho o NVI e estou vendo a mesma coisa. Eu não estou achando o Evangelho de hoje na Bíblia. E agora a gente está trabalhando em uma nova tradução. A gente está olhando
para o grego, para o latim e a gente ainda não está... Aonde está o Evangelho de vem para Jesus consertar a sua vida? Aonde está isso na Bíblia? Aonde está a promessa que Ele vai libertar seu filho de drogas? Ou o seu marido, sua esposa vai começar a te amar mais? Se você faz a campanha de sete semanas, aonde está essas coisas na Bíblia? Porque a única coisa que eu vejo de promessa através da cruz na Bíblia é salvação. Não tem nada mais além de eu não ficar espantado se eu sou perseguido. quando a perseguição vem eu não devo ficar surpresa. É isso que Paulo fala. Mas ele não fala nada. A gente está falando hoje isso,
para de fome. A pessoa cita o justo, nunca vi o justo mendigar pão. Só que Paulo passou fome.
Então, Paulo não era justo. Ou a gente está mal interpretando as Escrituras para o nosso benefício. eu estava hoje caminhando para a academia com uma raiva em mim. Eu virei na esquina aqui e comecei a pensar como os homens hoje em dia estão tentando usar Deus e a sua cruz para servir eles. Cara, deu uma raiva em mim. Acho que eu cheguei lá na academia com o cara fechado. Estava com uma raiva. Se eu encontrei com uma pessoa que fala uma parada errada da cruz e deu um soco. Eu estava pensando ele veio morreu e agora a morte dele virou algo fonte de bênção. Fonte de me servir. Fonte de eu adquirir tudo que eu quero nesse mundo.
Ah, não. Dá, não. Mas, voltando, tudo aqui a gente tem que voltar para cá o que esse livro nos ensina. Uma coisa que eu garoto não é tão difícil, entender? não é essa. É mentira dos pastores hoje em dia que falam que o lego não deve estudar teologia. Sente com meus filhos, principalmente as minhas filhas, converse com elas. Vê se elas não entendem teologia. Entendem? Entendem? Não porque eu falo. Porque elas vêm e falam pai, você já lê esse versículo aqui? Já? Puxa. Meio óbvio, né? Puxa. Meio nem meu. É óbvio. É óbvio. Então, nós, eu acredito, creio, sei, podemos entender. Por que Deus deu esse para nós e nós? Porque se a gente
volta que somente os pastores podem entender para nos ensinar, vamos falar uma coisa, a igreja católica, papa. E esse daí foi a razão da primeira reforma. Sou sacerdote, sou os padres, sou papa, podia ler, entender, ensinar. Onde nós estamos hoje em dia, mesma coisa. Sou os pastores, lê, estuda, entender, entre aspas, ensinar. E daí você vê a galera hoje em dia repetindo cada coisa besta que eu vi de lá para que meu pastor falou. Mas vem cá, o que a sua Bíblia fala? Sei lá. Nem sei onde que está. Aquela Bíblia está lá ainda. Temos a Bíblia lá que faz oito meses está guardada aí.
A pessoa tem vergonha em pegar agora. Depois de um mês, está aí ainda? Tá. Tá. Ah, vou, pux. Se alguém quer uma Bíblia, leva essa. Pelo amor de Deus, essa daí é... Se a pessoa... É Juninho, né? Ah, não. Desculpa aí. Bom, vamos terminar. Eu vou passar rápido um contraste dos dois, dos cinco e dos cinco. Só para deixar as nossas mentes começam a mastigar semana, para semana que vem entrar mais uma parada. Mas, primeiro ponto, que foi a resposta dos calvinistas. Porque, na verdade, eles nem abordavam tudo porque tudo não precisava ser abordado. Mas, baseado em algumas coisas, eles fizeram cinco pontos para refutar tudo
que foi levado e organizar a coisa. Então, primeiro, o livre-arbítrio, a habilidade humana, que é o lado do arminianismo, em contraste com a inabilidade total ou depravação total. Arminianismo ensina, embora a natureza humana tenha sido seriamente afetada pela queda, o homem não ficou reduzido a um estado de incapacidade total. Deus, graciosamente, capacita todo e qualquer pecador a arrepender-se e crer, mas o faz sem interferir na liberdade do homem. Faz todo sentido hoje em dia, né? O Espírito Santo, o cabeleireiro, ele não vai chutar a porta, ele fica lá fora só batendo, esperando. Tudo bem, a gente entenda. Todo pecador
possui uma vontade livre, livre-arbítrio, e seu destino eterno depende do modo como ele usa esse livre-arbítrio. A liberdade do homem consiste em sua habilidade de escolher entre o bem e o mal em assuntos espirituais. Sua vontade não está escravizada pela sua natureza pecaminosa. O pecador tem o poder de cooperar com o Espírito de Deus e ser regenerado ou resistir à graça de Deus e perecer. O pecador perdido precisa da assistência do Espírito, mas não precisa ser regenerado pelo Espírito antes de poder crer, pois a fé é um ato deliberado do homem e precede o novo nascimento. A fé é o dom do pecador a Deus e a contribuição
