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Folha A·568
Geração BenjamimJeff FromholzObra reunida
26 de mar de 2013

Jesus ou Barrabás

Pr. Jeff Fromholz26 de mar de 2013

Jesus ou Barrabás?

“Naquela ocasião estava preso um homem muito conhecido, chamado Jesus Barrabás. Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou: - Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias? Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, a sua esposa lhe mandou o seguinte recado: - Não tenha nada a ver com esse homem inocente porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele.” (Mt 27.16-19)

Começando aqui nós temos algumas pessoas principais na história e antes de correr para o fim de qual a maioria já sabe, eu gostaria gastar um pouco tempo falando de quem estava envolvido, pois isso vai fazer a história mais real e completo. Na verdade, muitas vezes, nós perdemos muitas coisas importantes e o peso de uma situação por falta de entender o que estava por trás e quem estava envolvido e o que eles pensavam. Se eu falo para você que um homem pulou do sétimo andar de um prédio e morreu, você pensaria, “Que louco. Que doido se jogar do sétimo andar. Devia ter sido alguém em triste ou doente mesmo.” Mas se eu te conto a história de uma moça abusada pelo seu padrasto por anos que acabou de ser deixado por seu namorado depois ele descobriu que ela estava grávida com seu bebê e que naquele dia ela decidiu que vivendo não valia a pena mais e assim foi até o sétimo andar de um prédio com a intenção de se jogar, o que você pensaria. “Puxa, que vida difícil. Quase faz sentido.” Mas antes de ela se jogar, um homem, um zelador do prédio viu ela e foi até a beira do prédio para conversar com ela. Depois descobrindo tudo que tinha acontecido na vida dela, ele fez o seu melhor tentado convencer ela de não pular. Mas ela não quis saber de continuando e se virou e num momento final, quando ela se jogaria, o zelador pulou e pegou ela pelo braço e usando todas as suas forças ele puxou ela e no mesmo tempo que ela estava caindo no telhado, o zelador perdeu seu equilíbrio e caiu do prédio, sete andares, até a sua morte. Faz uma grande diferença conhecendo toda a história, não faz.

69 a.C. Júlio César começou a sua carreira pólitico.

63 a.C. o General Pompeu conquistou a Judeia e anexou o território ao domínio romano.

60 a.C. Júlio César foi declarado, imperator, “comandante”, pela primeira vez.

47 a.C. César teve um caso com Cleopatra, Rainha de Egito, e a sua união resultou num filho. Eles contiuavam seu relacionamento por mais do que 14 anos nunca casando porque a lei romana proibiu.

15 de Março no ano 44 a.C. Cesar foi assassinado.

Otávio, biz sobrinho de César, herdeu a posícão de César através do último testemunho dele e um governo de três líderes foi estabelicido com Otávio, Marco Antônio, e Lépido.

Começou um perido de guerras civís com o terçiero numa guerra com Marco António no outro lado.

Durante esses anos António tinha casada com a amante de César, Cleopatra.

31a.C. Antônio e Cleopatra foram derrotados e no ano seguinte os dois se suicidaram e o filho da união entre César e Cleopatra, Cesarión, foi assassinado.

29 a.C. Otávio se tornou o primeiro emperador romano.

27 a.C. O Senado romano deu a Otávio o título de augusto — "consagrado" ou "santo" — que mais tarde se converteu em sinônimo de imperador. O título passou desde então a identificar seu próprio nome e como Augusto tem sido reconhecido pela história.

14 a.C. Tibério, o seu filho adotivo (a sua mãe tinha divorciado o pai de Tibério para poder casar com Augusto) se tornou o segundo emperador.

5 a.C. Jesus nasceu.

Interessante que Jesus não nasceu em 0 d.C. como muitos pensam. Isto é devido um erro de cálculo do acadêmico Dionysius Exiguus que foi encarregado pelo Papa João I para estabelecer um calendário de festas para a igreja. Dionysius calculou o nascimento de Jesus baseado no ano da fundação de Roma. Mas, por causa de dados insuficientes ele chegou a uma data uns anos depois o evento atual.

Então, quando Jesus nasceu, Roma já estava reinando em Judeia por 58 anos e os judeus ainda não tinham acustomados da ideia e não gostavam nenhum pouco. E assim entra a expectativa e esperança do Messias. Na concepção deles, o Messias estabeleceria o seu reino físico na terra, dando controle do pais a volta a eles.

