Não Mija na Piscina
Pr. Jeff Fromholz26 de jan de 2009
Não Mija na Piscina!
Quando eu era criança eu lembro que cada piscina tinha uma placa de regras fora dela: “Não corre!”, “Não pulando de ponta!”, e sempre na lista, no último lugar era “Não mija na piscina!” geralmante acomanhando com um desenho de uma criança fora da piscina mijando para dentro. Na minha maneira de pensar com outra criança, essa devia ter sido colocado no primeiro lugar. Tudo bem, você pode escorregar e se muchacar se está correndo, e se pular de ponta pode nater no fundo te deixando paralizado que também seria ruim, mas nada comparava com o pensamento de estar nadando no mijo de alguém. Esse foi além do aceitável. E você sempre sabia quando alguém estava. De repente um cara todo ativo para e fica quieto num canto na pisicina com um cara de está concentrando em algo e pode crer, não era sobre a teoria de relatividade de Einstein.
Agora, eu preciso confessar que tenho mijado nas piscinas dos outros e não estou falando de quando era criança, estou falando de quando eu já tinha a idade de saber bem melhor e ainda achar que não era somente necessário, mas que eu devia, mostrando a minha insatisfação com a piscina. Recentemente, eu vi um filme que mostra exatamente do que estou falando. O filme era “Pride” e era sobre um time de nadadores americanos africanos durante um tempo nos Estados Unidos (1972) quando racismo estava bem dominante e os times de nadadores estavam dominados por pessoas brancas. A parte do que estou referindo não tema a ver com cor de pele ou racismo , mas um ato que foi feito por mais um americano africano. Esse cara era o traficante da vizinhança e ele se achava o dono de tudo. O técnico do time era novo na area e se importava com as vidas dos jovens lá suficiente de encarar o traficante que pensando na coisa pior que podia fazer para se voingar com o técnico, ele entrou no prédio onde estav a piscina e bem aí ao lado da piscina se aliviou para dentro da piscina. Naquele momento o técnico entra e pira com o cara jogando ele na piscina de qual ele estava mijando e pulou lá dentro com ele e proseguiu de quase afogar o traficante. Claro que a raiva que o técnico sentiu pelo traficante foi bem além de simplesmente mijar na piscina, mas aquele ato era o mais exagerado que podia ter feito além de talvez deixar algo marrom boiando.
Voltando para eu mijando em piscinas... Antes de você cancellar qualquer convite que talvez tinha extendido a mim para estar na sua casa e usar sua piscina, deixa me esclerecer o fato que estou falando figurativamente. Estou falando de ser membro de uma igreja, mas em vez de ser um membro produtiva, alguém que realmente para trás destroi, suja a agua. Quem não junta espalha. E talvez levou eu se tornata pastor titular mais uma vez de reconhecer isso. Eu não estou falando de rebelião ou coisas loucas e faladas de vozes levantadas. Estou falando das murmuraçõesfalados bem baixinhas, aquele momento quieto no canto concentrando. É incrível como você percebe quem está mijando na agua quando você é responsável pelo cuidado da piscina. Ela não é sua, mas voc6e tem que está sempre limpando ela, então um moleque mijando não é bem vindo. O mais louco é quando voc6e era o moleque mijando sempre tinha uma boa desculpa de não sair da agua ou mesmo minimizar o dano pois eles colocam quimicas na piscina por exatamente isso. Sem mencionar a desculpa mais óbvia e citada, “Tudo mundo está mijando.” Só para ser bem claro, “Tudo mundo não está mijando na piscina.” Tem pessoas que realemnte curtem a piscina e são educadas suficientes de sair se precisar e voltar depois.
O que temos hoje são muitas piscinas (igrejas) de vários estilos, umas bem largas, outras, bem estritas, profunda, rasa, quemte, morno fria, o que não falta é variação. O problema está cahado quando alguém não curta o estilo da piscina, em vez de sair, ele fica ao lado mijando.