do homem para a salvação. Poucas igrejas vão discordar com essa. Essa daí parece uma frase tirada do seminário hoje em dia. Ensinado, crido, ninguém discuta. Outro lado, calvinismo, agora a gente vai ver, porque essa daí são os cinco pontos arminianismo entre aspas, chamado arminianismo entendendo que o que estou tentando dar aqui, estou dando mesmo é o lado do semipalagenismo, porque a gente sabe que essa depravação total arminianismo mesmo concordava, mas estou dando hoje em dia o arminianismo o que eles ensinam e falam então semipalagenismo o que quiser dizer, mas vamos chamar de arminianismo para não confundir
ninguém, mas a gente sabe que não é. Mas o calvinismo devido à queda e tudo isso aqui a gente vai abordar ponto por ponto nas escrituras, a gente vai dar o lado dos dois lados, os versículos que provam os dois lados, mas eu vou te dar uma dica já, é muito desequilibrado, tá, é muito desequilibrado, porque só, eu vou te dar uma, quem vai vir semana que vem? Você vai ter uma tarefa, procura o versículo na Bíblia que fala do livre-arbítrio do homem e traz semana que vem, tá, o versículo na Bíblia que fala do livre-arbítrio do homem. Você traz esse versículo pra mim semana que vem pra gente poder ver de onde vem essa ideia,
tá, procura os versículos que falam do livre-arbítrio do homem. Então, devido à queda, voltando ao calvinismo em relação de depravação total, inabilidade total, devido à queda do homem, o homem é incapaz de, por si mesmo, crer de modo o Salvador no Evangelho. O pecador está morto, cego e surdo para as coisas de Deus. Seu coração neganoso e desesperadamente corrupto, sua vontade não é livre, pois está escravizada a sua natureza má, por isso ele não irá e não poderá jamais escolher o bem e não o mal nos assuntos espirituais. Por o ponto seguinte, é preciso mais do que simples assistência do Espírito para se trazer um pecador
a Cristo, é preciso a regeneração pela qual o Espírito vivifica o pecador e lhe dá uma nova natureza. A fé não é algo que o homem dá ou contribui para a salvação, mas é a própria parte do dom divino da salvação. É o dom de Deus para o pecador e não o dom do pecador para Deus. Você vê os dois lados e são diferentes. Um está baseado em Deus, um está baseado no homem. Eles são condicional, segundo, em contraste com a eleição incondicional. Arminianismo, a escolha divina de certos indivíduos para a salvação antes da fundação do mundo foi baseada na sua previsão ou presciência de que eles responderiam a sua chamada feia prevista.
Deus selecionou apenas aqueles que eles sabiam que iriam livremente e por si mesmos crerem no Evangelho e não desviar depois. A eleição, portanto, foi determinada ou condicionada pelo que o homem ia fazer. A fé que Deus previu e sobre o qual ele baseou a sua escolha não foi dado ao pecador por Deus, não foi criado pelo poder regenerador do Espírito Santo, mas resultou tão somente da vontade do homem. Foi deixado inteiramente arbítrio do homem e decidir quem creria e, por conseguinte, quem seria eleito para a salvação. Deus escolheu aqueles que ele sabia queriam de sua livre vontade escolher a Cristo. Assim, a causa
última da salvação não é a escolha que Deus faz do pecador, mas a escolha que o pecador faz de Cristo. Calvinismo fala, a escolha divina de certos indivíduos para a salvação antes da fundação do mundo, repousou tão somente na sua soberana vontade. A escolha de determinados pecadores feitos por Deus não foi baseada em qualquer resposta obediente prevista da parte destes, tal como fé ou arrependimento. Pelo contrário, é Deus quem dá a fé e o arrependimento a cada pessoa a quem ele escolheu. Esses atos são os resultados e não a causa da escolha divina. A eleição, portanto, não foi determinado nem condicionado por qualquer
qualidade ou ato previsto no homem. Aqueles a quem Deus soberanamente elegeu, ele os traz através do poder do Espírito. Há uma voluntária aceitação de Cristo. Desta forma, a coisa última da salvação não é a escolha que o pecador faz de Cristo, mas a escolha que Deus faz do pecador.