E isso era sua esperança em Jesus sendo o Messias. Por isso tantas pessoas encontravam com ele na entrada de Jerusalém dias antes de ser crucificado jogando ramos de palmeiras no chão e gritando, “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mc 11.9-10)

Voltando a história da hora achada em Mt 27; nós temos Jesus Cristo, Pôncio Pilatos e a sua esposa Claudia Procula.

Jesus Cristo, o Messias.

Pôncio Pilatos, Pilatos foi o quinto Prefeito (praefectus) da província romana da Judéia e governava entre os anos 26 e 36.

Claudia Procula, esposa de Pilatos- filha do segundo emperador de Roma Tiberius e neta do emperador Augustus (adotado e criado por seu biz tio Julius Cesar / ele era um dos maiores generais na história de Roma e se tornou o primeiro emperador de Roma depois que venceu Antony e Cleopatra)

A história conta que ela converteu depois Jesus morreu.

Ela teve um sonho e seu marido não deu importância.

Interessante, Calpurnia, a esposa de Cesar teve três sonhos numa noite e acordou gritando por socorro e na próxima manhã implorou o seu marido de não sair da casa. Mas, ele não deu ouvido e foi nunca mais de voltar. Ele foi assassinado na reunião que tinha marcado com o senado.

“Naquela ocasião estava preso um homem muito conhecido, chamado Jesus Barrabás. Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou: - Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de Messias? Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, a sua esposa lhe mandou o seguinte recado: - Não tenha nada a ver com esse homem inocente porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele. Os chefes dos sacerdotes e os líderes judeus convenceram a multidão a pedir ao governador Pilatos que soltasse Barrabás e condenasse Jesus à morte. Então o Governador perguntou: - Qual dos dois vocês querem que eu solte? - Barrabás! - responderam eles.” (Mt 27;16-21)

Nessa noite, quero abordar o assunto, “Por que eles escolheram Barrabás e porque continuamos escolhendo ele?”

Quem era Barrabás?

Jesus Barrabás era o nome dele completo.

Jesus era um nome comum naquela época.

O sobrenome dele era Barrabás.

Uma combinação de duas palavras no Araimico: bar = filho e abba = pai.

Barrabás sigifica “filho do pai”. “Jesus, filho do pai”

Interessante que a multidão foi oferecida uma escolha entre um “filho do pai” e O “FILHO DO PAI”.

É mais provável que ele era bem educado, e conectado, especificamente politicamente do que o doido na Paixão de Cristo.

Ele fez parte de um grupo político chamado dos Zelotes.

A palavra Zelote vem da palavra zelosa.

Na época eram quatro grupos politicos, os Saduceus, os Fariseus, os Ersenes, e os Zelotes.

Simão o Zelote era um discípulo de Jesus. (Lc 6.15)

Eles eram nacionalistas que queriam ser livres de Roma a qualquer custo.

Eles matavam se achavam necessário para avançar a causa.

Mc 15.7; Naquela ocasião um homem chamado Barrabás estava preso na cadeia junto com alguns homens que tinham matado algumas pessoas numa revolta.

Eles advogavam em favor de violência e roubando para suprir as suas necessidades e sustentar a causa.

Eles incentivavam o povo de rebelar contra o Império Romano e expelir ele do pais através de força com armas.

Eles argumentavam que Israel pertencia somente ao um rei que vem da família de Davi.

Muitos professores da bíblia pensam que Barrabás era um líder importate da rebelião.

Ele era “muito conhecido”, o literal é que ele era famoso, popular, e notável.

Isso explica do porque eles queriam a libertação dele.

Semelhanças entre Jesus e Barrabás

Os seus nomes: “Jesus, filho do pai”

Os dois eram líderes de uma “rebelião”.

Barrabás contra Roma

Jesus contra o sistema religioso do dia ao ponto que os líderes religiosos queriam ele morto.

Os dois estavam marcados por morte.

Barrabás pelos romanos.

Jesus pelos judeus.

Os dois eram muito conhecidos.

Os dois tinham seguidores.

Os seus seguidores estavam esperando um novo reino.

Os dois pregavam uma mensagem de libertação.

Barrabás do poder de Roma.

Jesus do poder e pena de pecado.

A Escolha

“Qual dos dois vocês querem que eu solte?”

Duas escolhas entre dois reinos e duas maneiras de entrar.

Barrabás representa o reino desse mundo e tentando achar salvação nesse mundo, entrando através de maneiras humanas, até violência.