Proposto. Um lado, o homem, baseado no homem, outro lado, baseado em Deus. Redenção, redenção universal ou expiação geral em contraste com a redenção particular ou expiação limitada. Arminianismo, a obra redentora de Cristo tornou possível a salvação de todos, mas na verdade não assegurou a salvação de ninguém. Embora Cristo tenha morrido por todos os homens, em geral e em favor de cada um, em particular somente aqueles que creem nele são salvos. A morte de Cristo capacitou a Deus a perdoar pecadores na condição de que creem, mas na verdade não removeu ou expiou o pecado de ninguém. A redenção de Cristo só se torna
efetiva se o homem escolhe aceitá-la. Calvinismo, a obra redentora de Cristo foi intencionada para salvar somente os eleitos e de fato assegurou a salvação deste. Sua morte foi um sofrimento substituinário da penalidade do pecado no lugar de certos pecadores específicos. Além de remover o pecado do seu povo, a redenção de Cristo assegurou tudo o que é necessário para sua salvação, incluindo a fé que os une a ele. O dom da fé é infalivelmente aplicado pelo Espírito a todos por quem Cristo morreu, deste modo garantindo a sua salvação. Mais uma vez, homem a um extremo, Deus no outro extremo. Arminianismo, se a gente lembra,
foi uma tentativa de chegar no lugar entre pelagianismo e calvanismo, mas ainda assim você vê que ela fica também oposto, não fica, não existe o meu. Quarto, a possibilidade de se resistir à obra do Espírito Santo em contraste com a chamada eficaz do Espírito ou graça irresistível. Arminianismo fala que o Espírito chama internamente todos aqueles que são externamente chamados pela convite do Evangelho. Ele faz tudo o que pode para trazer cada pecador à salvação. Sendo homem livre, pode resistir de modo efetivo a esse chamado Espírito. O Espírito não pode regenerar o pecador antes que ela creia. A fé, que a contribuição
do homem para a salvação precede e torna possível o novo nascimento. Desta forma, o livre-arbítrio limita o Espírito na aplicação da obra salvadora de Cristo. O Espírito Santo só pode atrair a Cristo aqueles que o permitem atuar neles. Até que o pecador responda, o Espírito não pode dar a vida. A graça de Deus, portanto, não é invencível. Ela pode ser e de fato é frequentemente resistida e impedida pelo homem. O calvinismo fala, além da chamada externa à salvação que é feita de modo geral, a todos que ouvem o Evangelho, o Espírito Santo estende aos eleitos uma chamada especial interna, a qual inevitavelmente os traz
à salvação. A chamada externa que é feita indistintamente a todos pode ser e frequentemente é rejeitada ao passo que a chamada interna que é feita somente aos eleitos não pode ser rejeitada. Ela sempre resulta na conversão. Por meio desse chamado especial, o Espírito atrai irresistivamente pecadores a Cristo. Ele não é limitado em sua obra de aplicação da salvação pela vontade do homem nem depende para seu sucesso da cooperação humana. O Espírito graciosamente leva o pecador eleito a cooperar a crer a arrepender-se a vir livre e voluntariamente a Cristo. A graça de Deus portanto é invencível nunca deixe de resultar
na salvação daqueles a quem ela é estendida. Um lado homem no controle outro lado Deus no controle. Alguém já sabia de tão detalhadamente a diferença entre os dois? Porque geralmente a gente ouvir uma coisa assim ah, essa ideia é predestinação né? Ah, não acredito não. Mas ele vai muito além. Eu estou tentando fazer a coisa bem reta ou bem claro sem zoar sem tipo puxar porque tem como botar palavras também que puxa para o teu lado passa um lado meio ridículo saca? Não estou querendo fazer isso estou querendo deixar a coisa bem claro que se fosse uma pessoa que crê em qualquer lado vai falar é isso mesmo. E ele vai
ah, que isso está zoando gente não, não estou tentando colocar a coisa a última quinta a gente vai estar terminando aquele da graça em contraste com a perseverança dos santos arminianismo ensina aqueles que creem e são verdadeiramente salvos podem perder sua salvação por não guardar sua fé nem todos curta essa nem todos os arminianos concordam com esse ponto alguns sustentam que os crentes estão eternamente seguros em Cristo que o pecador uma vez regenerado nunca pode perder sua salvação esse ponto entre até o próprio acampamento dos arminianos eles não concordam com isso bastante deles não acredita que um homem salvo