Jesus representa o Reino de Deus que nós entramos através de fé.

Era uma decisão entre salvação através de egosismo, violência e exercendo poder ou salvação pela fé.

Jesus acreditava em bondade, mansidão, graça, fé, e um reino futuro.

Barrabás acreditava em orgulho, poder, posição, fama e o reino agora.

Jesus ensinava de amar seus inimigos

Barrabás matava deles.

Uma escolha entre se negando e carregando uma cruz ou materialismo, dinheiro, fama, e poder.

Interessante que nem uma semana antes o povo estava jogando suas roupas no chão por ele e gritando por ele.

O povo queria um Jesus guerreiro que retornará o poder a Israel agora, não um Jesus oferecendo coisas espirituais e futuras.

Eles queriam Jesus Barrabás!

Ele era um deles.

Ele acreditava nesse mundo, em poder e libertação agora.

Ele acreditava em trazendo soluções políticos através o poder do braço e não um tipo de se alguém te bate, virar seu rosto.

Desde 63 d.C. Roma estava reinando.

A multidão queria a sua libertação agora. Eles já tinham esperado muito tempo pelo o Messias chegar.

Na suia concepção ele libertará eles do poder da Roma.

A decisão para eles não era difícil. E assim não era difícil para os líderes conseguir todos gritar para Barrabás.

Eles queriam poder agora. Eles queriam dignidade agora. Eles queriam mudança agora.

Barrabás representava tudo isso para eles. AGORA

“Qual dos dois vocês querem que eu solte? - Barrabás! - responderam eles.”

No seu comentário do evangleho de João, Dr. James M. Boice cita a descrição do Dr. Barnhouse's da reação de Barrabás: 

A tropa romana tinha parado a revolta e tinha tomado Barrabás. Sua culpa foi estabelecida. Foi jogado na sua célula para esperar o momento da sua morte. Um homem que é ser enforcado tem dificuldade em manter sua mão longe da sua garganta onde a corda em breve estrangular. Fui contado por um capelão numa prisão onde homens são executados numa câmara de gás que o condenado prático respiração longa, e às vezes segurará sua respiração até que parece que os seus olhos estourarão das suas cabeças. Sabem que serão colocados numa câmara de gás e que ouvirão um som de gás assobiando anunciando a morte entrante, e que a respiração eles agora forçam nos seus pulmões estará o último que eles jamais saberão. Segurando a sua respiração, esforçando-se nos cordões que os amarram a sua cadeira, até que eles são forçados pela lei inexorável de respiração exalar a última respiração que conteve oxigênio puro e toma a morte que flutua ao redor deles.

O Barrabás deve ter olhado as palmas das suas mãos e perguntou-se como sentir-se-ia ter os pregos destruindo a carne. Deve ter se lembrado de cenas de morte de crucificação, e a agonia lenta das vítimas que sofreram às vezes durante um dia ou dois antes de morte misericordiosa veio liberá-los. Deve ter acordado com um susto se ouvisse qualquer martelar na cadeia, e sua mente deve ter antecipado o som dos martelos que trariam a morte perto a ele. E então, na sua prisão, ele ouviu o murmurar vago da multidão que rugiu fora como o murmúrio de um mar conflituoso. Pensa que ele ouve o próprio nome. Pode perceber que há gritos zangados, e o temor cresce no seu coração. Então ouve o som de uma chave no cadeado, e um carcereiro vem a ele e o libera da corrente que está ao redor dele, para a Bíblia conta que era amarrado. Deve ter pensado que seu tempo tinha vindo, mas o carcereiro o toma à porta e o conta que é livre.

Jesus Barrabás foi poupado à custa de Jesus Cristo.

Nós fomos poupados à custa de Jesus Cristo.

Num sentido, cada um de nós é um Barrabás querendo tudo agora, conforto, felicidade, dinheiro, reconhecimento, poder.

A maioria de nós se fomos dado uma escolha entre o que Jesus pregava e o que Barrabás pregava, escolheremos Barrabás.

Na verdade,nós já escolhemos ele e a mensagem dele todo dia.
“Tudo é sobre mim. Tudo é para mim.”

Queen, “I want it all. I want it all. I want it all. And I want it now.”

As autoridades judeus escolheram (religiosamente) a pessoa errada liberar, as autoridades romanas escolheram (politicamente) a pessoa errada crucificar.

Jesus ou Barrabás? Quem você escolheria?