pode perder a sua salvação enquanto outros pensam que pode o calvinismo ensina todos aqueles que são escolhidos por Deus e a quem o espírito concedeu a fé são eternamente salvos são mantidos na fé pelo poder do Deus todo poderoso e nela perseveram até o fim então sumário dessas posições o arminianismo fala que salvação é realizada através da combinação de forças de Deus que toma iniciativa e do homem que deve responder a essa iniciativa sinergismo o homem e Deus trabalhando junto para a salvação resposta do homem é o fator decisivo o fator que defina não é o que Deus quer ou o que Deus queria ou o que Deus propõe mas a decisão
do homem é a decisão que determina o que vai acontecer Deus tem providenciado salvação para todos mas sua provisão só se torna efetiva eficaz para aqueles que de sua própria e livre vontade escolhem cooperar com ele aceitar sua oferta de graça dessa daí a gente prega dos púlpitos aceita ele recebe Cristo só que a bíblia não fala em nenhum lugar de aceita Cristo do que eu entendo eu tenho quando eu achei Jesus do que eu entendo eu fui perdido e eu fui achado que ele me recebe que ele me aceita mas tudo você vê como quando uma doutrina vira e coloca o foco no homem até a maneira que a gente vê a salvação volta para o lado
do homem que ele o centro que ele é aquele que faz a porta fecha ou abre no ponto crucial a vontade do homem desempenha um papel decisivo dessa forma é o homem e não Deus que determina quem será o recipiente do dom da salvação e este era o sistema de doutrina apresentado na remonstrante agora mais modificado para ser mais moderno que a gente criou hoje em dia mas foi apresentado pelos arminianos nem pelo sino de Deutsch em 1619 e foi rejeitado por não ser bíblico acorda com o calvinismo salvação é realizado pelo infinito poder do Deus trino o pai escolheu um povo o filho morreu por ele e o Espírito Santo torna a morte
de Cristo eficaz para trazer os eleitos a fé e o arrependimento fazendo-os obedecer voluntariamente ao evangelho e assim a gente não vê nenhuma crise na trindade como assim Deus quer salvar todos Cristo morre por todos Espírito Santo consegue poucos você tem um discordo na trindade Deus triuno mas unido Deus quer algo Jesus quer algo Espírito Santo tenta algo mas não consegue fazer o trabalho dele eficaz ao ponto de satisfazer a vontade do pai que quer todos salvos é vontade do filho que morreu por todos e daí você tem uma crise na trindade que é impossível Deus é um três em um uma vontade só sempre feita se ele é soberano
não existe como escapa a confusão que a gente gera no próprio Deus triuno nessa e daí todo o processão eleição redenção regeneração é obra de Deus e operado tão somente pela graça Deus e não o homem determina quem serão os recipientes do dom da salvação e este sistema de teologia foi reafirmado pelo Sinal de Dortch em 1619 como sendo a doutrina da salvação contido nas escrituras sagradas o sistema apresentado na confissão da feira em Westminster mais tarde em todas as confissões reformadas na época do Sinal de Dortch foram formulados cinco pontos em resposta aos cinco pontos submetidos pelos arminianos à igreja da Holanda
e tem sido desde então conhecido como cinco pontos de calvanismo a gente vai continuar semana que vem nessa parada na verdade nós nem vamos falar de teologia semana que vem nós não vamos abordar nesse sentido de arminianismo calvinismo vamos sair eu queria dar essa aqui agora só pra gente ver quem era arminianos que já estudou calvino na reforma protestante agora a gente sabe quem arminianos era a gente sabe que ele mesmo acreditava como ele gostava de calvinos os ensinos dele o que a galera dele levou o que se tornado arminianos hoje em dia agora a gente vai começar passo por passo pra chegar lá ao ponto que a gente
vai discutir cada ponto por enquanto não vou discutir nada dos pontos estou deixando a gente ver como são apostos um coloca Deus no trono outro coloca o homem no trono um faz um Deus soberano outro faz o homem soberano então na verdade a briga em todas essas doutrinas essas ideias essas perguntas essas colocações teológicas vem a um lugar só Deus é soberano ou o homem é soberano na obra de salvação então semana que vem a gente vai abordar a soberania de Deus pra ver Deus é soberano ou não Deus está dependente do homem de agir pra ele poder reagir por exemplo por exemplo